Sou Apaixonada pelo meu Namorado

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Se quiser me ver
Olhe para o horizonte quando o dia amanhecer.
Não sou o sol,
nem o tempo.
De tudo isso, sou um elemento,
uma pequena parte,
poeira ao vento.


Mesmo assim, lembre de mim
ao contemplar a majestade do colibri.
De tal forma, brilho no mundo
como um vaga-lume,
perdido de amor,
rico da luz interior.


Meu Criador, tão fecundo,
me fez pequeno
num universo grandioso.


Lembre-se disso
ao olhar nos meus olhos imensamente brilhosos.

A cada queda eu me levanto e vou sempre me levantar... e tem um detalhe: sou como a onda do mar, recuo para poder pegar impulso, mas quando eu volto, o meu passo e a minha atitude é sempre mais forte. Sabem por quê? Porque eu creio em DEUS, e toda vez que alguém me derruba ou tenta fazê-lo, Deus me põe de pé!

Eu não sou forte o tempo, ás vezes eu também fraquejo, esmoreço, choro e sofro. Ainda que eu acredite em um amor maior, aquele que vem do nosso Mestre, do nosso Pai, não nego, existem momentos que a minha chama fica fraquinha e quase se apaga, mas ainda assim - #EU #NAO #DESISTO - e sabem por que? Porque eu sou filha (o) de Deus e todo aquele que é nascido d' Ele, nasceu para vencer o mundo. Quando eu me encontro nesses momentos profundos de tristeza, e me sinto pequena, rapidamente levanto meus olhos para céu, e ainda que eu não possa ve-lo, com minhas palavras eu toco o céu, com minha oração eu rasgo o véu e com minhas lagrimas eu lavo a Alma. E tenho plena convicção que esses momentos não são eternos e acredito que alegria vem pela manhã. (Priscilla Rodighiero)

Sou poeta,
Não porque sei fazer rima,
Esse dom carrego comigo,
Embora analfabeta,
A vida é uma mãe que ensina.


Nasci no Hospital São Vicente de Paulo,
Pelas mãos do doutor Paulo Ney,
Naquele primeiro de maio
De mil novecentos e noventa e seis.


Primogênito de Das Dores,
Das dores vencedor,
Orgulho muito tenho,
Porque sei meu valor.


Sou filho de Barbalha,
De todos, o menor,
Sou poeta que trabalha,
Derramando meu suor.


Vejo a vida com os olhos da realidade,
Às vezes, num piscar de olhos, fujo dela;
Viajo até pra outra cidade,
Num instante volto pra minha terra.


Escrevo tantas coisas,
Tantas coisas belas,
Palavras que em si trazem
O que a beleza revela.

⁠Sou um poeta dos sentimentos humanos e não pertenço a outros pensamentos… Faço parte de um Grande Uni(Verso).

Algumas vezes sou chamado de insensível, mas nunca conseguiram contar quantas lágrimas foram vertidas na madrugada silenciosa.

Maior urgência

Entre tantas urgências
Permita-me ir,
Sem questionamentos,
Sou meras estações
Tenha de mim a que preferir.

Não recomendo o inverno
aconselho-lhe o verão
Sou leve nem tente,
O vento não guia as folhas
Nem aponta a direção.

Nas crises,
Não tente me desvendar
Exijo só o contato
E no que em muitos faltam
Em ti irá transbordar.

⁠O peso que sou,
não serve a ninguém,
nem mesmo a mim.

Sou um redemoinho de emoções e sensações que muitas vezes quase vira furacão.

⁠⁠Me lembrarei sempre das SIMULAÇÕES, farei sempre o possível para não julgar porque não sou a LEI! A LEI é de dentro pra fora e volta a Fonte.

