Sorria Mesmo
Em todas as vezes que eu pedi desculpas, as pessoas deduziram como se eu estivesse mesmo a me declarar como culpado.
A maneira como você lida com você mesmo e com as suas relações diz muito onde você vai chegar na vida.
Se tivéssemos o mesmo impulso para os elogios como temos para as críticas, certamente seríamos uma sociedade melhor.
Você não tem tempo pra fazer x ou y? Sério? Sério mesmo?
Olha só, o dia tem 24 horas. Você pode separar 8 horas para o trabalho, 8 horas para o sono e as outras 8 horas você inclui a alimentação, atenção à família e outras necessidades diárias.
'Tá' certo que as horas de trabalho variam, então é preciso se ajustar..
O fato é que nós precisamos tirar um tempo para fazermos o que gostamos: 20, 30, 40 minutos...
Tire esse tempo, você precisa! Isso faz parte da nossa saúde mental.
Recado dado!
Você é subjetivo
Nunca sei o que sente realmente
Parece inatingível sentimentalmente,
Ao mesmo tempo que esbanja sensibilidade quando compõe.
Você é subjetivo,
Fala de amor parecendo amar alguém
Ao mesmo tempo que parece amar a todos,
Ao mesmo tempo que parece amar ninguém.
Mesmo que nossa juventude voe
tirando nossa própria liberdade,
sejamos felizes para esperar nosso próprio destino.
Aproveitar o tempo é um dos melhores prazeres da vida. Mesmo que exista as diversidades e as dificuldades, seja dono do tempo. Pois todos os momentos são momentos únicos e irreversível.
Se você olhasse para mim subiria até o luar, pois sempre desejei um dia seu olhar
Mesmo você não olhando subiria até o céu pegaria uma estrela e colocaria em um véu
Em um véu puro e singelo uma estrela a brilhar vai dizer em seus ouvidos
Que nasci para te amar
Há sol todos os dias e sempre existe alegria, basta saber mesmo nos dias chuvosos e nublados o sol está lá atrás das nuvens e mesmo na tristeza mais profunda devemos sempre lembrar das alegrias do passado
A vida é sobre confiar em si mesmo.
Cada marco do seu sucesso esculpe seu esforço e esforço, te enche de orgulho, te entusiasma e te faz feliz
Em cada fase que falha na vida você precisa se ajustar, respirar e dar um leve suspiro, se esforçar e se animar.
Comece de novo, porque se desanimar e deixar ser tomado pela preguiça isso o deixará mais fraco e cada dia mais longe da vitória.
Isso pode impedi-lo de saborear o gosto da vitória
Você passa a enxergar e agir diferente
Sabia é de fato que isso tem a ver comigo mesmo, de um tempo pra cá passei a enxergar as coisas de outra forma, confesso que demorei um tempo para perceber isso e talvez não tenha percebido o bastante, porque acredito que isso me fez ou fará amadurecer, apesar dos tropeços e de ter falhado uma porção de vezes, deixado de fazer ou falar algo em determinado momento que deveria ter feito naquela hora e talvez não tenha outra chance, mas isso é difícil porque você tenta planejar aquela frase adequada, um lugar para certa ocasião, chega até a sonhar com aquilo que desejaria fazer e quando chega na hora as palavras somem de sua boca, seu coração acelera cada vez mais forte, aí a única forma é respirar fundo e tentar acalmar-se para não terem uma má impressão, seja o que for isso acontece, acredito sermos movidos de emoções, que nos atrapalham e ajudam em determinados momentos, que tomam conta da nós, eu particularmente sou assim, elas são muito fortes nos fazem agirmos diferente do que estamos acostumados, as vezes chego a fazer algo que depois me dou conta, ai paro para refletir procuro ler em algum lugar se aquilo que fiz pode estar certo ou errado, tento analisar sozinha a mesma situação. É porque a cada ano que completamos mais um aniversário parece que mudamos o jeito de pensar, passamos a fazer coisas melhores ou piores que seja, mas diferentes e vamos vendo os anos atrás como um ótimo aprendizado. É meio estranho dizer que você passa a enxergar e agir diferente, pois tem um monte de fatores que influenciam nosso modo de pensar, eu poderia ter a chance de ter