Sou Apaixonada pelo meu Namorado

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Eu não sou adivinha, mas...

Eu não sou advinha, mas consigo enxergar melhor o meu futuro, me vejo num refúgio de paz e felicidade, desde que encontrei o teu coração, te garanto que me encontro todos os dias em um lugar seguro. Agradeço por você ter a habilidade de me olhar devagar e ter reconhecido em mim o seu "Príncipe de Cavalo Branco", olho com alegria alguns anos a nossa frente e vejo a construção da nossa bela história, foi difícil, mas eu consegui levantar o nosso castelo e você tem nessa moradia a vida que pediu a Deus, pois fostes coroada como a minha Princesa e o meu amor se curvou perante o teu, pois o teu coração de tão humilde, tratou o meu como o teu bem mais valioso.
Eu não sou advinha, mas consigo enxergar algo de magnífico acontecendo na minha vida todos os dias, porque sei que o meu maior presente será vivê-los com você.

Inserida por Ricardossouza

⁠Eu sou uma casa
dentro de outra
casa que é o meu Brasil,
O meu Brasil é uma
outra casa dentro
dentro de outra casa
que é a América do Sul,
O telhado da América
do Sul é feito de parte
do telhado de outra casa
que é o Hemisfério Celestial Sul,
E a América do Sul
é uma casa que é vizinha
de outras casas do Sul Global,
Eu sou uma casa dentro
de outras casas assim
sou uma casa sobrenatural
do Norte ao Sul Austral.

(Sinal indígena ancestral)

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Minhas mãos
no Bate-Baú,
Teu coração
sambando de amor,
És meu e eu sou
tua a hora que for.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠És Caxiri meu,
de ti sou Caapi,
Um do outro
a gente se complementa,
Nunca faltará amor
porque somos poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠07/04

Se o meu direito individual
prejudica o coletivo,
Por humanismo
eu sou capaz de abrir mão
do meu direito individual
em nome do que
acredito porque ninguém
pode ser prejudicado em nome
do que aconteceu comigo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Vanera

Nesta minha veia
flui a Vanera,
Do meu amor sou
a eterna Prenda,
e nós dois: o poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Gloxínias coloridas
ao meu redor,
Sou a poetisa
do teu amor,
Tenho paciência
de esperar,
A iniciativa é você
quem vai tomar.

Os meus beijos
são bem melhores
do que licor,
A minha cintura
as tuas mãos
irão domar,
Prefiro te esperar,
a iniciativa
não vou tomar.

Gloxínias coloridas
no meu destino,
neste caminho
que sobrevivemos
desde muito cedo
obrigados ao vício
da letal da unitária
responsabilidade
solitária pelo amor
e renunciar o andor.

Lidar comigo não
tem nenhum segredo,
e trocando em miúdos:
Quero amar sem medo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sou mulher de bons papos e proveitosos. Esse negócio de futilidades, já não cabem mais no meu espaço.

Inserida por Rita1602

Não sou obrigada a compactuar com certas atitudes. Tenho meu ideal de vida e dele faço a minha morada.

Inserida por Rita1602

⁠O mundo se agita, mas meu coração não,
pois descanso em Suas promessas de amor.
Não sou o que dizem, não sou o que falhei,
sou filho(a) do Rei, sou herdeiro(a) do Senhor.

Inserida por MiriamLeal

⁠Povos verão que sou Teu,
Verão Teu nome brilhando no meu.
Tua presença me distingue com luz,
Pois carrego comigo o nome de Jesus.

Inserida por MiriamLeal

⁠Sou jardim fechado, Sou do meu amado, e Ele me vê, sente o meu aroma, e me faz produzir frutos, o meu pomar está cheio, porque tenho o teu cheiro .

Inserida por MiriamLeal

⁠Não me declara pelo aquilo que sou hoje, porque o meu dia de amanhã, está na mão de Deus. Se convertam e vai cuidar da sua alma.

Inserida por MiriamLeal

⁠Eu sei quem sou e sei que o meu Redentor vive; em breve, Ele se levantará para me socorrer.

Inserida por MiriamLeal

⁠Mesmo assim... eu continuo chamando.
Meu amor não cansa, minha voz não some.
Sou o Deus que acolhe os rejeitados,
sou o Pai que conhece o teu nome.

Inserida por MiriamLeal

⁠Não importa o que a vida me causou, sou completamente do meu SENHOR!!!

Inserida por MiriamLeal

Sou um ser pensante, sou um ser errante, sou tão hesitante quanto meu semblante, sou quem vês e pensa sou a paciência, sou benevolência, sou a existência.

Inserida por Erwelley

Prato frio...


