Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
O desejo do meu coração é tão fácil de se realizar quanto a construção de uma ponte sobre o oceano pacífico.
Se cuida, eu me preocupo com você, quero te ver bem e até o dia de nos reencontrarmos é só então, vou cuidar de você pessoalmente.
O desejo do meu coração é tão fácil de se realizar quanto a construção de uma ponte sobre o oceano atlântico, ligando a américa do norte à Europa.
Eu não sei o caminho que a minha vida tomará; o que sei é que se ela correr como um rio, chegarei ao mar.
Ao contrário de Cristo, não julgo fraca a minha carne; antes, o meu espírito, pois está sempre à sua submissão.
O analfabetismo sustenta a escola; por isso, ela não tem interesse de erradicá-lo. Os maus alunos têm aspectos semelhantes, demoram aprender, pois gostam de estar lá.
Ah! a primavera, nascer na primavera. Quando a um acontecimento que muda para início de algo novo dizemos que houve a primavera, a temperatura é amena tem chuva o verde predomina, enfim é bom.
Tudo o que ocorre no mundo externo é uma projeção do nosso mundo interno. Na prática, não existe uma separação entre interno e externo, entre individual e coletivo. Vivemos uma dicotomia acreditando que tudo é separado.
Todas as questões sociais que perpassam a humanidade são a manifestação, a “materialização” de nossos conteúdos, de nossas questões e de nossos conflitos.
Se alguém lhe oferecer pedras, constrói seu edifício, mas se alguém lhe oferecer flores retribui com carinho.
A paz, como qualquer outro aspecto, deve ser compreendida como processo interrelacional, onde existe interligação entre fatos e pessoas, de como somos e estamos no mundo e de suas manifestações.
A questão crucial é que jamais encontraremos a paz fora de nós, pois esta nasce de um movimento interno e se manifesta em nossas relações a partir das contribuições que fazemos para a materialização da proposta de mundo que desejamos.
Em seu percurso existencial, o homem sempre apresentou atritos de todas as espécies, sendo observados comportamentos e condutas característicos geradores de contendas em qualquer época, cultura, território ou espaço social e por motivos vários. Sempre houve conflito, o homem nunca soube viver em paz, embora deseje a paz.