feito não diferente, seria impossível modificar mas feito melhor sabe, infelizmente o que já foi feito não se muda. Eu tenho muito isso de ficar revendo as coisas que me aconteceram as quais não consigo esquecer, presumo ter uma boa memória para lembrar das coisas desse tipo entre outras, desde criança e até hoje, se eu ficar alguns minutos parada pensando lembro de coisas que já fazem bastante tempo. Sim podemos sempre enxergar as coisas com mais profundidade, rever nossas atitudes e passar a agir diferente, mesmo que seja surpreendente para alguns e a você também. Não devemos ter medo de arriscar em alguns momentos, mas ter consciência e cuidado é essencial. Lembre-se você nunca terá tudo como deseja, só terá que se acostumar com as longas mudanças. Pode já ter passado em nossos pensamentos largar tudo, em algum momento de nossas vidas, mas não valeria a pena deixar seus pais, irmãos , tios, primos, avós, seus conhecidos e amigos, pessoas que gostam e admiram você, lembre-se que não devemos fazer isto jamais, existe tantas pessoas que gostariam, desejariam e fariam de tudo para estar aqui outra vez, que podem ter partido sem esperar e nem se despedido de entes queridos e eu não poderia desperdiçar minha vida com pensamentos negativos e bobeiras, acredito ter muito a viver e também que há pessoas que me admire. E nada é para sempre e não devo desistir e nem reclamar mais, se ninguém gostar de mim ou resolver desaparecer, tenho que me conformar e passar a carregar elas dentro de mim como uma boa lembrança e algo bom que me aconteceu. Quando passamos a atingir certa idade, acrescentamos alguns anos de nossa vida e também horas mais, pensando daquilo que foi bom um dia que só nos resta levar como um aprendizado para sempre. Sim a partir de hoje em diante só agradecerei por estar aqui, mesmo tendo que ultrapassar obstáculos eu os enfrentarei com garra, determinação e esforço, pois assim é a vida que levo e tenho.
"Muitas vezes as pessoas vestem a camisa da empresa, mas esquecem de vestir a si mesmo de amor e de cuidados." - Ru Aisó
"Sempre haverá crises (tendenciosas) no mundo e bem 'planejadas', mesmo assim muitos continuarão a amar suas nações..."
"Se for para ser um plágio, que seja de você, mesmo. Afinal copiar a si é justo, logo aos outros é inútil. Portanto aprender é uma direção e copiar é outra, então vamos evoluir..."
O INVENTÁRIO DE NÓS
Por Marco Arawak
Há períodos da vida em que entramos em nós mesmos e percebemos que alguma coisa mudou de lugar. As mesmas lembranças continuam ali, os mesmos afetos, as mesmas marcas, mas já não sabemos exatamente onde guardamos cada coisa. Uma ausência se torna maior do que esperávamos. Uma antiga certeza perde o brilho. E aquilo que parecia definitivo revela, sem alarde, que também estava de passagem.
Talvez o desencanto não comece quando alguma coisa termina. Talvez comece quando já não conseguimos olhar para o que aconteceu com os mesmos olhos.
Carregamos palavras que ficaram por dizer, encontros que não chegaram ao destino imaginado, escolhas que ainda nos visitam de vez em quando e expectativas que a realidade não soube acolher. Algumas lembranças permanecem próximas. Outras se afastam para regiões menos visíveis da memória. Nem por isso deixam de participar de quem nos tornamos.
Chega um momento em que precisamos olhar para esse acervo íntimo sem a pressa de julgá-lo. Não para transformar cada acontecimento em lição, nem para encontrar uma explicação onde talvez ela não exista. Apenas para perceber o que ainda tem sentido e o que continuamos carregando porque nunca paramos para escolher.
Nem tudo o que recebemos precisa ser conservado. Nem tudo o que perdemos precisa ser recuperado. Há vínculos que mudam sem desaparecer completamente, projetos que terminam antes de cumprir o que prometiam e pessoas que continuam importantes mesmo depois de deixarem de caminhar ao nosso lado.
Há experiências para as quais não encontramos reparação.
