Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
Um bom amigo não fala mal dos amigos dele pra você, e se o faz, certamente também não é seu amigo - não se iluda.
Um amigo respeita a sua opinião, as suas escolhas, e consegue até mesmo discordar de você sem te desrespeitar.
Um amigo sabe tudo sobre você - incluindo as suas falhas, mas mesmo assim, não te julga.
Um amigo não é, necessariamente, alguém que você conhece a mais tempo...
Não posso provar que deus não existe, mas também não posso provar que cogumelos não poderiam estar em espaçonaves intergalácticas nos espionando.
Arrependimentos fazem parte, do todo que é a trajetória da vida. Os erros também. Eles nos deixam mais humanos, mais reais, mais vivos. Quantas coisas boas não aconteceram na sua vida apenas pelo fato de tudo, ao menos aparentemente, ter dado errado.
Pelo amor fui ferido, e perdi as esperanças,mais também pelo amor fui sarado e agora posso crer em um final feliz
2-Nunca distante
Nunca quis que você estivesse longe
Mas quando estava perto também não te abracei
Nunca quis que você fosse embora
Mas quando nos olhamos não pedi que ficasse
Nunca quis que o mundo parasse
Mas seria bom se nossos minutos juntos fossem mais longos
Talvez esteja aprendendo o verdadeiro valor
Das pessoas inesquecíveis
A saudade maltrata porque ainda não aprendi a ver
Que você esta aqui agora, bem perto de mim
Dentro do meu coração.
Sonetos
I
A meu pai doente
Para onde fores, Pai, para onde fores,
Irei também, trilhando as mesmas ruas...
Tu, para amenizar as dores tuas,
Eu, para amenizar as minhas dores!
Que coisa triste! O campo tão sem flores,
E eu tão sem crença e as árvores tão nuas
E tu, gemendo, e o horror de nossas duas
Mágoas crescendo e se fazendo horrores!
Magoaram-te, meu Pai?! Que mão sombria,
Indiferente aos mil tormentos teus
De assim magoar-te sem pesar havia?!
— Seria a mão de Deus?! Mas Deus enfim
É bom, é justo, e sendo justo, Deus,
Deus não havia de magoar-te assim!
II
A meu pai morto
Madrugada de Treze de Janeiro.
Rezo, sonhando, o ofício da agonia.
Meu Pai nessa hora junto a mim morria
Sem um gemido, assim como um cordeiro!
E eu nem lhe ouvi o alento derradeiro!
Quando acordei, cuidei que ele dormia,
E disse à minha Mãe que me dizia:
"Acorda-o!" deixa-o, Mãe, dormir primeiro!
E saí para ver a Natureza!
Em tudo o mesmo abismo de beleza,
Nem uma névoa no estrelado véu...
Mas pareceu-me, entre as estrelas flóreas,
Como Elias, num carro azul de glórias,
Ver a alma de meu Pai subindo ao Céu!
III
A meu pai depois de morto
Podre meu Pai! A morte o olhar lhe vidra.
Em seus lábios que os meus lábios osculam
Micro-organismos fúnebres pululam
Numa fermentação gorda de cidra.
Duras leis as que os homens e a hórrida hidra
A uma só lei biológica vinculam,
E a marcha das moléculas regulam,
Com a invariabilidade da clepsidra!...
Podre meu Pai! E a mão que enchi de beijos
Roída toda de bichos, como os queijos
Sobre a mesa de orgíacos festins!...
Amo meu Pai na atômica desordem
Entre as bocas necrófagas que o mordem
E a terra infecta que lhe cobre os rins!
(...)Era um encontro proibido, desses que a gente se acha meio bandida...Eu sabia, ele também...e por estarmos certos disso, ele me roubou a decência, que sem nenhuma resistência...entreguei!
