Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Cada vez mais amamos menos, cada vez mais nos importamos menos com os outros. Em cada atitude distorcida em relação a cruz percebo que damos um tiro em nós mesmo. O amor da Cruz se perdeu em meio ao tempo, eu tenho a plena certeza que este não é plano original.
Deus não escolhe as pessoas porque são especiais, as pessoas se tornam especiais porque Deus as escolhe.
Os tombos podem nos ensinar algo, em meio a caminhada ser um professor, pois são com os tombos que aprendemos a ficar de pé.
O amor liberta, o amor é como uma ponte. O amor não prende ninguém ele libera, amor calabouço não existe.
Sabemos que o passado de uma pessoa pode influenciar o presente aprisionando alguem pra nunca chegar ao futuro. Jesus sempre quando curava alguem não abria um SERASA pra saber o que a pessoa fizera no passado, não! Ele simplesmente curava e concedia o que a Fé expressava. Jesus quer você no presente pra lhe propocionar um futuro com Ele na gloria.
A dor muitas das vezes não é maior que o medo, e sim o medo que a dor pode causar que te bloqueia de experimentar e viver o novo.
Somente entende o significado de um recomeço diário, aqueles que precisam negar a si mesmos e recomeçar outra vez, em todos os dias.
A pior solidão do mundo, é você ter alguém do seu lado e se sentir sozinha ,sem ter com quem falar ,ter que você mesma responder tudo que você fala...
A Africa por mais que passou por barulhos de sofrimentos e percas causando lagrimas a nós, ainda consegue purificar os seus viventes como Africa.
O sussurro da madrugada é túmulo de confidências. Hora é cúmplice da solidão. Hora é segredo de amantes. E em cada palavra se esvai grande fortuna ou açoite. E em cada silêncio segredos se fazem versos. A dor que pra alguns é noite, pra outros romance, seu universo...
Amo aqueles que constroem castelos em si mesmos, e amo ainda mais quem é livre para dele entrar e dele sair, e deixar qualquer um entrar, porque seu domínio sobre si é absoluto.
Ela minha flexível linha da imaginação, ela meu preparo nas rimas e versos, minha alma gemeá no nosso único universo.
Meu mundo liberto, meu entendimento fixo, a ignorância meu sacrifício, dos olhos um herói, mas agora um culpado da evolução de uma nação, burguesia de um governo de intendimento intelectual, na mira de dessentimento sem fim, a seguro meus direitos, hó liberdade, hó silencio, apedrejados pela a maioria, a loucura do mundo me entregar.
Minha tormenta, infância sangrenta, minha mãe do papel, meu lugar invisível, um abraço com o frio, que me persegue nos sonhos.
Quem se contentar com as migalhas dos outros deveria perguntar pra si mesmo qual o preço do teu respeito próprio, será que tu vale tão pouco a ponto de se contentar com sobras as dos sentimentos alheios.
