Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes

Cerca de 152214 frases e pensamentos: Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes

Rosas são vermelhas
Violetas são azuis
Você pode não saber
Mas alguém ama você.

Noite morta
Vejo a porta tão fechada.
Madrugada
Caminha pela rua
Onde a lua esqueceu
De mostrar quem sou eu.

Tão escuro!
Me procuro num futuro
Onde a sorte
Ou a morte
Podem vir "sem querer"
Numa bomba qualquer
Sem me dar a mulher.

Mas há um bar aqui
E outro bar ali.
Eu vou pisando
O chão da solidão
Sorrindo,
Mentindo um gesto
Num manifesto
De quem não vê mais,
De quem um dia já amou demais!

E eu tomo um trago aqui,
Eu bebo um trago!
Estrago tudo
E algo muda
A madrugada vai
E a namorada
Foi bem antes
Bem amada
Em meus instantes!

Por isso, se alguém quiser que a luz da beleza brilhe
em sua face, é preciso fazer antes que a chama
do verdadeiro amor arda no coração,
porque a luz da beleza provém
da chama do amor.

Acreditar em Deus para algumas pessoas se torna difícil, porque não conseguem vê-lo com os olhos. Então, porquê essas mesmas pessoas acreditam severamente no invisível e desconhecido JULGAMENTO ao próximo e a si mesmo?

Reflita...

O Natal é conceituado com solidariedade. Isso é bom! Mas tomemos, ao menos, consciência que não resolve o problema. Entretanto, fazendo sua parte já é um começo. Não precisa ser ajuda material, comece com um abraço sincero e aconchegante em seus entes queridos.

Um gesto, vale mais que mil palavras!

O que eu busco neste mundo afinal?
Se sou bom, sou bobo, inconsequente e infantil.
Porém, se me mostro esperto,
Nem tanto inteligente,
Há! sei que vai ter gente,
Assim mesmo inconsequente,
Ou até mesmo inconscientemente,
Que vai dizer tão somente,
Que na realidade sou mau.

Na verdade o que eu acho que sou é confuso,
Porque acho que sou aquilo que não sou.
E isso sim, me traz uma questão:
Afinal, o que move a emoção?
O quê toca o coração?
Quem segura a minha mão?
Ufa! quanta indagação.

Mais essa confusão de pensamentos,
Reflete o que eu busco entender.
Porque e qual a razão do porquê?

Seria tudo tão simples,
Se não precisasse saber,
O porquê nem tampouco o quê
De tanta gente querer saber tudo
Sem nem mesmo saber, disso tudo o porquê.

Uma atração fatal surgiu
diante de um olhar
diante de um toque
Poderas vivê-la sem medo?
Apaixonada encontro-me
ouvindo sua voz
sentindo seu cheiro
Tendo sua presença
Extasiada quero entrelaçar-te
No cair da chuva ,no queimar do sol,no silêncio da noite e na claridade da escuridão
Desejo fala mais alto
Seduçao vem no sobrenome
Acordo e vejo que tudo foi ilusão

Porque será que já se passaram anos , e ainda sou totalmente entregue à você?
Não me entendo ; não entendo você, nosso sentimento
Tem dias que me pego perguntando se você pensa em mim como eu penso em você , se você me deseja como eu desejo você.
Enquanto vivemos assim sem nos deixar pelo amor, a cada dia que passa anseio pelo teu corpo junto ao meu , seus lábios , sua pele ...
Anos apenas nisso , quando será que vamos nos permitir e sentir o que desejamos fazer?

O pior não é não conseguir

É desistir de tentar

Não acredite no que eles dizem

Perceba o medo de amar

Eu cresci ouvindo anedotas, clichês e chacotas, frustrações

Sobre amasiar, se casar, se entregar seria fraquejar

E se o tempo levar você, e um dia eu te olhar e não te reconhecer

E se o romance se desconstruir, perder o sentido e me esquecer por ai

Mas nós somos um quadro de Klimt, O beijo para sempre, fagulhando em cores

Resistindo a tudo seremos dois velhos felizes de mãos
dadas numa tarde de sol

Pra sempre...

Ô Josué, eu nunca ví tamanha desgraça,
quanto mais miséria tem, mais urubu ameaça.

