Sorriso

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Ela e o Jardim
Ela tinha mãos de cuidado
e um sorriso que abraçava sem dizer palavra.
Amava o jardim
como quem conversa com a vida,
entre ervas, frutos e silêncio.
Faltava uma rosa vermelha…
e mesmo com o corpo cansado,
foi com coragem que ela plantou esperança na terra.
O tempo levou sua presença,
mas não levou seu amor.
Porque um ano depois,
a rosa floresceu —
como ela sempre foi:
forte, bonita
e impossível de esquecer.
O nome dela era Irma.

​O sol da promessa era quente e tão breve,
Um mapa de sorrisos que a vida nos deve.
Acreditamos na dança, na mão a segurar,
Que o amor seria um porto, o doce lugar.
​Mas o porto virou farol, a luz é um espinho,
E a mão que me guiava desfez o caminho.
Não há conto de fadas, não há doce canção,
A não ser a memória de uma falsa paixão.
​Eu não sou mais criança, já vi a verdade,
A alma está marcada pela tempestade.
E a dor que prometem que cura com o tempo,
É a mesma que pulsa em cada mau momento.
​O amor é como o vidro: lindo até quebrar,
E cada fragmento só serve para sangrar.
Não há cura ou abrigo, é um veneno lento,
O amor não é bom, é só sofrimento.
​E agora, a lição na voz rouca da razão:
É melhor estar só que dar o coração.

Seu rosto transmite uma pureza rara, mas é o brilho do seu sorriso que ilumina tudo ao meu redor. Ter você por perto é como viver em um sonho constante.

O nosso amor é lindo por ser real, com todos os seus sorrisos e abraços que curam qualquer dia difícil.

Eu pedi um motivo para sorrir e Ele me enviou você, com esse brilho que só pode ter vindo do céu.

Dois corações machucados que, de repente, encontraram um motivo para sorrir. O nosso encontro não foi um acaso e nem um simples esbarrão; foi o universo provando que, mesmo com marcas do passado, a gente ainda pode ser o recomeço um do outro.

Sabe, toda vez que vejo você chegar, meu coração ainda sorri junto com o seu. É impossível não olhar para nós e perceber que o nosso amor é lindo em cada detalhe: no seu jeito de falar, na paz do seu olhar e na certeza de que, haja o que houver, o amor sempre vence. Você é, sem dúvida, o 'infinitamente mais' que pedi a Deus. Prometo continuar fazendo da nossa casa um pedacinho do céu e dizer 'sim' para você todos os dias, na alegria ou na dor. Você é o meu abrigo.

A xícara de café está quente entre as minhas mãos, mas os meus dedos continuam frios. Sorrio para a vizinha que passa pela calçada — um sorriso largo, daqueles que enrugam os cantos dos olhos. Ela acena de volta e comenta com outra pessoa sobre como sou "forte" e sigo em frente "como se nada tivesse acontecido".
Mal sabem elas que esse sorriso é apenas o vidro blindado que segura os meus estilhaços.



Nas últimas semanas, perdi o chão, o teto e o ar. Perdi quem eu mais amava, perdi planos de uma vida inteira e o porto seguro que me mantinha de pé. Quando fecho os olhos no escuro do quarto, o silêncio grita tão alto que chega a doer o peito. A sensação de vazio é um peso físico, uma âncora amarrada à minha alma. Morro um pouco mais a cada amanhecer, mas preciso levantar, lavar o rosto e colocar a máscara da normalidade.


Mantenho-me de pé por pura necessidade, blindando o que restou de mim e protegendo quem ainda depende da minha força.
Mas o mundo lá fora prefere julgar a embalagem a tentar entender o conteúdo. Escuto os sussurros nos corredores, os comentários tortos nas redes sociais e os olhares de desaprovação. Dizem que superei rápido demais. Dizem que sou frio. Julgam o meu silêncio como indiferença e o meu esforço para sobreviver como falta de amor.



Como as pessoas conseguem ser tão cruéis com o luto alheio? Quem deu a elas o direito de medir o tamanho da minha ferida pela quantidade de lágrimas que decido não derramar em público?
A maior lição que a dor me ensinou é que a empatia é o artigo mais raro do ser humano. É muito fácil apontar o dedo para o teatro de alguém quando não se conhecem os bastidores do seu inferno. Ninguém vê as noites em claro, o choro abafado no travesseiro para não incomodar ninguém, o nó na garganta engolido junto com a comida que já não tem sabor.



Se você está lendo isto agora e também carrega um peso invisível, saiba que eu vejo você. Eu entendo o cansaço de fingir que está tudo bem. E para você, que olha de fora e se acha no direito de criticar a postura de quem sofre, deixo um pedido: antes de julgar a forma como alguém reconstrói a própria vida, experimente calçar os sapatos dessa pessoa. Caminhe pelas pedras que ela caminhou. Sinta a ausência que ela sente.




A vida é um soco. Hoje eu choro escondido enquanto o mundo me aponta o dedo. Amanhã, pode ser você a precisar de um abraço que ninguém deu. Se não puder ser abrigo, pelo menos não seja a tempestade na vida de ninguém.

Eu vi quando você engoliu o choro e sorriu para não incomodar ninguém, mesmo estando em carne viva por dentro. Mas encosta a sua cabeça aqui: você não é de ferro, não precisa dar conta de tudo e o seu valor não diminui só porque hoje você não tem forças para ficar de pé.

Mesmo entre bilhões de olhares, o seu sorriso é o único que me faz esquecer o barulho do mundo inteiro.

Teu sorriso tem uma pressa bonita de ser feliz que desarmou todo o meu cansaço do mundo.

Estou na dúvida se foi o seu sorriso que me encantou ou a sua linda voz.

Deixa eu te perguntar uma última coisa: estou na dúvida se foi o seu sorriso que me encantou ou a sua linda voz.

Há três coisas nessa vida que eu nunca vou esquecer: o seu sorriso, a sua bela voz e o dia em que te conheci.

As lágrimas do passado regam a última raiz da minha esperança, onde o teu sorriso ainda mora e a saudade cura o tempo. Dormir virou o único jeito de tocar teu rosto, pois nos meus sonhos nossa história recomeça sem pressa, viva e eterna.

Nenhum inimigo de rua consegue ser tão cruel quanto o parente hipócrita que te abraça sorrindo, sabendo exatamente onde dói a sua ferida.

Há páginas em mim que não escrevi,
Há sementes que não plantei,
Há sorrisos que não dei,
Há dores que não senti,
Há presentes que não ganhei,
Mas tenho certeza que as dores que sobrevivi me forjaram em aço que ecoa entre as entranhas da vida.

Se não for pra sorrir, nao fico e nem vou. Nem se achegue.

As antigas do Sorriso Maroto matam, mas as do Jorge & Mateus te enterram vivo.

Vivo intensamente o agora...talvez, por isso, eu me permita sorrir e, sobretudo, sofrer aquilo que surge como resultado da vida ida.

A vida não nos oferece prorrogação.