Sou Igual a minha Irma
Sou o que se chama de impulsivo. Uma idéia ou um sentimento. Ajo quase que imediatamente. Às vezes acontece que agi sob uma intuição, às vezes erro, prova que não é intuição, mas simples infantilidade. Preciso saber se devo prosseguir nos meus impulsos. Ou se posso controlar. Se continuo acertar ou errar, aceitando os resultados, ou devo lutar e me tornar uma pessoa mais adulta! E também tenho medo de me tornar adulto: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.
Alexandre Sefardi
Olha eu aqui.
A mesma cara, e ainda tem quem não acredita... Meu nome é Alexandre!
Sou curioso por natureza, sempre em busca de aprender e conectar ideias. Minhas histórias são moldadas por escolhas, encontros e os livros que li. Acredito no poder dos pequenos gestos. Tenho medos, mas também resiliência; sonhos, mas também pés no chão. Sou uma mistura de passado vivido e futuro imaginado, em constante transformação. No fundo, sou apenas alguém tentando encontrar sentido no caminho, deixar uma marca gentil e ouvir, de verdade, a história do outro.
Somos aquilo que gostamos.
Somos nossa comida favorita, os filmes que amamos, os amigos que escolhemos,
as roupas que vestimos, a época do ano que preferimos, o esporte que nos anima, as cidades que nos fascinam...
Eu não só sou...
Somos!
Eu sou impulsivo. Quando uma ideia ou um sentimento surge, eu quase sempre ajo na hora. Às vezes isso é um bom palpite, e acerto. Outras vezes me engano, e vejo que não foi intuição, mas sim uma atitude infantil.
A dúvida que me persegue é: devo seguir meus impulsos ou tentar controlá-los? Devo aceitar meus acertos e erros, como parte de um jogo, ou tentar amadurecer?
Confesso que tenho medo dessa maturidade. Tenho medo de perder a alegria simples e pura de quem age por impulso, ...
Penso sobre isso. Mas sei que alguns minutos... mais um impulso. Talvez eu não seja maduro ainda. Ou talvez nunca seja.
Sou eu quem te ama
Uma gota atrás da outra, foi ouvida em meio a escuridão,
Os teus passos foram se afastando, o calor dos teus dedos antes colados nos meus foram se esfriando,
A nossa história é um romance real, vou até o fim na busca de escrever um final feliz,
As duas alianças estão penduradas no meu pescoço, prometo te devolver, eu juro!
Como vou deixar você, se sou eu quem te ama?
Sou tudo...
Já fui muito, já fui pouco,
Já fui tudo, já fui nada,
As mudanças são repentinas, as pessoas passam,
No fim, sou tudo sem nada.
Eu sou a Força que, após resgatar a fé e a memória em pequenos reencontros, agora se concentra em proteger a única joia que me resta: a minha paz
Com a autoridade de quem conhece o próprio processo, não revido as injustiças, pois sou como a uva e o leite: o que para alguns pareceu humilhação, para minha mente empreendedora foi a etapa de cura e transformação. Onde me negaram equidade, eu cultivei a perspicácia de saber que, enquanto eles permanecem os mesmos, eu me transformo em vinho, em borboleta e em valor que o tempo só faz aumentar
Navego pelo século 21 com o compasso da Geração Silenciosa: sou o violino que só canta para quem entende de zelo, e o piano que transforma a paciência em paz. Sou o silêncio que escreve poemas enquanto o mundo faz barulho
Quem me lidera sou eu, o sentimento; só faço o que sinto vontade, só vivo o que sinto vontade, e minha razão não pode me atrapalhar nisso.
Eu sou livre para imaginar, sentir, falar, amar, viver, fazer e ser o que eu quiser. A verdadeira liberdade está nas minhas escolhas, e o único limite é o que eu me imponho. A vida é moldada pelas decisões que tomo, e eu sou capaz de criar a realidade que desejo, sem restrições externas.
Quando me sinto triste, estou apenas me iludindo com meu egoísmo em achar que sou o único que inventa tristezas na minha mente no planeta.
Sem analogia de almas
Sou puro sentimento, sou mulher,
É na constância sentimental que alimento a minha alma,
Os céticos que a lê, dizem que em mim não existe.
Digo com solidez que a vida não é arbitrária,
Tenho como princípio o antagonismo,
Para alimentar o meu sentimento, ajo com a razão.
Sou uma imperfeição de pessoa
Tenho como causa primária às exceções
Profano as regras capazes de eliminar a minha abstração.
Quem comigo conjumina, leva-me a uma triste impressão,
De tirar-me o privilégio do desvio, do habitual.
Quem clarividência minha alma, elimina a minha consciência sutil.
Não aceito esse dogmatismo que dissimula a minha regalia
Sou uma semideusa, assim, onipotente,
Tenho uma alma conceitual sem similitude.
Nirvana
Sou meio abestada às artes manuais
Engenho melhor as máquinas
Introspectiva fico diante delas, fico imbecil
e o silêncio enche o meu mundo, meio estúpido
Vivo sossegada, descompromissada
Diante de mim, uma parede acinzentada
um varal com peças de roupas penduradas
alguns sons que veem de fora, inidentificáveis
Desenredo o meu silêncio em palavras
turvas, mudas, inexatas
Desprezo os clichês e as suas cópias desordenadas
que quebram o fascínio poético
daqueles que bem escrevem os seus nadas
Assim, passo as minhas horas, encantada
entre turbilhões de ideias
vou afugentando as ditas realidades
dessa sociedade cheia de crendices
Desculpai. Mas não nasci para os afazeres banais
para costurar as roupas rotas
e almoçar ao meio dia e meia
a minha didática de vida é outra
Sei, desiludo, não sou de bom trato
boa companhia
Vou, conforme vai o vento
lamento por causar desapontamento
sou obtusa diante do compreensível.
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