- Desvendas-me ou devoro-te?
E não se desvendou. Foi devorado. Incapaz de se desconstruir, incapaz de peregrinar no seu interior, de desvendar as suas quimeras, foi devorado pela esfinge. Agora, jaz aos seus pés, sem nunca conseguir misturar a infância, o tempo, sem nunca ter sido sobressaltado consigo mesmo, pelos seus tédios, sem nunca se ter devorado a ele próprio.
Morreu numa contemplação permanente das vidas alheias, na monotonia de si mesmo, na constância das horas sem insistências metafísicas, morreu sem nunca se ver ao espelho em esgares de libertação. Viveu numa felicidade indefinida, uma felicidade de abstenção, viveu na vã glória de se deixar arrastar pelo destino.

Pai, presente de Deus na minha vida,
Que com firmeza e amor me guia na estrada comprida.
Pastor de ovelhas, de coração fiel,
Com palavras que apontam sempre para o céu.


Com teu violão e tua voz a cantar,
Ensinas que louvar é também orar.
No toque suave, no hino sincero,
Mostras que seguir a Cristo é o mais belo e verdadeiro.


Corriges com amor, para me fazer crescer,
Mostrando que a disciplina é um jeito de proteger.
E quando me perco, estendes a mão,
Lembrando que há sempre perdão.


Mas acima de ti, pai tão querido,
Apontas para o Pai eterno e bendito,
Que nos ama com graça sem fim,
E que é a razão de estarmos aqui.


Hoje te honro, te abraço e agradeço,
Por ser meu exemplo, por tudo que ofereço.
E oro a Deus, com todo fervor,
Que te cubra sempre com seu imenso amor.

Escreva, não em tinta ou grafite.

Escreva com sentimento, com alma.


Escreva com um olhar, com um toque, com presença mesmo equidistante.


Escreva com silêncio, com ternura voz, com gritos de saudades.


Escreva com choros sentidos, risos espontâneos e coração aberto.


Há, Escreva e reescreva, mil, cem mil ou infinita vezes.


Escreva o conteúdo talvez o mais banal, singelo ou sofisticado.


Escreva linhas irregulares sem forma, ou as ajuste.


Mais Escreva, diuturnamente para que sua alma seja compreendida.


Por tal escrevo por uma vida ou mil que possamos ter.


Escrevo, você é importante para mim.

⁠Minh'alma pálida, meu corpo nu, dócil.
Verdadeiro como o verão islandês, puro, livre.
Nada me atormenta, nem mesmo a mais brava tormenta, nem a tromba d'água, nem as palavras, nem as amarras.
Nada sufoca, nada queima, nada. Nada toca, nada sente.
Meio vão. Meio, vazio...

⁠Sorrir mesmo quando triste, já sei... Mas esquecer que estou ainda é difícil.
E a tristeza, às vezes, me parece uma piscina que, enquanto erguido estou bem, mas se por acaso afundar, morro afogado.

⁠ Nunca me apaixonei pelo que era belo
Mas sim pelo que era puro
Nunca me arrependi de ter amado
Acredito que eu talvez seja maduro/maturo
O suficiente pra perceber
Que tudo que mais quero na minha vida
É ter todos os "vocês"
Não como amantes, nem desprovidos de amor
Quero amar todos sem ter dor bem depois
e bem antes
Antes mesmo de nos termos como amigos
Já desejava que vivessem a vida
A vida toda comigo...

⁠Eu vivo uma constante dor de cabeça
E não há remédio que a cure...
Na verdade há sim
Mas requer que eu bem, bem longe procure
Longe daqui, num lugar pacífico
Mais longe ainda, de preferencia dentro de um ecoante precipício.
Onde há silencio e há de haver paz
Uma coisa que eu procuro, não acho e ninguém traz
Então eu resumo tudo num simples ato
Escondo meu sorriso
E me fecho ao tato.

⁠Desprenda-se da necessidade de se sentir querido ou amado por alguém!
Ao invés de depender do amor de alguém...
Prenda-se no amor próprio.

Na vida, há quatro caminhos:

Frente: para ver seus sonhos.
Atrás: para ver o que você já passou.
Direita: para ver quem está do seu lado.
Esquerda: para ver quem um dia esteve ao seu lado.

Os artistas são como imperadores da originalidade, reinando sobre um reino de singularidade e excelência.

Eles desprezam o comum, encontrando prazer apenas na grandiosidade do diferente.

Suas obras são monumentos à superioridade criativa, desafiando os padrões estabelecidos com uma arrogância sublime.

Diante de suas criações, os mortais comuns se curvam em admiração, reconhecendo a supremacia dos artistas sobre a mediocridade.