Com o tempo, encontramos outra maneira de lembrá-las.
Aceitar isso não significa considerar justo tudo o que aconteceu. Significa reconhecer que a nossa vontade não governa o tempo, os outros, nem aquilo que já passou. Existe uma liberdade silenciosa em parar de pedir ao passado aquilo que ele não pode devolver.
Talvez escrever comece nesse ponto. Não quando compreendemos tudo, mas quando encontramos palavras para permanecer diante do que vivemos sem fingir que foi diferente. A escrita não desfaz o passado. Apenas nos permite olhá-lo de outro lugar.
Às vezes, isso basta.
O que parecia absoluto ganha contorno. O que permanecia confuso encontra um nome. E aquilo que ocupava quase todo o pensamento começa, pouco a pouco, a perder o tamanho que tinha.
Reorganizar não é apagar.
É escolher.
Algumas lembranças merecem permanecer perto. Outras podem descansar mais longe. Há sentimentos que precisam ser compreendidos antes de serem deixados para trás. Há vínculos que encontram outra forma de existir. Há portas que, depois de algum tempo, já não precisamos manter abertas.
Maturidade talvez tenha menos a ver com esquecer do que com aprender a não entregar ao passado o governo do presente. Uma lembrança pode continuar viva sem ocupar tudo. Uma ausência pode ser reconhecida sem se transformar em destino. Aquilo que nos marcou pode permanecer verdadeiro sem decidir, sozinho, quem ainda podemos ser.
Às vezes precisamos nos afastar do ruído. Não para fugir, mas para escutar o que pensamos quando ninguém está falando por nós.
É nesse intervalo que algumas perguntas aparecem: o que ainda faz sentido? O que continuo sustentando apenas por receio de perder? O que escolhi de fato e o que simplesmente aprendi a carregar?
Nem sempre encontramos respostas. Algumas perguntas permanecem durante anos, mudando de significado conforme nós mesmos mudamos. Talvez isso também seja amadurecer: aceitar que nem tudo precisa ser resolvido para deixar de nos confundir.
Talvez coragem seja não viver sem receio, mas não permitir que ele escolha sozinho o que permanece.
Por isso, nem toda despedida precisa transformar-se em explicação. Nem todo encerramento precisa anunciar um começo. Algumas coisas simplesmente terminam.
E talvez seja suficiente reconhecer que existiram.
Continuar também não significa voltar a ser quem éramos antes. Há acontecimentos que modificam nossa maneira de olhar, de escolher, de permanecer e de partir. Depois deles, a antiga disposição das coisas já não volta exatamente ao lugar.
Então aprendemos outra maneira de estar no mundo.
Não necessariamente mais fácil. Nem sempre melhor.
Apenas nossa.
Talvez seja essa a parte mais silenciosa do amadurecimento: compreender que não somos somente aquilo que recebemos da vida, mas também aquilo que fazemos com o que recebemos.
Esse é o inventário de nós: as presenças que nos formaram, as ausências que nos modificaram, os encontros que permaneceram, os desencontros que nos ensinaram limites, aquilo que deixamos partir e aquilo que, apesar de tudo, escolhemos conservar.
No fim, não somos apenas o que nos aconteceu.
Somos também a maneira como aprendemos a viver depois.
E talvez, quando já não precisamos esconder o que fomos nem transformar o passado em monumento, quando algumas lembranças deixam de pedir explicações e certas ausências já não exigem respostas, possamos olhar para tudo o que ficou sem orgulho e sem culpa.
Não para dizer que tudo valeu a pena.
Mas para reconhecer que tudo isso fez parte de nós.
E que ainda existe, dentro de nós, alguma coisa que não estava no inventário.
A escolha do que fazer com o que vem depois.
''Cada passo dado, por menor que pareça, nos aproxima um pouco mais do nosso objetivo. E mesmo nos momentos mais sombrios, devemos lembrar que a luz da esperança jamais se apaga. Com fé, coragem e determinação, podemos enfrentar qualquer desafio e emergir mais fortes do que nunca. Então, que jamais desistamos do que almejamos, pois a vitória é sempre possível para aqueles que persistem.''
Raphael Denizart
