Sou o Brilho dos seus Olhos ao me Olhar

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Olha moço, sei que as coisas têm andado meio estranhas, e que vez ou outra a saudade aparece na sua porta como uma velha amiga a pedir abrigo, sei que abre, que conversam e que você mostra nossas fotos, aquelas em que estamos abraçados, sorrindo e exibindo uma felicidade plena.
É, moço, o tempo –aquele escritor de partidas e chegadas - transcorreu rapidamente, e hoje estamos aqui sob uma distância de mares a ocupar a mesma cidade. Estranho vê-lo mas não encontrá-lo. Não, não me leve nem me julgue mal, mas é que o moço do sorriso largo não é o mesmo que hoje sorrir para fotos tão mecanicamente. Não consigo encontrá-lo. Sei que está perto, que anda e que talvez continue a fazer as mesmas coisas de autrora, mas algo mudou em seus olhos, pois o negro brilho que me encantava fora trocado por umborrãosem cor.
Mas não, peço que não se preocupe, pois não vouperturbá-lo com meu cuidado demasiado exagerado.Não, moço, pode continuar a andar pelas ruas com seu sorriso grande e falsamente feliz, eu sei, ou melhor, nós sabemos o quão falso ele é. Continue, dance, divirta-se, e se apaixone, o mundo está aos seus pés e você é dono de sua alma, use-a como quiser. Mas eu sei que nos últimos minutos de seu dia, aquele em que você deita a cabeça no travesseiro e respira aliviado, sua mente projeta meu rosto e você ouve minha risada alta, exagerada. Você pensa no que poderíamos ter sido, nos planos e nos momentos em que vivemos juntos, e afirma, ainda a contragosto que nenhum outro amor será tão forte, intenso e sim, exagerado –pra combinar com meu jeito de ser- do que o amor que sentimos um pelo outro.
E então você dorme.

Inserida por luana1234567890

Mas ela não tinha nada. Digo nada de especial que a fizesse ser diferente das demais moças que, solitária navegam passivas na suave brisa das madrugadas. Não! Olho-a e não consigo compreender essa singular criatura vestida de negro, pele alva e cabelos bagunçados. Todavia, estou a imemoriáveis minutos imersos na moça que como disse nada tem de especial.
Ela não me viu. Chegou como quem nada quer neste bar de boêmios e solitários homens de coração partido. Sentou. Pediu um Martini e desde então permanece na mais reclusa solidão. A moça que nada tem não quer nada além de sentir o doce gosto álcool.
Mas eu, por algum motivo ainda desconhecido permaneço a fitá-la. A moça solitária não ver ninguém, entretanto, todos a observam. Bonita? Não! Mas a algo nela que desperta abismo. Ela é um pulo no escuro de uma madrugada feita para bêbados e corações frustrados. A moça –aquela que nada quer- mexe comigo porque o seu silêncio me ofende. Deveria gritar, esbravejar, e sim, chorar porque seus olhos transmitem dor e solidão, mas não, permanece no mais íntimo silêncio porque aceitou a sentença que a vida lhe deu. Aceitou que o mundo vai agredi-la, por pura incompreensão. Por isso bebe.
Bebe, moça! Afoga tuas mágoas nesse Martini com gosto de lágrimas, decepções e amores rasos. Embriaga-te. Perde tua lucidez. Vira o que quiser, pois ao beber o mundo é seu. Tu poder tudo, moça! Tu tens a loucura dos bêbados. Tu és noite, álcool e silêncio.
Mas ela nada quer. Nada pede. Ela não fala, não chora, não ama. A moça levantou-se embriagando os bêbados com seu cheiro adocicado de flores e Martini. E foi-se. Fugiu para o mundo que amanhecia e que nada tinha a lhe oferecer.

Inserida por luana1234567890

Estou me afogando em águas negras e profundas! Meu corpo está cansado. Sinto frio. E tudo a minha volta é escuridão. Mas enquanto isso vejo a vida seguir para muitos, eles caminham, traçam seus objetivos, amam, sofrem e morrem, porque no final tudo é igual para todos. A morte é iminente. Porém, estou me afogando e sei que chegará o momento que não retornarei do fundo deste rio negro e espesso. Vou me tornar parte dele. Água, talvez. Pedra, quem sabe. Deixarei de ser humana e me tornarei negra como a noite que envolve minhas palavras, e ainda sim o mundo vai continuar sua caminhada. Todos a procura do bem ideal, mau sabendo que no final disso tudo só existe a morte. Vamos todos para o fundo do rio. Todos para a mesma escuridão."

