Sou Apaixonada pelo meu Namorado

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Foi uma despedida sem volta,
Do meu eu de hoje,
Com meu eu de ontem.

Meu silêncio tem maturidade,
Para não reagir e nem responder qualquer barulho.

Meu bem,
Contos de fadas não salvam princesas.

⁠Tático Móvel
PapaMike

Oh, Senhor, meu Deus
Que em nosso peito não nos falte a coragem
Que em nossos braços não nos falte a força
Que nossas mãos sejam hábeis na batalha
Que a guerra não afaste a bondade dos nossos corações
Que a justiça e a honra sejam conselheiras do nosso juízo
E que cada cidadão mineiro saiba
Que a águia está altiva e vigilante
Zelando pelo sono daqueles que praticam o bem

Somos tático móvel
Somos tático móvel

Do tático sou fanático, frio como ártico
Certeza de matemático que o mal não avança
O crime fica estático, frente os dogmáticos
Doutrinadas no fogo, somos a ponta da lança

Tenta, mas não alcança nosso peso na balança
É feito de carcaça que não cansa os pulmões
Se faltar gás nas ações respiramos perseverança
Fisicamente mutações, o homem evolução

Darwinismo, criacionismo, erraram na previsão
Pois a ascensão humana são militares do TM
Homens indiferentes a dor, ao medo e a compaixão
Se tromba na escuridão, quem deve até treme


Aqueles que causam dor a fala é com pontapés
Cão pastor sou caçador, clamor desses fieis
Que pedem pelo amor de Deus um protetor sagaz
E Deus mandou direto do céu o tático de Minas Gerais

Zelando pelo sono de quem pratica o bem
De S10 acelerado na curva a mais de cem
Com armamento pesadão, semblante de ignorante
Postura de táticão, sempre altivo e vigilante

No convés da S10 abro mar feito moisés
Bato bota uso os pés com a tropa incursionada
Os (mérreis) dos cartéis são papeis de infiéis
Acham ser ramsés, mas minha fé é inabalada

Tropa centrada com caráter tradição BRP
Se for na mão é karatê, jiu-jítsu contra a praga
O crime é uma doença quem soluciona tem o brevê
Tupi maré, pra tripanosoma-cruzi, sou Carlos Chaga

De uzi estão os cabras da peste, lampiões
Eis que surgi na mata o que mata guerrilheiros
Mais venenosos que escorpiões são os monstrões
Em formações de motorista, comandante e patrulheiro

Três guerreiros o necessário pra barrar o avanço
Do inimigo, correm perigo ao trombar com a viatura
De seres destemidos, desenvolvidos sem descanso
Com ouvidos aguçados e olhos cheios de bravura

Contra o tráfico eu sou mais neurótico
Rústico, sistemático, contra o mundo caótico
Combato os narcóticos, sou fanático
Contra os sintéticos, eu sou tipo ácido

Cibernético, biônico, sou águia de aço
Genética de um taticano se define pelo braço
Traço plano, causo danos para boca, sou Listerine
Não passo pano pra quem está jogando em outro time

Zelando pelo sono de quem pratica o bem
De S10 acelerado na curva a mais de cem
Com armamento pesadão, semblante de ignorante
Postura de taticão, sempre altivo e vigilante.

Eu trato o meu corpo duramente e o obrigo a ser completamente controlado para que, depois de ter chamado outros para entrarem na luta, eu mesmo não venha a ser eliminado dela.

Bíblia Sagrada
1 Coríntios 9:27 NTLH (Nova Tradução na Linguagem de Hoje).

A vida é feita de acasos e porquês:
O meu acaso foi encontrar você e o por que? Foi destino... tínhamos de ser!

Sinceramente... Não dou a minima para o que possam vir a pensar sobre mim, ao meu respeito. não me moldo para me encaixar dentro do conceito de alguém.

Meu senso de "humor" tem uma relação apimentada de amor com o "sarcasmo" e um triangulo amoroso com a "ironia"!

⁠Gosto da autenticidade, tenho paixão por tudo que é autentico e único, é o que desperta o meu desejo. Não suporto pessoas control-C e control-V.

Escorregas para o meu colo, sentando-te como quem reclama um trono.
— “Fale algo bonito para mim...” — sussurras.
— “Tu és o poema que me arranca a lucidez,” — digo, arfando.Sorris, remexendo devagar.
— “Então, declama-me...” — diz mordendo o lábio.
Uma métrica perfeita, libidinosamente obedecida, sílaba por sílaba, tercetos e quartetos das tuas rimas.

Não ligo para o que dizem sobre mim. Pelo o que Pré julgam seus Conceitos. Meu tempo, minha vida e em meu coração, só ficam quem tem Algo de Especial!

Você e minha doce melodia, minha sintonia, o meu tom. Assim toco em ti os acordes do mais lindo som.

Não obtenho prazer em te judiar, meu prazer vem do prazer que sentes em ser judiada.

