Sou Besta com a Falsidade de uns
O tempo que você usa para procurar um responsável pela sua queda é o mesmo que você poderia usar para levantar e continuar competindo na maratona da vida.
Tem acontecimento tão marcante em nossas vidas que nem a borracha do tempo nas mãos da memória é capaz de apagar.
Somos uma pedra bruta e o tempo é o escultor que tenta nos polir usando as intempéries como ferramentas.
A pessoa melindrosa está sempre se sentindo vítima, acredita que não ofende ninguém, interpreta tudo do seu jeito para se sentir ofendida.
Com passos lentos e vacilantes, inércia e ação, errando e aprendendo, praticando e sofrendo violência, nascendo e renascendo, sigo a minha caminhada de espírito eterno em busca da perfeição.
A multidão é um perigoso monstro de muitas cabeças e bocas enormes que ataca sob o comando daquela que gritar mais alto.
É comum afirmarmos que ninguém é insubstituível, quando na verdade ninguém é substituível. Como dizia Carlos Drummond de Andrade: " Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar."
Tudo é intervalo! o intervalo do café da manhã, o intervalo do almoço, o intervalo do jantar, intervalo do dia, intervalo da noite, intervalo em que escrevo esta frase. Resumindo: A nossa vida é um INTERVALO entre o nascimento e a morte.
Não permita que a maldade externa perturbe sua paz interior. Lembre-se que para saborear uma fruta terá que remover a casca.
Enquanto os valores não serem cultivados e
a humanidade não voutarem seus olhos pra
Deus não haverá paz.
"A verdade está a sua volta, basta olhar para ela. A noite é escura e cheio de terrores, o dia, luminoso, belo e cheio de esperança."
Para Perdoar
Sempre, em todas as vezes desprezado
Esqueci o quanto era bom se sentir sozinho
Insistindo em ter amizades do lado
Como se tomasse água e sentisse vinho
O que é real quando me sinto frustrado
Quando sinto que apenas estou sendo controlado
Controlando as emoções de um tolo novamente
Sempre com tolas pretensões
Onde nada é importante, quando a voz sempre mente
Me controlando, um tolo novamente
As tardes vazias que juntos estávamos
Inebriados por um perfume adocicado
Quando nós passávamos o tempo e nos olhávamos
Achei que aquilo era amor (Como estava enganado)
Controlado como um tolo novamente
Com minhas fúteis pretensões
Chorava minhas lágrimas, nada mais é importante
Um tolo com controladas ações
Eu perdoo o que de você não tive
Como eu perdoo o que não senti
Nada mais é importante para mim
Eu senti minha perda
Eu vi seu sorriso vazio em minha direção
E por um momento percebi que era tristeza
Aquilo que você queria não era meu coração
Eu sempre achei que amava até perceber
Então eu fingi, sorri de volta pra você
Controlando o tolo novamente
Com minhas fúteis invenções
Achando que vê-la sorri era mais importante
Mesmo sendo controlado nas ações
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