Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar

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É no confronto com a dificuldade que sou convocado à serenidade e o estoicismo se revela como prática.

O que fui ontem não pertence à alma; o ontem passou com o ponteiro do tempo, e hoje sou meu novo eu.

⁠Eu não sou o que aconteceu comigo, eu sou o que resolvi ser e eu todos os dias acordo com o objetivo de ser feliz, não perfeita 🍀🌼

Eu não sou formada em opiniões!
Portanto, guarde a sua.
😎

Sou viciada na minha própria vibe.
Me reconheço através dos meus propósitos.



Quero buscar o impossível, vejo Deus em tudo!
Agradeço por tudo
No meu mundo, tudo é bênção e tudo tem propósito.
E também sei abandonar o que não me serve.
Minha intuição está sempre em alerta .
Sigo ✅

Está difícil conciliar o tempo com as obrigações
Mas sou responsável pelo meu próprio tempo e tenho a obrigação de fazer o meu melhor por mim e principalmente pelos que me admiram e me veem como um exemplo a seguir.
Eu não sou a mulher de aço, mas confesso que gosto de ser a mulher maravilha aos olhinhos tão pequenos que me olham com tanto orgulho.
Esse é o meu amor que dinheiro nenhum compra e a recompensa que o futuro traz.
Adultos são os heróis das crianças, então procure ser sempre um bom exemplo para quem os segue com o coração...
É isso.
PRESENÇA 🫂
#futuro#familia# atenção

Passei por bons bocados, hoje não sei se sou eu que estou mais morna porque tudo me soa mais falso!




:⁠^⁠)🪙^⁠_⁠^

Amizades que Sabem Ficar


Eu sou feita de profundidade.
Quem me ama aprende a nadar,
quem me teme fica na margem
e me chama de silêncio.


Minhas amizades não me prendem ,
criam raízes.


Algumas vivem sob a terra,
outras sustentam o tronco dos dias,
há galhos que seguem outros sóis
sem nunca romper a origem.


Também acolho folhas.
Elas chegam leves,
embelezam a estação,
partem quando o vento pede.


E está tudo bem.


Nada que foi verdadeiro se perde.


Sou oceano em estado de gente.


Não grito minha maré,
não imploro mergulhos.
Permaneço.


Aprendi cedo
que amar não é disputar espaço,
é reconhecer profundidade.


Que vínculo não se mede pela presença constante,
mas pela lealdade silenciosa
de quem nunca tentou me apagar.


Quando sinto desalinho,
recolho a voz.


Meu silêncio lê.
Meu coração decide.
Quem é raiz volta.
Quem é fruto permanece.
Quem é superfície segue ,
sem mágoa, sem ferida.


E sigo assim:
inteira, líquida, verdadeira.
Com poucas mãos nas minhas,
mas todas capazes de sustentar
o peso bonito de quem eu sou.

Não sei se vim para ficar ou se vim para não estar. Aqui sou uma anônima e um personagem de mim mesma, não sei se de várias faces ou de poucas opiniões formadas e que, apesar da diversidade de emoções, sou uma pessoa simples com inclinação ao SUFISMO OCIDENTAL.
Seria ousadia minha dizer-me ser alguém, acredito que esta seja a minha verdadeira identidade. Sou rascunhos de mim e assim faço meu jeito de ser, rascunhando minhas características, juntando tudo mas formando apenas metade de mim.
A outra metade é quase como uma LITERATURA GÓTICA VITORIANA, sou como o Drácula - A História Nunca Contada; tão intensa ao ponto de "não pensar separadamente nesta e na próxima vida, pois uma dá para a outra a partida..." (Rumi séc. XIII).

Eu sei que sou incômoda.
Eu sei que não sou fácil.
Eu sei que ser eu cansa.


Mesmo assim, eu fico.