⁠Algo além

Sempre estive aqui, então pq desistir
Sou a mesma pessoa sempre, pq saí de repente
Somos todos humanos, acertos e desenganos
Comecei minhas poesias, faço rimas
A vida me surpreende, mas sigo em frente
Ontem saí pra caminhar, refletir na vista pro mar
Um olhar pela natureza, quanta beleza
Olha o mar, olha o céu, olha as montanhas
Veja tanta energia que erradia
Tenha um olhar profundo, esse é o mundo
A mágia de observar e aprofundar
Em algo bonito e infinito
Sinta a beleza da natureza
Ah! E digo mais, observa os animais
São racionais, diferente dos humanos
Já cometi tantos enganos...
Hj dou valor a pequenas coisas, gestos
Seja sensível e tolerante, a vida passa tão rápida
Hj aqui, amanhã não mais.
E qdo alguém quiser ir, não se desespere, respira e deixa seguir...
Eu sempre estive aqui, então vamos seguir
Já pensei em desistir, mas sempre estive aqui
Mundo gigante e infinito, sim, ele é bonito
Agradeça a Deus e diga amém, pois tem algo além.

"Sou irmão da terra...das águas...das estrelas...sou filho do universo...senhor do tempo...do espaço...do infinito...do eterno amor."✨✨❤️💫✨✨✨✨

Confesso que sou uma criança mesmo com minha idade, uma criança da descrença e do ceticismo e, provavelmente (no fundo, sei disso), serei assim até o fim da minha vida. Quando tudo isso tem me atormentado (e até hoje perturba) – essa nostalgia da fé, que é ainda maior por conta das provas que tenho contra ela; ainda assim, Deus me dá por vezes momentos de perfeita paz. Nesses momentos, tenho construído meu credo, no qual tudo é claro e sagrado para mim. Esse credo é extremamente simples: creio que não há nada mais adorável, profundo, compassivo, racional, viril e perfeito que o Salvador; digo a mim mesmo, com amor enciumado, que não só não há ninguém como Ele, mas que não poderia haver ninguém. Diria até mais: se alguém pudesse me provar que o Cristo está fora da verdade, e se a verdade realmente excluísse o Cristo, eu preferiria estar com o Cristo e não com a verdade.

Fiódor Dostoiévski
Dostoiévski Correspondências 1838 -1880. Porto Alegre: 8Inverso, 2009.

Nota: Trecho de carta a Natália Fonvizina, escrita em fevereiro de 1854.

...Mais

Não queira ser Eu, pois até Eu não queria ser como Eu, contudo sou, e isso tem um preço.

Sou repleta de alegria ao ponto de me cansar. Dramática? Talvez. Intensa? Com certeza. Sorrio discretamente ou escandalizo ao gargalhar. Choro sem que me notem, grito pra dentro ou berro de dor. Se quiseres chegar até mim, não seja qualquer coisa, não me queiras pela metade e não seja metade, não esconda o seu falar. Seja corpo, seja alma, seja choro, seja grito, seja sangue, carne e osso, só não seja mais ou menos.

⁠Eu sou um paradoxo. Gosto de ser feliz, mas eu penso em coisas tristes o tempo todo. Eu não gosto de mim, mas eu amo a pessoa que eu me tornei. Eu digo que eu não me importo, mas eu me importo muito. Quero atenção, mas eu gosto de me afastar de tudo e de todos. Eu ajudo pessoas, mas eu quebro meu coração tentando concertar o deles. Eu amo ouvi-los, mas eu nunca os digo o que tem dentro de mim.

Eu sou um verdadeiro acúmulo
Tem tanto aqui,
Não diria um achado
Eu mesmo me perco e me acho
Já me fiz aos poucos
E me peguei aos prantos
Encantos e encontros,
Me balancei em um tronco e cai.

Acumulei incertezas
Olhos fechados são sinceros
Alma é besteira,
Amor é beira,
Sentir não raso,
Cair faz estragos,
A cada corpo que sente uma alma que foge.

Morei em lugares vazios
Fui expulso de outros
Mas eu passei por lá,
Nunca parei
Mas aqui eu quis ficar,
Hoje eu moro em mim e ouço os vizinhos reclamarem.

⁠Eu sou um taco
Do verso de MACHADO de Assis.
E o outro taco
Do verso de Carolina de JESUS.
Prazer, sou o Machado de Jesus!

POEME-SE

⁠Eu sou um poema que virou a página do livro, e se libertou.
Daí, descobri que; a arte de viver: é você sendo seu próprio leitor!!

Machado de Jesus

Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.


Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.


Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.


E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?


Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.


Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.


Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.


Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.


Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:


Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.


Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.


Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.


Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.


Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.


Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.


E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.


E que esse amor nos cure, a todos.