Sou So um Palhaco
"JESUS não é um mero patrimônio histórico ou estático, fixado no passado, mas sim um movimento DIVINO vivo, visível nas mudanças sociais, nas transformações culturais e nas mudanças das lógicas econômicas fratricidas que, sensível à fragilidade humana, manifesta-se por meio das vidas genuinamente alcançadas nos mais diversos ajuntamentos dos ‘homens’ por seu poderoso NOME."
"Um cristão genuíno, jamais dirá o que pensa. Pois a ele, basta dizer o que Cristo quer que seja dito."
"Reflexão de vida:
"Pra todo Esaú que deixa, Deus levanta um
Jacó que assume. Quando você não dá valor, Deus levanta quem valoriza."
PENSE NISSO FICA A DICA!
"Reflexão de vida:
"Aceitar um bom conselho,
não significa aceitar a opinião de todos
sobre a sua vida."
@Suédnaa_santos
Se você fosse um conto, séria o conto mais desejável de si ler
Se fosse uma história, séria a mais bela história já escrita
Se fosse um sentimento séria o AMOR
Mais você é um ser humano lindo, uma mulher incrível.
Não é um conto, mais é com toda certeza a mais desejável
Não é uma história, mais sem sombra de dúvidas, é a mulher mais bela que conheci, linda por dentro, perfeita por fora,
Não é sentimento, mais é cheia dele, cheia de amor.
O que seria um tom acima ou um tom abaixo?
A experiência não serve para definir quando estamos fora do tom. O tom é complexo. Pode ser profundo, pode ser raso, pode ser médio. O tom é dado por quem emite a opinião, a inflexão, mas seu sentido depende e é obrigatoriamente definido por quem recebe as vibrações percorridas em ondas pelo ar até seus (des) treinados ouvidos. As ondas percorrem o canal do ouvido, são transformadas em vibrações, estimulam os receptores e sofrem transdução para impulsos nervosos seguindo até o sistema nervoso. Neste ponto os sinais enérgicos, sensações, percorrem o corpo, geram calafrios, frio no estomago, agudez na espinha, euforia, alegria, coração acelerado ou nem tanto.
Feito este caminho, o tom, já foi dado, explicado, sentido, devolvido como apontado na física que diz que a toda ação tem-se uma reação de direção contrária e mesma intensidade.
E ainda temos os tons interpretados deliberadamente para fazer confundir ou desvirtuar o que da origem saiu, mas que não foi de agrado receber.
Misturas de personalidades, culturas, valores, conhecimentos, religiões, conceitos e pré-conceitos. ÀS vezes verdade e às vezes nem tanto. Preto no branco difícil de definir com tantos tons de cinza no meio do caminho.
O que seria um tom acima ou um tom abaixo? Tudo é relativo. Depende da vontade, da má ou da boa vontade. Depende do que se sente ou do vazio do coração. Depende de tudo que depende, que não se explica ou se explica demais.
Enfim, dê o tom e deixe que ele se transforme, dobre, curve. O tom é seu, o que fazem com ele é problema deles.
Estar certo ou errado
A certeza é fruto de muitas coisas. Uma observação, um entendimento, um sentimento, uma leitura, uma confidência, uma experiência e tudo o mais que se possa usar.
Às vezes uma coisa outras vezes outra coisa. Umas vezes é cair em si outras é perder de si.
Estar certo e descobrir que esta errado pode ser bom ou ruim. O bom é acertar quando quer, pois às vezes não quer estar certo, pois assim o desfecho seria mais feliz. O bom é estar certo torcendo para estar errado, pois o desfecho contrário é melhor e mais feliz que estar certo.
Certezas infelizes e erros felizes ou o contrário. O bom seria que certos ou errados, com certezas ou incertezas os desfechos sempre fossem felizes. Assim acertar seria bom e errar também. Mas às vezes a surpresa não vem ou vem pelas avessas. Às vezes é bom noutras nem tanto.
Quando a gente cai, um amigo sempre vem para ajudar a gente a se levantar assim que ele consegue parar de rir.
vi no seu olhar tudo aquilo que nunca tive um dia,
vi no seu olhar todo amor que me faltou ser entregue,
vi no seu olhar tudo aquilo que procurava,
até ver no seu olhar a mentira que sempre me foi contada.
o abandono de um pai é uma consequência que levamos para a vida toda,
por não receber um amor paterno achamos que o tratamento mais básico de um homem é aquele que nos faz sentir "a mulher mais sortuda do mundo"
e até a gente saber de verdade oque é ser a mulher mais sortuda do mundo,levamos muita porrada da vida,por culpa do amor paterno que jamais foi nos dado.
Capítulo — Entre a Culpa e o Espelho
Pedir demissão foi um grito silencioso que eu dei a mim mesma.