Inserida por luana1234567890

⁠Opinião pessoal baseada em análise a ocorrências na vida.
De nada adianta o pensamento positivo se as causalidades externas conspiram contra.
Se culpar por causalidades externas seria irracional.
Mas se a indução é uma forma indireta de magia, então a lei do retorno do número 3 se aplica, fazendo retornar toda intenção direcionada de quem direcionou, como num espelho, e em lua cheia 6 vezes mais.
É uma forma de induzir as pessoas a sempre desejarem o bem para que o bem possa retornar e o pensamento positivo ser predominante.
Reclamar em forma de protesto não é levar negatividade em frente, mas sim identificar incômodos em forma de problemas e apresentar soluções. Dessa forma, lições podem ser entendidas de forma teórica para que a prática possa ser positiva sem gerar gatilhos negativos que traumatizam.
Se o problema é gerado por causalidades externas, então quem apresenta o problema deve ser conscientizado e quem induziu deve ter as intenções avaliadas.
Sabotagem é desnecessário, mas evolução de uma consciência maior é bem vinda.

Inserida por Nebulosabia

Para viver o presente e planejar o futuro terá que evoluir e compreender as dores do seu passado.

Inserida por mariailmafernandes

⁠"Somos treinados para fazer a diferença, em meio as multidões.

Inserida por mariailmafernandes

Naquela noite sem luz o brilho dos seus olhos que me conduz, naqueles sorriso eu me perco, e nos teus braços eu me encontro

Inserida por gleisonandrade

Nenhuma estrela tem o brilho que seus olhos teem

Inserida por gabrielmendes

“Tens o brilho da lua no olhar, não por ser de prata seus olhos e sim por serem mágicos.”

Charles Valente

Inserida por CharlesValente

Pela cor e o brilho dos seus olhos, dá pra ver que não consegue enxergar nada, a não ser minha imagem, refletida nos seus pensamentos mais sacanas.
Pelo seu andar, dá pra enxergar que tá difícil caminhar sem minhas mãos pra te guiar. Sem meu carinho pra te relaxar, sem meu calor pra lhe tirar do frio, que entra pela porta que você deixou aberta ao sair.
Mas, calma! Eu tô voltando. Pra te fazer aguentar meu mau-humor de manhã, minhas piadas, que de tão sem graça, nos faz chorar de rir. Te fazer aguentar minhas bebedeiras, que de tão sadias, me tiram da depressão. Ou, minhas frases de efeito, sempre com um gole de humor. Ou, o meu egocentrismo sádico, que eu sei que você odeia, mas faço questão de te fazer odiar cada vez mais.
Eu tô voltando! Mas, não se iluda. Eu sou meio assim, de lua, às vezes durmo em casa, às vezes na rua. E depois, quando o sol da manhã entrar pela sua janela, com certeza eu já fui embora. É meu jeito, não tem jeito, não dá pra mudar, e você sabe disso. Mas até parece que gosta, apesar de não te fazer bem.
Na verdade, eu não sei bem porque nunca escrevi nada pra você. Tive mil e um motivos pra te escrever uma canção, uma poesia ou algum texto que te fizesse emocionar-se. Ou não. Já escrevi textos e poesias pra pessoas que mereceram muito menos, mas pra você, incrível, ainda não havia conseguido. Mas, agora, pode se orgulhar de ter um. E, um dia, eu sei e você também sabe, que é só isso o que você vai ter. Mas, já vai ser o suficiente, e até um pouco mais que isso. Quando se cansar. E for embora antes de mim."

Inserida por natanfenomeno

Não posso ser algo que não sou. Não sou um cidadão. Não querem que eu seja. Eu nem quero ser.

Inserida por pensador

Não é benéfico ajudar um amigo colocando moedas em seus bolsos quando existem buracos neles.

Escrever é transformar os seus piores momentos em dinheiro

Os homens sentem mais a necessidade de curar as suas doenças do que os seus erros.

O homem que atenta contra os seus dias revela menos o vigor da alma do que a fraqueza da natureza.

A ignorância tem os seus bens privativos, como a sabedoria os seus males peculiares.

Muitos escritores esgotam-se antes dos seus livros.

Uma Constituição que faça entrar nos seus elementos a humilhação do soberano ou do povo, deve, precisamente, ser derrubada por um deles.

Um artista não pode esperar qualquer ajuda dos seus pares.

A harmonia da sociedade, como da natureza, consiste e depende da variedade e antagonismo dos seus elementos e carácteres.