Meu amargo mel



Lembro dos dias em que a gente se cruzava
Meu coração batia forte, a voz travava
Eu ensaiava mil maneiras de dizer
Mas o silêncio sempre vinha me vencer
Tanta coisa presa aqui dentro do peito
Um sentimento puro, sem nenhum defeito


Foi por medo que eu perdi você
Foi por timidez que deixei de dizer o que sinto
A sorte é que existe o papel
Pra confessar esse amor, meu amargo mel


Agora as noites são mais longas, pode crer
Penso no que a gente podia ter sido, ter
Cada palavra que não disse é um espinho
Que me machuca por seguir assim, sozinho
E nessas folhas eu me encontro e me liberto
Mesmo sabendo que você não está por perto


Foi por medo que eu perdi você
Foi por timidez que deixei de dizer o que sinto
A sorte é que existe o papel
Pra confessar esse amor, meu amargo mel

Quão grande é o peso no meu coração,
Pesado é o fardo da aflição.
Flecha ardente de perdição,
Supra-sumo que caiu no chão.

Oh, tardio é o alegrar,
Longínqua é a dor a queimar.
A marca exposta nos versos de poesia,
O peito tendo arritmia.

O esplendor do vazio,
O rasgar da alma no frio.
Tal cena é horrenda,
Perfurante ao entrar na fenda,
Cavidade do eu, apelido momento,
No bravio mar de rosto,
Da felicidade é o oposto.

Desesperante flor da vida,
Ânsia que fora pela partida,
Prostrado diante das lamúrias,
Tal qual, é alto o rasgar de um trovão,
O estrondo da lágrima é ao tocar o chão.

Mundo


Vamos tentar viver no meu mundo...
Se não der certo, viveremos no seu.
E, se ainda assim não conseguirmos,
construiremos o nosso próprio mundo.

O meu Cerrado!


Não tinha concreto,
não tinha aço,
era só caminho,
era só espaço.


Corria livre
pelo cerrado,
buscando o céu,
o sonho alado.


Não tinha o aço,
não tinha a grade,
só céu infinito,
só liberdade.


Tudo era lindo,
era encantado,
o mundo inteiro
me foi dado.


Corria feliz,
sem ter direção,
seguia a trilha
do coração.


Não tinha preço,
não precisava,
porque a vida
era de graça.

Pacto eterno de Amor


Te vejo...
E o meu coração
Acelera no peito.


Me perco em teus olhos
E, mais uma vez,
Insisto em te conquistar.


Esqueço quem sou
E o que significamos
Um para o outro.


Por centelhas de segundos,
Esqueço
Que você nasceu para me amar.


Nesse instante,
Somos apenas eu e você,
Aqui, agora.


Não me lembro
Das outras vidas,
Através do tempo.


Das noites quentes de amor,
Dos nossos casamentos,
Das vezes que me deixou.


Não me lembro
Do pacto que fizemos
De nos encontrarmos em todas as vidas.


Sou só eu e você,
Aqui, não em outros tempos.
Não por maldade —
Apenas não me lembro.


Que existe algo mágico,
Que nosso vínculo é infinito,
Que o nosso amor
É eterno e espiritual.


Esqueço
Que sinto o que você sente:
As lágrimas caindo
Do seu rosto,


O coração acelerado
— não é só o meu —
A raiva e a alegria
Que não são minhas.


Essa telepatia
Que não se explica,
Mas que está presente
No nosso dia a dia.


Mas por horas
Sou só eu,
Tentando ser vista,
Mostrando que existo.


Fico tentando chamar
Sua atenção.
Quero que me veja,
E que me ame de uma vez.


Esquecendo que você
Não vai se apaixonar por mim —
Vai se lembrar.
Lembrar quem eu sou.


Lembrar do contrato
Que fizemos:
De nos encontrarmos
E sermos felizes no final
Do nosso pacto eterno de amor.

Escrito nos astros


Estava escrito nos astros que eu nasci com a missão de te amar.
O meu silêncio é a prova de que posso ter você sempre comigo.
Ele pode ser grande, mas não é maior que o amor que sinto por você,
nem mais longo que o caminho que o destino traçou para nós.


Eu e você somos como o vento: vamos, mas sempre voltamos.
Se existo na sua vida é porque sou mais você do que eu mesma.
Sei que, muitas vezes, pareço egoísta;
é apenas medo de que esse amor por você tome conta de tudo em mim.


Quero queimar-me nos seus braços, deliciar-me com os seus beijos
e, quando amar você, deixar de ser eu para sermos nós.

Saudade x Saudade


Acabei de vê-lo,
mas uma saudade
invade o meu peito…
como se algo fosse
sugado de dentro para fora,
se quebrando em mil pedaços.


Me pergunto
se ele sente o mesmo.
Nem sei se é isso que desejo,
pois não lhe quero mal algum.


E o que sinto agora
é quase inexplicável
de tão dolorido.


Quando estamos por perto,
nos completamos.
A falta dá lugar ao desejo,
e dele nasce o desespero.