Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem

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O sucesso não é medido pelas suas conquistas, mas no esforço que você fez para que as pessoas realizem as suas próprias conquistas.

Para formar um time campeão é preciso apenas dar o palco certo para as pessoas certas mostrarem o seu potencial.

"O maior risco que existe é "conhecer" pessoas que não conhecemos"

Eu espero que você aprenda com as pessoas que te machucaram. E que mesmo que elas não se desculpem você possa se perdoar e as perdoar em silêncio. Algumas pessoas nunca enxergarão o mal que fizeram e está tudo bem. Algumas pessoas são tão soberbas ao ponto de nunca reconhecerem seus erros. E ESTÁ tudo bem também. Algumas pessoas são más, não sentem a dor ou se preocupam com o próximo. Aceite isso Esse é o karma delas. Isso não faz mais parte da sua história. Que toda dor causada pelo outro sem arrependimento vire paz e aprendizado pra você. Quando você não conseguir mais sofrer por aquilo, só conseguir desejar o bem e enviar luz para essa pessoa. Assim você saberá que está curado.

Queria ter me entregado mais a vida, ter passado mais tempo ao lado das pessoas que foram importantes para mim. Coragem para fazer tudo aquilo que eu gostaria. Ainda há tempo, mas deixei tanta coisa passar. Mais um final de ano chegando e as reflexões começam a surgir. Aceitei de uma vez por todas que jamais poderemos saber o que o futuro nos reserva. Porém, agora tenho uma certeza que não sou mais a mesma. Não vou mais esperar o tempo passar. Nunca mais vou repetir a expressão 'um dia'. O melhor dia é o agora. Os anos se foram com os ventos, mas novos tempos estão chegando. E que eu tenha eesperança e vontade para viver tudo que chegar de novo.

Minha solidão não tem nada haver com presença ou ausência de pessoas. Detesto quem me rouba a solidão sem, em troca, oferecer verdadeira companhia.

Texto de Friedrich Nietzsche

A solidão, no pensamento que atravessa essa frase, não é carência, mas território interior. Ela não nasce da ausência de pessoas, e sim da ausência de sentido. Estar só, nesse horizonte, é estar em contato consigo mesmo; estar acompanhado, sem verdadeira presença, pode ser uma forma mais profunda de abandono. Nietzsche aponta para uma solidão qualitativa, não quantitativa.

Quando ele afirma que detesta quem lhe rouba a solidão, revela que a solidão é um bem precioso, quase sagrado. Trata-se do espaço onde o indivíduo pensa sem concessões, cria sem aplausos e se confronta com suas próprias alturas e abismos. Roubar a solidão é invadir esse espaço com superficialidade, ruído e expectativas vazias. É ocupar o tempo e o corpo sem tocar a alma.

A “verdadeira companhia” não se mede pela proximidade física nem pela frequência da convivência, mas pela capacidade de presença real. É aquela que não distrai do essencial, mas aprofunda; que não exige máscaras, mas permite silêncio; que não dilui a individualidade, mas a respeita. Poucos são capazes dessa companhia, porque ela exige maturidade interior e coragem de permanecer diante do outro sem se esconder.

Nesse sentido, a solidão nietzschiana não é isolamento social, mas fidelidade a si mesmo. É a condição necessária para o surgimento do pensamento autêntico e da vida criadora. O espírito que busca elevar-se precisa, em certos momentos, afastar-se da multidão não por desprezo, mas por necessidade de escuta interior. Quem não suporta a própria solidão dificilmente suportará a profundidade do outro.

A crítica de Nietzsche, portanto, não é contra as pessoas, mas contra as relações vazias. Ele denuncia a convivência que preenche o espaço, mas esvazia o sentido; que fala muito, mas não comunica; que ocupa, mas não acompanha. Essas presenças são mais solitárias do que o silêncio.

Por fim, o texto nos convida a rever nossa relação com o estar só e com o estar junto. Talvez a verdadeira questão não seja evitar a solidão, mas aprender a habitá-la. E, a partir dela, escolher companhias que não nos afastem de nós mesmos, mas que caminhem ao nosso lado sem nos roubar o que temos de mais íntimo: a integridade do nosso ser.

No Brasil, cerca de 60 milhões de pessoas dependem de benefícios sociais, excluídos os aposentados. Um pais que se acomoda nesses programas, sem gerar empregos, entra em colapso.


Benê Morais

No Brasil, 60 milhões de pessoas recebem auxílios do governo, excluindo-se as aposentadorias. Um país que mantém tais programas sociais sem promover a geração de empregos está fadado ao fracasso.


Benê Morais

Superamos a perda
Ou convivemos com ela?


