Sou Besta com a Falsidade de uns

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"Só percebo a importância da rotina quando saio dela. Sou como o cão que come a mesma comida, convive com as mesmas pessoas e encontra felicidade na repetição. Para eles, a familiaridade não é tédio, é estabilidade. Nem sempre se trata de buscar novidades, mas de viver sem o peso da expectativa. Menos comparação, menos pressão e muito mais presença."

Minha paz não tem preço. Hoje, sou seletiva com meu convívio e protejo meu espaço de negatividade. Meu descanso é sagrado. Quero por perto apenas quem vem para somar, não para pesar. Respeite meu momento e não me traga problemas.

Sou viciada em chegar em casa, porque é o único lugar onde eu não preciso fingir que minha bateria social está em 100%.

Não sei se vim para ficar ou se vim para não estar. Aqui sou uma anônima e um personagem de mim mesma, não sei se de várias faces ou de poucas opiniões formadas e que, apesar da diversidade de emoções, sou uma pessoa simples com inclinação ao SUFISMO OCIDENTAL.
Seria ousadia minha dizer-me ser alguém, acredito que esta seja a minha verdadeira identidade. Sou rascunhos de mim e assim faço meu jeito de ser, rascunhando minhas características, juntando tudo mas formando apenas metade de mim.
A outra metade é quase como uma LITERATURA GÓTICA VITORIANA, sou como o Drácula - A História Nunca Contada; tão intensa ao ponto de "não pensar separadamente nesta e na próxima vida, pois uma dá para a outra a partida..." (Rumi séc. XIII).

Eu sei que sou incômoda.
Eu sei que não sou fácil.
Eu sei que ser eu cansa.


Mesmo assim, eu fico.

"A única coisa que tenho de valor para oferecer a você sou eu."

⁠"Sem Jesus Cristo, sou só uma máquina."

ENCANTAMENTO
Sou filha das águas azuis do meu rio. Criei-me nas praias do meu Tapajós ouvindo as yaras cantando em surdina seu canto de amor que embriaga, que encanta, lavando os cabelos com a espuma das ondas, seus longos cabelos, tão lisos, tão verdes, da cor da esperança que a gente acalanta. A hora do sol, deitadas nas pedras seus corpos secavam, enquanto os cabelos, tão lisos, tão longos, as águas levavam, pra lá e pra cá… À noite elas riam e brincavam de roda na areia da praia, à luz do luar, enquanto serena a lua banhava seu rosto redondo nas águas do rio e a gente medrosa do boto encantado fechava-se em casa, tremendo de frio. E foi numa noite de maio bissexto, de águas tão grandes, tocando o assoalho que eu vim a este mundo, por mãos do destino, tão frágil, tão tenra como um mururé. Depois as yaras meu berço embalaram e ensinaram à mamãe suas canções de ninar. A fada madrinha seu nome me deu e velou por meu sono quando eu era criança. Por isso ainda hoje eu escuto seu canto. Uma doce cantiga de amor e esperança.
YARA CECIM

Ante sua majestosa inteligência, um ser falido sou, minha inquietude e angústia são a soma da sua "onipresença", que na dualidade, acalma minha Alma.

Eu sou esse sentimento de amor aqui dentro.

Eu sou tudo o que eu quiser ser sendo eu mesmo.

Eu sou bilhões de pessoas no mundo ao mesmo tempo sendo eu mesmo.

O corpo é apenas um empréstimo da natureza; a alma sou eu.

Jamais confunda amar com prender; Jamais confunda amar com indiferença camuflada de "sou livre".

Eu sou livre para imaginar, sentir, falar, amar, viver, fazer e ser o que eu quiser. A verdadeira liberdade está nas minhas escolhas, e o único limite é o que eu me imponho. A vida é moldada pelas decisões que tomo, e eu sou capaz de criar a realidade que desejo, sem restrições externas.

Sou metade bobeira, metade seriedade.

Meu corpo é um empréstimo temporário da natureza; a alma sou eu.

Quem me lidera sou eu, o sentimento; só faço o que sinto vontade, só vivo o que sinto vontade, e minha razão não pode me atrapalhar nisso.

⁠Sou apenas um dedo quando se precisa de uma mão,
Apenas o tudo de um cruel não,
Sou o que sou, apesar de não ser nada,
Sou a paz tão falada,
O enterro de uma vida condenada.
Sou a guerra tantas vezes praticada,
Sou o que aceito ser, mas não sou proveito,
Sou o amor negro, amor sem sossego,
Sou só entre mil,
Sou a maravilha que ninguém jamais viu,
Sou o negro do céu azul anil,
Sou a peste, a quem tantas vidas destruiu,
O motivo da guerra,
O início da farra,
O tigre sem garra,
A escrita que o homem apagara,
O inferno e sua dor,
Uma vida sem amor,
O espinho de uma flor,
Do perfume, o odor,
O infinito,
O menos bonito,
A calúnia tantas vezes dita,
O caminho à terra prometida,
Eu sou a essência do teu amor.

Sou antigo. Minha mente não foi educada pelo fluxo raso dos vídeos transitórios, mas pela disciplina contínua da leitura, onde o pensamento é construído, não consumido.