Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Após a morte, não suportou, devolveu as moedas, tirou a própria vida, pois não encontrou dignidade para continuar a viver. Hoje muitos continuam a trai-lo, buscam formas de receber mais moedas, vivendo como dignos, declaram a sua jactância.
A Palavra sempre será recebida com vívido interesse, todavia à avaliação comparativa com a Verdade, valida o recebido! Qto aos “profetas”, serão julgados com zelo, pois nem tudo provém de Deus!
Aquele que rasteja, pode até se fartar das migalhas, e com grande fé, demonstrar a Verdade no Mestre, porém, no caso contrario, não devemos lançar o Evangelho, pois como cães e porcos, hão de pisotear voltam-se ao lamaçal.
Vivemos em grupos "organizados", com um único objetivo, o poder e o dinheiro, onde limites não separam o bem do mal.
Não se faz mais crianças como antes, a inocência é mais que banalizada, a vida se tornou um ringue de competições sem respeito, a educação e a ética na verdade viraram palavras retrógradas, falar de religião é mexer com a raiva dos intolerantes.
Os mandamentos não devem ser escritos a ouro nas paredes e cúpulas dos templos, mas como verdade viva nos corações.
Esse deveria ser o texto inicial da Carta Magna de todos os países: Artigo 1º Somente entraremos em guerra, se o mandatário mor de nossa Nação e seus principais colaboradores lutarem na linha de frente das principais batalhas. Artigo 2º Revogam-se as disposições em contrário.
O passado, o presente e o futuro são elos da mesma corrente, um não vive sem o outro, um não vive fora do outro.
Se perdermos nossa comunhão com Deus, mesmo que por um segundo, o mundo poderá nos vencer de alguma maneira.
Venha e quebre as correntes! Não permita que estes monstros roubem a liberdade que recebemos em Cristo na cruz.
