Quem cruza os braços ante as verdades relativas de ponta, ou verpons da conciência, não gera adversários ideológicos e está a caminho do incomplexis, hoje, e da melex amanhã.
Embora o trauma tente nos prender às correntes do passado, a mente tem o poder de forjar sua própria liberdade. A cada medo enfrentado, passo a passo, o cérebro aprende a transformar o peso da dor na força da resiliência. Libertar-se não é esquecer. É reescrever a própria história.