Sorria Mesmo
Poema
Network Love
Romance
Que ninguem
Revela,
Sentimentos
Diferentes
Escondido
Atrás
Das telas.
Manamour?
Romance
Repentino
Que de
Minha cabeça
Não sai,
Girassois de
Van gogh
Viraram
Flores
De wifi.
Palavras
Abstratas
Escondem
Profundezas
O medo
Esconde
O amor
Em minha cabeça
AMOR E UMA HISTÓRIA QUE DEVEMOS SEGUI ATÉ O FIM, POR QUE AMOR NÃO E BRINCADEIRA, E COM ELE NÃO SE BRINCA,AMOR E UM COISA TÃO SERIA QUE SE VOCÊ SOUBE SE VOCÊ DE MANEIRA ALGUMA VOCÊ BRINCAVA COM ISSO, MAS SAIBA DO QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO, PARA NÃO SOBRE AS CONSEQUÊNCIA LA NA FRENTE.
1 Amor não e brincadeira , o amor é algo tão importante e sentimental e que você não consegue resistir a ele <3
O nosso maior aliado mas também inimigo e nada alem mais que O TEMPO,
por que o tempo também e nosso aliado?
porque o tempo cura suas feridas, responde suas dúvidas, te faz esquecer momentos dolorosos e te coloca e grande momento de evolução mental...
por que o tempo e nosso inimigo?
te faz perder amigos e familia, te faz passar por momentos complicado, faz trabalhar pra ele, e tudo chega ao fim como sua própria existência...
como dizia Einstein o tempo e relativo
Ainda em duvida
Não sei quem sou,
em quem confiar.
Não sei quem amar.
E nem quem leu,
este poema que alguém vai adorar.
Estou me perguntando...
Existe céu?
A minha vida terá um significado?
Um dia eu serei amado?
Será que eu dia eu serei odiado?
Mas isso não importa, pois nem conheço que eu sou agora
e isso realmente não importa
para quem já passou de sua hora
eu poderia passar horas, semanas, anos, escrevendo sobre como você é tudo o que eu quero e necessito. Garoto, eu vou sim viver a minha vida toda com você, promete não se cansar de mim? Eu vou ser sempre a sua princesa, ok?
o seu sorriso é o mais lindo desse mundo, é sério que tem vergonha dele? Eu passaria horas admirando, eu sorrio pra te ver sorrir de volta.
Para Maria, a garota misteriosa do turno da manhã e sempre deixa um bilhete colado na carteira...podemos não estudar no mesmo turno, e nem mesmo nos encontramos mas vc é a "colega" mais legal que já tive
e se eu for apenas um idiota que finge ser o que não é, que imita as pessoas para ver se consegue ser incluído, será que sou uma cópia de tudo e todos? Talvez, mas se eu for, como será meu verdadeiro "eu"? Talvez, esse "eu" não exista.
Será que sou apenas um mentiroso? Um imitador, um falso, um ridículo? Não sei, e provavelmente, nunca saberei. Que ódio, pareço um idiota falando isso.
Faz Falta a Entrega das Carnes…
Então é distantes que devemos ficar?
Afastados por causa do faz de conta.
Pensamentos me vem
Ao lembrar de que nunca fomos piores…
Duas almas,
Dois indivíduos
Onde amar e amar fazia nos sentir melhores…
Dois pensamentos,
Dois mundos,
Duas brisas que se chocam
Em lugares infinitos de buracos sem fundos…
Agora tudo se foi…
Eu não estava preparado
Porém estava inseguro
E desesperado…
É triste saber
Que fiquei sem chão
Apenas palavras não bastam
Será que devo pedir perdão?
Errei em todos os momentos
Talvez toda a culpa seja minha
Agora só restam arrependimentos
Em saber que você nunca mais será minha…
Dores ficaram por toda alma…
Não vejo, apenas sinto…
A dor de ter sido tão egoísta
Nesse vasto vazio infinito.
O coração chora,
Duas almas das verdades
Afastadas por um faz de conta
Me faz falta a entrega das carnes.
Uma Tragédia, um Milagre, uma Existência
Dor crônica não é apenas uma condição; é uma consequência que, lentamente, rouba a vitalidade. Ela não mata de imediato, não é um algoz que desfere um único golpe fatal. É, antes, uma tortura persistente, cruel e implacável. A dor crônica não apunhala, mas enfraquece. Não canse a vida, mas subjuga. Ela invade o corpo, retira a autonomia e, muitas vezes, transforma a existência em uma luta contra a impotência.
Essa dor torna a vida uma batalha constante. A racionalidade tenta resistir encontrada, refúgio em pensamentos lógicos e esperanças cuidadosamente cultivadas. Mas a dor é astuta: desafiar a mente, entrar em um jogo psicológico no qual o sofrimento parece sempre levar vantagem. Nesse campo de batalha desigual, a fé surge como última fortaleza — uma fé de que a dor, um dia, cessará; de que um Deus misericordioso aliviará o peso insuportável e oferecerá descanso à alma.
A dor não apenas habita o corpo; ela o domina como um inquilino indesejado que recusa partir. E, assim, uma pessoa se sente à deriva, como estrangeira em seu próprio ser. A espiritualidade é testada em limites inimagináveis. A cada dia, o sofrimento desafia a esperança, esgota as forças e tenta apagar a luz da resistência.
Nesse contexto, surgem os questionamentos: Qual é o propósito de tudo isso? Se a dor não existe, que caminhos seriam trilhados? E se, por graça divina, a cura chegar, haverá uma segunda chance para corrigir erros e redescobrir o significado da vida? O medo da morte paira como uma sombra constante, acompanhada pelo peso da permissão e pelo anseio por redenção.
Ainda assim, o final dessa história permanece aberto. Cada dia é uma batalha, e cada despertar é um ato de coragem. Em meio à tempestade, a fé serve como alicerce, sustentando o espírito e iluminando até os momentos mais sombrios. Apesar do peso, viver é um milagre, e cada pequeno triunfo — mesmo o mais discreto — é uma prova de que Deus é fonte de força e renovação.
A dor, embora tirânica, não tem a última palavra. O Deus que realiza milagres é também o Deus que dá sentido à existência. E é Nele que corpo e alma encontram sustento. Por isso, a luta continua. Porque, entre tragédias e milagres, cada ato de resistência é uma declaração de fé. E assim, sustentados pela esperança de dias mais leves, seguimos em frente, certos de que, ao final, a fé será recompensada com a paz.
