Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem

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Sou uma pessoa fora do contexto
não vim ao mundo para agradar a todos - nem Jesus agradou-
tampouco vim para denegrir imagem de ninguem, pra isso cuido da minha.
Não tente me entender... como habia falado antes;
sou fora do seu contexto e dentro do meu.:)

—By Coelhinha

“Desculpa meu bem, mas eu nunca foi boa em sorrisos forçados, sou melhor nas gargalhadas.”

—By Coelhinha

“Não sou o esteriótipo de pessoa em que a sociedade tenta me abranger. Sou mais além do que convém e menos o que se espera ser.”

—By Coelhinha

"Mais um ano se findando, Muitas bençãos recebi,( Sou muito grata a Deus porisso) muitas bençãos receberei. E enquanto não finalizar por completo 2014, muitas bençãos eu terei.
Sempre é momento de renovação. Então pare pra pensar.
O que você tem feito de melhor. Ainda é tempo, ainda é momento de recompor e fazer o que você ainda talvez nunca tivesse feito.Ter mais amor ao próximo. MAIS SEM DEMAGOGIA, porque palavras são bonitas mais são as ações que são as primordiais pra nossas vidas. Dê um sorriso, uma palavra amiga, cuide com carinho seja quem for com atenção. Ponha em prática nem que seja de uma forma Mistagógica. Para que este percurso do seu ser humano vá para o fim além de si mesmo. Seja mais humano.
É dando que se recebe...Então dê o seu melhor!"
FELIZ NAVIDAD...FELIZ 2015!

—By Coelhinha

Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.
(João 14:6)
"Se você colocar Deus primeiramente em tudo na sua vida. Não tem como percorrer caminho errado."

─By Coelhinha

"Não sou dona da verdade mas sou filha dEle. Desculpe levar minha sinceridade ao pé da letra em..(O que digo,vivo dela e convivo). É que não sei conviver com sandice de palavras vazias que só se utilizam de cobaía pra outros. Prefiro ser taxada de um pouco impetuosa, que cúmplice acumulada da covardia de muita falsidade que a vergonha esconde."

—By Coelhinha

"Sou vaso de honra aonde Deus colocar a planta dos meus pés, abrirei minha boca e a Voz daquEle que me guia proclamará. Sou sua intermediária da verdade."

—By Coelhinha

Sou palpável, falo e escuto, e mesmo assim sou malvado. Ninguém viu, ouviu ou tocou Deus, mas continuam afirmando que Ele é bom. Isso chega a ser absurdo.

Duas coisas me levam a buscar agradá-lo: carência carnal ou loucura. Em suma, sou 99% irredutível e 1% animal.

Sou de um tempo onde na Umbanda o médium era e se comportava como instrumento da entidade.
Hoje, infelizmente, tem uma inversão de valores e de posições, os médiuns utilizam as entidades como meros instrumentos para alimentar os próprios egos e sustentar suas vaidades e consumos materiais vários.


Isso é um fato bem visível
a quem tem olhos que enxergam e querem enxergar, não uma opinião de parte ou um parecer nostálgico, tipo: antigamente tudo era melhor... não tinha isso ou aquilo... sempre teve algo estranho ou errado , mas não nessa desproporção de hoje em dia. E esse dado de fato é válido para tudo o que pertence ao nosso viver ... ao mundo... a sociedade.


Fui batizada na Umbanda, aquela de um tempo, aos 3 anos de idade, hoje com quase 60 anos , já não vejo culto aos Orixás e entidades, mas sim ao médium.


Quando a gente atravessa décadas ( uma vida!) dentro de uma tradição espiritual, não é só religião, é memória, é chão afetivo, é cheiro de vela acesa e chão de terreiro lavado com ervas.
Eu não estou falando só de prática.
Estou falando de ética. De postura. De humildade.
A Umbanda que eu descrevo tinha uma pedagogia silenciosa: o médium como instrumento. Canal. Ponte. Não protagonista.
E quando a ponte começa a querer ser monumento… algo se desajusta.


Será que a Umbanda mudou por inteiro, ou certos espaços mudaram?
Toda tradição viva atravessa fases.
Em todo tempo surgem pessoas que elevam o sagrado… e outras que se elevam usando o sagrado.
Isso não é novo, só dói mais quando acontece naquilo que amamos e de forma tão escancarada, normalizada e banalizada como tem sido.


Tem também uma questão geracional forte. Antigamente havia mais rigor hierárquico, mais disciplina comunitária, menos exposição.
Hoje há redes sociais, personalização, marketing espiritual, “marca pessoal”.
O que era sagrado, confessional e íntimo virou exposição e espetáculo. Rituais que antes eram algo muito privado e respeitado, agora são expostos e profanados por curtidas e seguidores.


