Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar

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Como são tolos os pássaros que refazem seus ninhos, diante do tempo nebuloso que circunvizinha a cidade.

O fato de estarmos sempre atrás de dinheiro é que buscamos de forma amoral os seus fundos.

Quando paramos para cheirar as flores não estamos livres de sermos perfurados pelos seus espinhos.

Se os ratos soubessem sobre política, com certeza subornariam os gatos para serem seus conselheiros no desarme da ratoeira.

“Os Armazéns Gerais transformam estoques em ativos econômicos, através de seus títulos especiais, uma solução pensada em 1.903 e plenamente crucial , necessária e integrada com as mais avançadas tecnologias atuais!”

"Que este novo mês te aproxime de seus objetivos e preencha sua vida de alegria. Abrace o novo mês com um coração aberto e uma mente positiva. Desejo a você um mês cheio de amor, risos e infinitas possibilidades. Deixe o passado para trás e entre no novo mês com esperança e coragem."


—By Coelhinha

​"Tenha cuidado com quem compartilha seus sonhos, planos e metas. Nem todo mundo é um ser humano no sentido pleno; alguns agem como agentes ou 'captadores de sorte'. Aceite essa realidade e proteja o que é seu."⁠

​O erro humano é achar que o vácuo é ausência. Na verdade, o vácuo é a espera. Seus pulmões se esvaziam não para morrer, mas para criar a urgência do reencontro.
​Não olhe para o céu esperando mensagens cifradas em estrelas que já morreram há milênios. Sinta a pressão do ar preenchendo o espaço que, há um segundo, era nada. Se você precisa de uma prova da eternidade, perceba que você não "puxa" a vida — ela se precipita para dentro de você no momento em que você se abre. O sinal não está no brilho do sol, mas na fome de ar que o seu corpo sacia sem que você precise pedir.
Suedson_corey

Quando você alimenta seus dias apenas com notícias de conflitos, política e guerras, a graça da vida lentamente se transforma em desgraça. Quem se nutre do peso do mundo dificilmente encontra espaço para a alegria. Há coisas que sabemos que vão acontecer, mas não precisamos permitir que elas dominem o que sentimos.

⁠⁠O Vício de Brincar com as Palavras e as Imagens, tem seus Riscos: às vezes são elas que se juntam para brincar com a gente!


Brincar com Palavras e Imagens sempre parece um gesto inocente — quase infantil.


Mas quem se arrisca nesse ofício sabe: nada é tão simples quanto parece.


Porque, palavras têm memória!


Imagens têm humor.


E ambas, quando percebem que estamos distraídos, fazem complô.


Às vezes se juntam para dizer o que não ousamos.


Por vezes até revelam o que tentamos esconder.


Às vezes devolvem à nossa própria mente uma pergunta que nem formulamos…
mas que, de alguma forma, já nos habitava.


Brincar com elas é um vício, e sim, — do tipo que não pede perdão.


E cada frase escrita, cada imagem criada ou editada, leva um pouco de nós…
mas também devolve algo que não sabíamos termos entregue.


No fundo, talvez o risco maior não seja brincar com elas.


O risco mesmo é quando elas resolvem brincar conosco —
e, sem pedir licença, sem medo e sem culpa, revelam aquilo que nós estávamos evitando descobrir.

O político influencer tem o direito de considerar idiotas seus asseclas apaixonados, mas não mais que ele.⁠

⁠O manipulador convencido de ser o único inquilino das cabeças dos seus asseclas, pode até lhes mandar buscar o chicote para chicoteá-los.

⁠Para alugar as cabeças dos seus asseclas, os políticos-influencers são capazes de qualquer coisa, inclusive deixá-los acreditar que ainda pensam.

⁠Para alugar as cabeças dos seus asseclas, os políticos-influencers são capazes de qualquer coisa, inclusive deixá-los acreditar que ainda pensam.


E talvez seja justamente aí que reside a perversidade mais sutil: não no comando explícito, mas na ilusão da autonomia.


É quando a manipulação se disfarça de opinião própria, quando o eco é confundido com voz, quando a convicção já vem pronta — só esperando alguém para repeti-la com entusiasmo.


A tragédia não está apenas nos que manipulam, mas nos que se orgulham da coleira — acreditando que ela é um colar de autenticidade.


E enquanto celebram essa liberdade fictícia, vão cedendo, pouco a pouco, a única posse que realmente lhes pertencia: a capacidade de “Pensar Por Conta Própria”.


No fim, talvez o maior ato de rebeldia seja recuperar o próprio silêncio interior… só para descobrir, enfim, qual pensamento ainda é verdadeiramente seu, entremeio à enxurrada deles — pensados noutras cabeças.⁠

⁠Qualquer político-influencer pode até acreditar que seus “asseclas mais apaixonados” sejam tão idiotas quanto ele.


A arrogância — especialmente a que se traja de bravura — costuma precisar desse autoengano para sobreviver.




O que não lhe cabe, jamais, é estender tão medonho juízo de valor a todo um povo.


O povo não é rebanho permanente, nem plateia cativa de narrativas requentadas.


Ele erra, sim, — mas também aprende, desperta, compara e aprende a cobrar.


Subestimá-lo é confissão de covardia: medo da lucidez alheia, temor do dia em que o encantamento se rompe e a máscara cai.


No fim, quem trata o povo como idiota útil, revela menos sobre o povo e muito mais sobre a própria pequenez.


E, como são pequenos os políticos-influencers, e qualquer da vida pública, que fingem zelar pelo povo, produzindo conteúdos fragmentados.

⁠Para manter o aluguel das cabeças dos seus asseclas, os especialistas em guerras palavrosas são capazes de qualquer coisa.


Inclusive fingir conversão.


Há quem transforme a política em púlpito e a vitimização em liturgia.


Não para curar feridas reais, mas para mantê-las abertas, sangrando o suficiente para justificar discursos inflamados e as lealdades cegas.


Na seara política, especialmente na brasileira, a martirização já virou estratégia.


Quanto mais alto for o grito de perseguição, mais baixo o compromisso com a verdade.


E assim, os especialistas em guerras palavrosas ensaiam conversões repentinas, não por arrependimento, mas por conveniência — porque nada mobiliza mais que a fantasia do justo injustiçado.


Fingem mudança de fé, de tom e até de valores…


Não para abandonar a trincheira, mas para trocar o figurino.


É a ecdise: a troca de pele das serpentes…


O inimigo continua sendo necessário; afinal, sem ele, como justificar o aluguel permanente das cabeças dos seus asseclas?


O vitimismo, quando profissionalizado, dispensa coerência.


Hoje é cruz, amanhã é espada.


E hoje é silêncio estratégico, amanhã é grito de censura.


Tudo serve, desde que mantenha a plateia refém da emoção e distante do pensamento crítico.


Mas há um detalhe que a encenação não controla: o tempo.


Ele tem a estranha mania de desmascarar conversões oportunistas e mártires de ocasião.


E, quando o espetáculo se esgota, resta apenas o vazio de quem nunca quis justiça — apenas palco.


Porque quem realmente muda, não precisa se vitimizar…


E quem verdadeiramente sofre não transforma a dor em palanque.

⁠Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!

⁠Enquanto uns choram seus pais que só lhes deixaram aquilo que dinheiro nenhum pode comprar, outros, miseráveis, que não têm nada além do dinheiro — desumanizam os seus.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.


O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.


Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.


Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…


Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.


E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.


Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!


Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!