Pessoas vêm
e vão
na nossa vida


De dois jeitos:
ou elas partem
Por opção
ou elas partem
Sem a escolha de ficar


Pessoas que se vão
por opção
Nem sempre estão contentes, Nem sempre estão felizes,
Nem sempre se sentem seguras, conosco


Pessoas que partem
Sem a escolha
Ou foram levadas
Ou se perderam
No caminho da volta


E eu?
como estou?


Eu estou vivendo.




*Cada momento de felicidade*
_Restaura minha paz_
*Cada momento sozinho*
_me relembra do vazio que tenho_


*Cada momento pensando na perda*
_Vira uma eternidade_
*Cada momento tentando superar a perda*
_Vira um desafio_


*Cada minuto de lembranças*
_Traz horas de choro_
*Cada segundo tentando superar*
_Traz frustração_




No final,
a unica coisa que aprendemos
e que
Não superamos nem convivemos com a dor


A dor não se vai
Não some


*A dor fica*


O que muda
E que aprendemos
a mascara-la
de várias formas...

Há pessoas que confundem intensidade com profundidade e barulho com presença. O ser atento aprende cedo que o essencial não grita: sustenta. Tudo o que é verdadeiro dispensa alarde, porque sabe que o que tem raiz não precisa convencer — apenas existir.

Há pessoas que querem respostas prontas para perguntas que exigem transformação. O mundo não se explica a quem não aceita mudar de lugar interior. Por isso, certas verdades só aparecem quando a antiga versão do ser já não serve mais.

A mais importante tarefa da liderança se constitui em mobilizar pessoas para inventar um novo futuro.


Líderes transformadores constroem novas visões que servem como fios condutores para que o futuro não seja uma simples repetição do passado.


Nessa dinâmica se assentam todas as grandes transformações vivenciadas pelas sociedades.

Devemos buscar crescimento para as cidades e desenvolvimento para as pessoas.


A noção de progresso deve estar atrelada aos preceitos da partilha dos benefícios gerados e não pela concentração excludente.

Em qualquer organização, especialmente as de natureza pública, pessoas e processos são a chave para a gestão eficiente de resultados.


E fortalecer e aprimorar competências e habilidades das lideranças torna-se imperioso para a consecução desses objetivos.


Não existe prática consistente que não esteja ancorada em um forte aparato conceitual.

Ambiência propulsiva é estar no lugar certo, na hora certa e com as pessoas certas, como catalisadores para o nosso crescimento!

Ver as pessoas como irmãs
É viver bem a fraternidade
Ter amor, do começo ao fim
Tratar com amor e igualdade
Saber que um laço nos conecta
É a união que o bem detecta
Transforma tudo em felicidade.

Nove em cada dez pessoas conhecem o atalho que lhes convém: sacodem a árvore, apanham os frutos que caem e seguem adiante com a sensação de vitória imediata. Esse gesto é prático, rápido e recompensador no curto prazo. Mas o atalho não cria raízes, e o que nasce de atalhos costuma murchar quando o vento muda.
Plantar é um compromisso silencioso com o futuro. Exige terra preparada, sementes escolhidas, rega constante e a paciência de quem aceita que o tempo tem ritmo próprio. Enquanto o sacudir da árvore celebra a pressa, o plantio honra o processo: cultivar é investir em algo que ainda não existe, é aceitar a incerteza e trabalhar mesmo sem garantia de colheita imediata.
Quem vive apenas de atalhos paga um preço invisível. Frutos colhidos sem preparo são passageiros, relações superficiais, resultados frágeis. A pressa transforma oportunidades em miragens e cria uma cultura de consumo instantâneo onde o valor real do esforço se perde. A longo prazo, a falta de preparo corrói confiança, esgota recursos e impede a construção de legados.
Escolher plantar é escolher responsabilidade. É preferir o trabalho que não aparece nas manchetes, as horas que não viram curtidas, o suor que não rende aplausos imediatos. É entender que o verdadeiro poder está em semear com intenção e em esperar com disciplina. Quem planta hoje garante frutos amanhã; quem só sacode a árvore vive sempre à mercê do que já caiu.
Não se trata de demonizar a eficiência, mas de reconhecer que eficiência sem fundamento é ilusão. Cultive o hábito de plantar: prepare o solo, escolha bem as sementes, cuide com constância. O tempo fará o resto, e a colheita será sólida, digna e sua.

⁠Amo o silêncio sábio das pessoas comuns. Na maioria das vezes, eles diziam mais para nós do que qualquer acadêmico.

Algumas pessoas se prendem tão firmemente ao que já passou que acabam incapazes de enxergar o agora — e, nessa cegueira, acabam sabotando qualquer possibilidade de futuro.

O mercado promete liberdade enquanto ensina as pessoas a venderem a própria servidão sorrindo.