ENCANTAMENTO
Sou filha das águas azuis do meu rio. Criei-me nas praias do meu Tapajós ouvindo as yaras cantando em surdina seu canto de amor que embriaga, que encanta, lavando os cabelos com a espuma das ondas, seus longos cabelos, tão lisos, tão verdes, da cor da esperança que a gente acalanta. A hora do sol, deitadas nas pedras seus corpos secavam, enquanto os cabelos, tão lisos, tão longos, as águas levavam, pra lá e pra cá… À noite elas riam e brincavam de roda na areia da praia, à luz do luar, enquanto serena a lua banhava seu rosto redondo nas águas do rio e a gente medrosa do boto encantado fechava-se em casa, tremendo de frio. E foi numa noite de maio bissexto, de águas tão grandes, tocando o assoalho que eu vim a este mundo, por mãos do destino, tão frágil, tão tenra como um mururé. Depois as yaras meu berço embalaram e ensinaram à mamãe suas canções de ninar. A fada madrinha seu nome me deu e velou por meu sono quando eu era criança. Por isso ainda hoje eu escuto seu canto. Uma doce cantiga de amor e esperança.
YARA CECIM

⁠Sou apenas um dedo quando se precisa de uma mão,
Apenas o tudo de um cruel não,
Sou o que sou, apesar de não ser nada,
Sou a paz tão falada,
O enterro de uma vida condenada.
Sou a guerra tantas vezes praticada,
Sou o que aceito ser, mas não sou proveito,
Sou o amor negro, amor sem sossego,
Sou só entre mil,
Sou a maravilha que ninguém jamais viu,
Sou o negro do céu azul anil,
Sou a peste, a quem tantas vidas destruiu,
O motivo da guerra,
O início da farra,
O tigre sem garra,
A escrita que o homem apagara,
O inferno e sua dor,
Uma vida sem amor,
O espinho de uma flor,
Do perfume, o odor,
O infinito,
O menos bonito,
A calúnia tantas vezes dita,
O caminho à terra prometida,
Eu sou a essência do teu amor.

Transcrevo o que o coração escreve antes das palavras virarem grafia. Tudo o que sou é poesia!
Nildinha Freitas

Com todo entendimento que tens de mim, sou um mistério e um enigma difícil de decifrar.
Às vezes sou certo, às vezes sou perplexo, às vezes sou importante e às vezes sou lixo sem nenhuma serventia.
Gosto de viver perigosamente e por ventura vôo em meu espaço e viajo em seu mundo magnífico e fabuloso.
Procuro teu coração para que eu faça-o de morada e abrigo.

Eu já sou dado à coragem e ao sentimento que rege meu coração, fazendo-me não ter o entendimento.
Não sou um pensamento que não possa ver, temo de não ter motivos ou não lembrar-me do que não vivi.

Sou o silêncio dos inocentes, o barulho dos corruptos e a paciência dos honestos.
Sou um país que inveja o governo do outro, sou a vitoria de uma guerra sem sentido, sou o choro de uma criança amedrontada.
Sou a tempestade de um dia intenso e desespero de perder tudo.
Sou um dia quente de chuva e a intensidade da covardia de um estado sem nação.
Sou o amor, o ódio, o carinho e a frustração procurando a chave da minha liberdade.
Posso ser tudo mais só quero ser apenas um o seu sincero amigo...

Autor: Julio Aukay

Depois de algum tempo comecei a refletir do quê sou feito.
De palavras contundentes e convenientes que passam por cima de tudo, Querendo a paz.
Querendo entender a lição do amor.

eu sou assim leve como a brisa e intenso nos sentimentos que inspiram-me para exaltar e admirar sua grandesa em particular;
Suas atitudes desatinam as minhas certezas de estar certamente aguardando algo que não puderia ter;
Mas com todas as minhas forças desejo-te para então você me encontrar e me desafogar desse turbilhão que é a vida;

De perto sou romântico, mas de longe te enganaram com um desabafo de alguém carente;
Diga-me onde esse amor vai parar, pois meu coração continua seguindo a sós;
De olhos em olhos continuo tentando me firmar entre as pálpebras encharcadas de emoção;
Se entre a caça a escolha vai se construindo, entre um coração virado do avesso se tem a certeza do quê quer;

De perto sou galanteador, mas de longe se enganou de perto você acha que ganhei, mas de longe te enganaram;
Se de perto seus olhos me vêem como o melhor, mas de longe conseguiram te enganar;
E se de perto você me julga pelo que vê de longe, mais uma vez te enganaram;