Sou Besta com a Falsidade de uns
A noite está tepida. O céu já está salpicado de estrelas. Eu que sou exotica gostaria de recortar um pedaço do céu para fazer um vestido.
Eu finalmente descobri que eu sou solitário por natureza, mas ao mesmo tempo eu sei que muitas pessoas, muitas pessoas pensam que possuem um pedaço de mim. Elas mudam e se movem sob a minha pele, como um desfile de memórias que simplesmente não vão embora. Não importa onde eu estou, ou como estou sozinho, eu sempre tenho uma cabeça cheia de gente.
“ Lamento se pra você, eu não sou tudo o que precisa,
Se meu sorriso não é a fonte de sua felicidade,
Se meus abraços, não são morada de teu aconchego.
Lamento ainda se você não pode ter meus beijos,
Ou se meu carinho não te pertence mais,
Sobra saudade onde um dia foi paixão
Faltou felicidade, pegamos carona na ilusão.
Resta saber se depois de tanto que perdemos,
Ainda há algo a acrescentar.
Se o pouco que ficou é muito, para um recomeço.
Ou se verdadeiramente, essa saudade foi o tudo que restou...”
Oscar.
Não sou a verdade
Nem a vaidade
Talvez a sinceridade
Ou quem sabe lealdade
Sou o sentimento
Naquele tormento
Com vontade de chorar
Há beira mar
Não sou metamorfose
Nem sofrimento
Sou um homem
Com grandes sonhos
Sou a vida
Sou a fila que anda
Que não passa
Mais fica sempre no mesmo lugar
Quem seja o mar
Ou talvez o ar
Viver é amar
Sempre havera lugar.
Eu não sou, mas acho válido se tornar vegetariano pelo bem dos animais. Há, porém, o outro lado da moeda: os seres humanos! Sim, os seres humanos, pois muitas vezes as mãos que colhem as frutas, verduras, legumes, grãos, enfim, pertencem a trabalhadores escravizados, dentre eles, crianças. Há, também, trabalho escravo nas roupas que vestimos, objetos que decoramos nossas casas, acessórios que usamos. Trabalho escravo nos canaviais, ou seja, no combustível que usamos em nossos carros e nos transportes públicos. Portanto, há sacrifício de ambos os lados, é cruel, é injusto, é asqueroso, mas é a realidade, sem hipocrisia. (PLDD)
É curioso: sou um isolado que conhece meio mundo, um desclassificado que não tem uma dívida, uma nódoa - que todos consideram, e que entretanto em parte alguma é adimitido (...) Nos próprios meios onde me tenho embrenhado, não sei por que senti-me sempre um estranho...
Eu sou como o velho barco que guarda no seu bojo
o eterno ruído do mar batendo
No entanto, como está longe o mar
como é dura a terra sob mim...
Felizes são os pássaros que chegam mais cedo
que eu à suprema fraqueza
E que, voando, caem, pequenos e abençoados,
nos parques onde a primavera é eterna.
Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram.
Eu não sou preto e branco, meu bem!
Eu sou o colorido da vida.
Dias cinzentos não combinam comigo;
O arco-íris é que me faz bem.
Eu não nasci pra choramingar,
estou aqui é pra sorrir a quem.
Tô aqui pra amar, pra beijar e abraçar sem me cansar.
Em dias nublados, saio empurrando as nuvens entristecidas;
E nos dias ensolarados, ah! Meu coração saltita de euforia!
Tropeço no meio da rua, não porque a pedra não vi no caminho,
mas porque estava deslumbrada a olhar para o céu sorrindo.
Percalços? Quem não os têm? E têm!
Seja como for, não adianta me esconder atrás do cobertor.
Me enclausurar no quarto escuro e ruir em pensamentos frios.
Eu quero é o calor da vida, sair pela rua e sentir no rosto o carinho da brisa.
Deixo na porta uma brecha, penteio o cabelo, coloco o chinelo e vou procurar solução.
Ah! E deixo a janela bem aberta, que é pra deixar o vento passear pelos quatro cantos da casa,
varrendo essa destreza incerta.
Escancaro os portões do meu coração e deixo entrar os risos, os rios, os amigos!
Eu sou colorida meu bem!
Não pense que o céu está sempre azulado, ou que toda noite tem céu estrelado.
Mas quando não tem, eu invento também.
Fecho os olhos e invento meu céu do bem.
Sou minha própria estrela cadente.
Sou meu céu resplandecente.
Eu não me abato com os "nãos" da vida.
Eles reforçam a necessidade de buscar os "sins" que o diga!
Porque eu mereço, porque me refaço no embaraço, sem perder a gentiliza tecida.
Sei que fazer o inconexo aclara as loucuras. Sou formado em desencontros. A sensatez me absurda. Os delírios verbais me terapeutam.
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