Soneto da Saudade

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Meu silêncio é a saudade de um sentimento intenso que se fez amplo em meu coração.
Minhas mãos se fazem trêmulas com a aproximação de seu corpo que traz a beldade e a certeza do romantismo direcionada á você.
Meus suspiros saltam de meus lábios com palavras sutilmente e carinhosas á você.
Trago uma rosa e um verso inspirado em você que se faz bela e sincera.

Quando bate a saudade, a minha sanidade se perde, pois gosto tanto de você que trocaria toda a minha felicidade por um segundo com você;
Me vejo sumindo quando mesmo sem querer você me apaga, mas continuo te assistindo no escuro;
Sua sensatez fez com que eu percebesse que não erá brincadeira, abri as portas do meu coração para valer;

Não fico nem mais um minuto sem você que estou a beira de um colapso sentimental de saudade de você;
Me faço em mil pedaços sem preocupações de você não aparecer para juntar meus cacos em momentos que para meu coração se faz infinito;
Como te quero tanto e as vezes o que vejo e desejo quase ninguém percebe por ter imensos sentimentos;
Doo-me para que não me veem chorar pelo que não achasse de mim mesmo;

Às vezes a vontade de lhe abraçar consegue ser mais forte do que a saudade;
E a sensação de você transcende quaisquer sentimento de prazer;
Quero a sua amizade e por toda vida... Em um nível fora de padrão que invada o familiar de nossas vidas...
Quero ser o seu melhor amigo, compartilhar dos seus problemas e festejar junto de ti como um irmão protetor...

Quando a Saudade é Vida!!!


O tempo faz seu papel...
A bel-prazer prateia nosso espelho com o clarão da vida!
Nos mergulha na caverna escura da reflexão...
E, nas lembranças do passado deixado!!!

É...! O tempo! Viajante eterno e montaria do parasita
Cuja foice vai e vem, vai e vem, vai e vem! Sem dó!
Louvando a dor e parindo a saudade!!!!

É.......O tempo! Faz a morte...Faz a Vida...e faz a morte novamente!
Leva a vida! Mata a dor!
Traz a vida nas lembranças, na saudade!!
Na saudade de ti...mãe ausente presente...
Voz ausente...sempre presente e ETERNA!!!!
Accb/05/1997-Carlos Kau Romano

Saudade


Passado que insiste em estar presente pra completar a parte que carrega da gente.

Tem gente que carrega a saudade no peito todos os dias…
Mas não pode atravessar a distância.
E tem gente que até pode ir, pode ligar, pode estar perto…
Mas escolhe não fazer.

Saudade da gente


Eu estou com saudades da gente.


Não de um lugar,
nem de um momento específico.


Estou com saudade daquilo que acontece quando estamos juntos.


Das conversas que começam sem intenção e,
quando percebemos, já tomaram conta do tempo.


Das risadas inesperadas
e daquele jeito que só nós entendemos.


Tenho saudade de nós
até quando ainda estamos aqui,
imagina!


Porque existe uma diferença
entre estar perto de alguém
e estar verdadeiramente junto.


Amo nossa sintonia,
nossa cumplicidade,
A versão de nós
que aparece quando esquecemos o resto do mundo.


É uma saudade que pede presença.
Não é aquela saudade de voltar ao passado.


É a que quer simplesmente
mais um pouco daquilo
que é nosso.


Eu estou com saudades da gente...
Daquilo que somos
quando somos nós dois.

Quando a saudade dói e fica martelando na gente como uma mágoa que não passa, a melhor saída é enfrentá-la de frente. Reservar um tempo para pensar, colocar os sentimentos no papel, desabafar com alguém, ou simplesmente chorar, pode ser o jeito de se livrar dela e se sentir livre de novo.
Se está causando uma angústia que não vai embora, enfrente-a. Refletir, escrever, conversar ou chorar podem ser a chave para superar esse sentimento e encontrar alívio.

Antes era desejo, vontade..
Agora é só silêncio e saudade.

"Ainda que, por breves instantes, a saudade se distraia,
ela volta, silenciosa, e se instala de novo.
As horas passam, mas não levam consigo


a dor que aperta o peito
nem a imensa falta que ela faz,
como se parte de mim tivesse ficado
no lugar onde você está."

Saudade que arde,
consciência amargada,
troca de alma
mal interpretada,
mas no peito derrete,
doce e late,
feito dor misturada
com calda de chocolate.

"O gosto da minha saudade
tem sabor de chocolate,
doce que invade,
aquece e não se abate,
derrete na boca,
na mente se espalha,
amor que retorna,
memória que não falha."

Saudade do que foi vivido


Sinto saudade não do que faltou,
mas do que existiu inteiro,
do riso que aconteceu sem esforço,
do tempo em que o corpo não doía por lembrar.
É uma saudade estranha,
porque não pede volta,
só reconhecimento.
Ela diz: isso foi real, isso me atravessou.
Tenho saudade do jeito que eu era
quando aquilo cabia em mim,
quando o mundo não pesava tanto
e amar não exigia sobrevivência.
Não é ausência.
É memória viva.
Algo que passou, mas não morreu.
Algo que vivi, e por isso, deixou marca.
Saudade é isso:
não um buraco,
mas uma cicatriz quente
provando que houve vida ali.

“Envenena-me de saudade
a realidade é o antídoto.”

San Telmo


Tenho saudade de San Telmo
não como lembrança bonita,
mas como falta física.
Daquelas que apertam o peito sem pedir licença.
Saudade das ruas gastas,
do chão que já ouviu passos demais
e ainda assim sustenta quem passa.
Ali, o tempo não corre. Ele observa.
Sinto falta do cheiro antigo das casas,
do tango escapando pelas esquinas
como quem não quer ser esquecido.
Em San Telmo, até o silêncio tem memória.
Ali eu era parte do cenário,
não visita.
O bairro me reconhecia
antes mesmo de eu dizer meu nome.
Hoje carrego San Telmo dentro,
feito ferida que não infecciona,
mas também não fecha.
É casa que virou ausência.
Não dói por ser passado.
Dói porque ainda é meu.

Há quem olhe de longe
não por saudade,
mas por inquietação.
Curiosidade não é cuidado.
É a pergunta que se faz
sem coragem de escutar a resposta.
Quem observa em silêncio
costuma carregar dúvidas
que não sustenta em voz alta.
Espia para confirmar
se a escolha feita
ainda se justifica.
Mas olhar não é presença.
E visitar não é permanecer.
Há histórias que não aceitam plateia
de quem escolheu não ficar.
Algumas portas seguem visíveis
não por convite,
mas por transparência.
Outras jamais se reabrem,
mesmo quando vistas.
E se alguém entende ao ler,
entende porque sabe.
Curiosidade reconhece
aquilo que não foi resolvido.

Saudade é ausência
que continua ocupando espaço.

“Ela confundiu distância com liberdade,
até perceber que saudade também aponta direção.”

Ainda sinto saudade daquela criança.

Da pureza de acreditar que ser bom bastava.
De vestir uma capa imaginária
e sair pelo mundo acreditando
que ninguém deveria ficar sozinho.

Hoje eu sei que heróis também cansam.

E talvez eu não queira mais salvar ninguém.

Talvez eu só queira, pela primeira vez,
que alguém olhe para mim
e diga:

“Agora deixa.

Dessa vez,
eu salvo você.”