Se entregue ao momento, ele tem mais a oferecer que seus medos, que são receios, decepções, uma realidade que nem chegou a acontecer, e que talvez, nunca acontecerá
Jesus não precisa de "simpatizantes", mas de "seguidores praticantes". Pois o que importa para Deus é a palavra que desce ao coração e não aquela que se estaciona na mente.
Chegará o dia que os oprimidos, mais cedo ou muito tarde, reencontrarão a Razão, momento em que descobrirão que a existência de uma Vida não faz sentido sem Liberdade, porém esta escolha será inútil quando do último suspiro.