Eu estava cansada. Cansada da pressão constante, do ambiente pesado, das cobranças que atravessavam minha pele como agulhas finas e diárias. Havia dias em que eu voltava para casa sentindo que tinha deixado pedaços de mim espalhados pelos corredores daquele trabalho. Então, um dia, respirei fundo e saí. Achei que, ao fechar aquela porta, abriria outra — mais leve, mais minha.
Mas o que se abriu foi um vazio.
Meus dias passaram a ter a mesma cor, o mesmo ritmo, o mesmo roteiro: lava, limpa, arruma, cuida. Lava, limpa, arruma, cuida. Amo meus filhos com a força inteira do meu peito, mas não quero ser apenas a mãe.
Quero voltar a ser mulher. Quero me reconhecer no espelho sem que a primeira palavra que me venha à mente seja “cansaço”.
Nos três meses depois que saí do emprego, engordei 10 quilos e 800 gramas. Sim, eu estou contando. Cada grama parece um lembrete concreto de que estou perdendo o controle.
Eu não consigo parar de comer.
É pão. É feijão. É macarrão. É qualquer coisa que esteja ao alcance dos olhos. Como em grandes quantidades, como com urgência, como se estivesse apagando um incêndio invisível dentro de mim. Na hora, existe uma pressa quase desesperada — preciso mastigar, preciso engolir, preciso sentir o estômago cheio. Só quando ele dói, quando pesa, quando estica, é que algo se aquieta.
E então vem o arrependimento.
A culpa chega como uma onda fria depois da falsa calmaria. Eu sei que não deveria estar fazendo isso. Sei que não é fome — é outra coisa. Mas faço assim mesmo. A comida virou uma espécie de anestesia: me acalma por alguns minutos e depois me corrói por dentro, como se eu tivesse traído a mim mesma.
Estou matriculada na academia. Pago a mensalidade. Tenho roupas de treino. Já gostei de treinar — e muito. Lembro da sensação de força, do suor como prova de disciplina, da música alta no fone de ouvido enquanto eu me sentia viva. Mas agora não consigo sair de casa para ir até lá. Não é preguiça. É como se houvesse uma barreira invisível entre mim e a mulher que eu costumava ser.
Às vezes me pergunto:
Onde está a minha força de vontade?
Onde foi parar o desejo de me cuidar que sempre fez parte de mim?
Se eu gosto de treinar, por que não consigo ir?
Sinto que preciso urgentemente reencontrar meu antigo eu — mas, no fundo, talvez eu precise encontrar uma nova versão de mim.
Uma que caiba na mulher que estou me tornando, e não apenas na que eu fui.
Às vezes — ou melhor, na maioria das vezes — sinto falta de mim. Falta da leveza que eu tinha. Da segurança. Da autonomia. Me pergunto se, caso tivesse estabilidade financeira, tudo seria diferente. Será que eu conseguiria ser eu mesma? Ou estou usando essa ausência como justificativa para algo mais profundo?
Já passei por tantas coisas na vida. Sobrevivi a situações que pensei que me quebrariam para sempre. Aprendi muito com a dor, mas também vivi momentos maravilhosos — momentos que hoje parecem fotografias desbotadas guardadas numa gaveta da memória.
Sinto saudade daquela mulher que ria fácil, que sonhava alto, que se sentia capaz.
Agora, às vezes, acordo e me pergunto em silêncio:
Será que estou em depressão e não sei?
Talvez essa seja a pergunta mais honesta que fiz a mim mesma nos últimos meses.
Porque o que mais dói não é o peso no corpo.
É o peso de não me reconhecer.
Mamãe, quando eu crescer (...) quero ser um grande milionário socialista. De carrão chego mais rápido à revolução
Se você não acredita em cooperação, veja o que acontece com um vagão que perde uma roda.
Dois homens caminham por uma estrada em sentido contrário, cada um trazendo consigo um pão. Em determinado ponto, os dois se encontram, trocam os pães e cada um segue adiante levando um pão. Em outra estrada, dois homens também caminham em sentido contrário e cada um deles traz consigo uma ideia. Em determinado ponto, eles se encontram, trocam as ideias e cada um segue seu caminho, levando agora duas ideias.
Há religiões em que se espera por um milagre,
e outras em que se reza por poderes sobrenaturais,
e até religiões em que se implora por sucesso nos negócios.
Mas a religião de Buda é uma religião em que se busca
orientar a sociedade e servir às pessoas.
A aspiração ao caminho de Buda significa
amar todo o universo assim como os pais amam seus filhos.
Estou exausto. Desejo partir, anseio por liberdade. Livre para um lugar onde eu possa me aconchegar sem medo, Um lugar onde eu não precise competir para estar, onde eu não precise me desfazer para fazer algo, um lugar onde eu tenha um cantinho para descansar, onde todo café é quente e toda conversa termina em risada e não em silêncio.
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