Você não faz idéia de quem sou não sabe nada a meu respeito.
Não conhece o meu coração, você não imagina o quanto eu posso ser cruel. Seria muita sorte sua, se por algum momento você pudesse sentir o que eu sinto. Poderia se considerar um cara sortudo de verdade se soubesse o que estou pensado agora.
Mas lamentavelmente você não me conhece, não passa por um segundo sequer pela sua cabeça de quem sou eu, não conhece minha vida, não sabe nada sobre o que eu gosto o que desejo ter.
Tenho tanta vergonha de mim, que tenho ânsia de vômito quando me lembro da sua cara se fazendo de rogado pra tentar me convencer desse seu amor fajuto.
Como pude ter me deixado enganar tanto, talvez eu não conheça você, quem sabe se de fato você existe.
Mas minha memória não falha meu amor, e eu se bem, exatamente em qual momento você me fez passar por imbecil, lembro do seu sorriso de deboche rindo da minha dor, e você não faz idéia da minha vingança, você não sabe com quem está lidando, não me conhece nem de nome.
Foi no instante em que me enganei achando que aí dentro desse corpo batia um coração, mal sabia eu que era uma pedra de gelo embrulhada em papel de presente, dos que tem a embalagem mais bela, e enganam direitinho a gente.
Você não faz idéia de quem sou eu. Você não faz a mínima do quanto eu posso ser cruel, meu amor o jogo virou e você é grande perdedor.
Quem sabe assim você poderia se livrar da minha ira, do meu ódio, mas lamento informar, sua sina está marcada, porque você não faz idéia do quanto eu posso ser cruel, portanto comece a rezar peça socorro do céu porque você vai desejar nunca ter me conhecido, vai implorar pra não ter nascido, vai desejar nunca ter vivido. Tudo porque você arrancou de mim, o que mais valia à pena, tirou meu bem mais valioso, você arrancou de dentro de mim o meu coração, e vai me pagar sem perdão, tudo porque você não faz idéia do quanto eu posso ser cruel.

Inserida por Erwelley

Sou eu mesmo sonho.



Meu sorriso é segredo, de guardar do que o medo me prende no enredo e o calar desespero. Doem as marcas das falhas, grito calada, suspiro por nada.
Amor quem me diz? Se sou infeliz! O passado me cobra a dívida alheia, me culpa e me aponta o dedo na cara, me xinga, me humilha, me faz de palhaça.
Nascer ou passar, não sei mais pra que! A vida é madrasta, me cospe o medo, me faz pesadelo. Caminhos sem volta, as trilhas da morte, me dizem tem sorte de estar na história. História de quem? Caminho pra onde? Tem volta chegada? Ou mais gargalhadas? Sorrisos maldosos! Ninguém me responde, todos querem me ouvir, pois grito bem alto: Eu quero sorrir, eu quero entender me deixem andar, me deixem cair, me mostrem os erros, me deixem viver!
Criança tão grande, mulher infantil, tem medo de gente, seu nome é sutil, fraqueza que a mostra o quanto é forte, pra chorar e sorrir sem temer a morte.
Os anos se passam as voltas da vida, os rumos tomados, caminho escolhido, destino ou escolhas, veredas e ventos, quer seja o nome, destino ou estrada, da vida que tratam, a vida relata, são todos os mesmos, em busca do nada.
No fim quem me diz quem vence quem perde, pra que tanta marra, pra que tanta espera, o sopro tem pressa, a vela se apaga, o vento que sopra me mostra a verdade,
Sou tudo sou nada, depende de mim, depende da escolha, do certo do errado.
Sou filha do tempo, sou face do espelho, prevalecer é viver, desistir é dizer: Eu sou o desespero.
Se aqui ainda estou, algo me espera, sendo os galhos do trigo, ou as folhas da flor,
Não importa o espinho, não importa a dor, o caminho eu sigo, seja ele qual for.
As veredas são muitas, os sonhos maiores, o coração grita alto querendo vencer, o corpo desiste, o espírito implora, a alma persiste, viver e viver, não vá ainda embora, não quero morrer!

Inserida por Erwelley

...E eu, quem sou?

Pra onde vou, porque restou de um grande amor, tamanho horror?
Sim meu senhor, não sou ninguém, sou nada além, de um perdedor.
Por onde vou, porque sangrou meu coração, por tal lembrança, por esta herança de solidão?
Não sei dizer, se sou o amor, quem sabe a dor, de maquinar, a ilusão.
E eu, quem sou?
Deitado aqui, nas folhas secas, em frente o lago, sentindo frio.
Serpente escura, anjo de luz, fagulha e cruz, um arrepio.
Por quantos sou, se sou por quem, sou nada além, do ar sem som.
Planejo ver, me ouço ler, começo a ir, convoco o dom.
A brisa grita, meu olho irrita, me faz chorar, meu céu se esconde, a alma invade,
meu caminhar.
E eu, quem sou?
Sou vida e morte, a sina, o corte, ferida aberta, a maldição.
Conciso e seco, repleto e oco, refém do medo, do coração.
Refaço o mapa, revejo as falas, a conclusão!
Foi planejado! Fui rabiscado, e não nascido, fui iludido pensando ser... Sofreguidão.

Inserida por Erwelley