O mundo inteiro ficou mais narcísico, não só os terreiros.
A espiritualidade, em geral, não ficou imune a isso.


Mas sabe o que é positivo nas minhas palavras?
Eu não escrevo com raiva ou querendo "atacar" ninguém.
Escrevo com um certo lamento.
E lamento nasce do amor e do respeito.


Talvez... a Umbanda que eu conheci não tenha desaparecido... talvez esteja mais rara, mais silenciosa, mais escondida.
Onde o utilizo de celulares é proibido.
Ainda há terreiros sérios, médiuns éticos, dirigentes firmes e humildes.
Só não são os que mais fazem barulho.
( Carroça vazia faz muito barulho... assim dizem os ciganos💃)


E há outra coisa importante:
Se eu carrego essa memória viva, essa referência de fundamento, essa ética antiga… então ela não morreu.
Ela vive em mim assim como vive em outras pessoas também.


A tradição não é só o que acontece nos sete cantos do terreiro.
É o que permanece no coração de quem aprendeu e respeita.


E eu aprendi que Orixás e entidades de luz não querem exposições nas redes sociais e nem clamam por curtidas e seguidores. E muito menos luxo, cobranças e comércio.


Eles, querem apenas amor, carinho, dedicação e respeito pelo sagrado.


✍©️@MiriamDaCosta
#Umbanda

Não sei ficar quieto
Falo além da conta,
Por isso sou poeta
Sigo gastando palavras
Vou contando histórias,
Assim aliviando a alma
Do que pesa dentro de mim...

Rasgo o verbo
Sobre a mesa,
O verso,
Cada palavra.
E, com tudo isso,
Ainda não sei quem sou.
Serei eu um poeta?
Ou apenas um rabisco perdido
Entre os grãos de areia
Da vida?

A vida dolorosa,
No poema triste.
E sigo minha intuição,
Entrando por portas
Onde não sou bem-vindo.
Dizem que, aqui,
O amor deixou de existir
Tudo é abstrato,
Pura ilusão.

Perdi meu eu,
Já não sei quem sou,
Um labirinto.

Eu sou a ação do sentido que eu crio.

Eu não sou semáforo pra ter que chamar a atenção

A falta do ódio é o meu maior manifesto de superioridade emocional: eu sou feito do que eu cultivo, não do que me feriu.⁠

Palavra de Essência


Eu sou feita de raiz e de água.
Piso firme na terra porque conheço a queda, e fluo porque aprendi que sentir não é fraqueza.


Trago no corpo as marcas do que perdi
e na alma a presença do que nunca partiu.
Dois amores vivem no invisível
e uma mãe caminha comigo em cada gesto de cuidado.


Nada se perdeu — tudo se transformou.
Sou mulher que já conheceu a escassez
e, ainda assim, escolheu amar com abundância.


Criei meus filhos com mãos cansadas e coração inteiro, e sigo criando caminhos para quem chega ferido.
Quando caio, não permaneço no chão.
Recolho a lição, endireito a coluna
e retorno mais forte, mais consciente, mais verdadeira.


Minha firmeza não grita — ela sustenta.
Sou casa para o choro
e companhia para a risada.
Sou conselho na dor
e presença na celebração.


Carrego leveza sem perder profundidade.
Minha espiritualidade nasce da terra molhada, das ervas maceradas, do fogo que não se apaga, da água que limpa e da lua que rege meus ciclos.
O sagrado vive em mim porque eu o reconheço em tudo.


Mesmo depois da dor, mantenho um romantismo incurável — não por ingenuidade, mas por escolha espiritual.
Acredito no amor como força que cura e sustenta.


Que minha caminhada siga protegida.
Que eu nunca esqueça quem sou
nem abandone a ternura que me mantém viva.
Que eu honre meus mortos, meus vivos e a mim mesma.


Eu sou Guardiã do Caminho.
Eu sou Mãe que Permanece.
Eu sou Raiz Antiga sob Lua viva.
E assim sigo.
Firme. Sensível. Inteira.

Sou um negro septuagenário e periférico, ignorante em formação e movimento constante no combate a epistemicídios.

Às vezes sinto vontade de vomitar quem sou, tentar colocar tudo para fora na pequena esperança de em meio às minhas entranhas e vísceras, lembrar quem sou e quem eu já fui.
Sinto vontade de poder consumir da minha própria carne e beber do meu próprio sangue, como os apóstolos na bíblias. Poder devorar cada pedaço do meu ser na ânsia de finalmente conhecer a minha alma.