Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Tem algumas características de quando somos crianças que nunca deveríamos perder, uma delas é a Imaginação.
Então, pequena Amélie, os teus ossos não são feitos de vidro. Podes levar algumas pancadas da vida. Se deixares escapar esta oportunidade, eventualmente o teu coração vai ficar tão seco e quebradiço como o meu esqueleto. Então, vai apanhá-lo!
Pode ficar irado como um cão raivoso da forma como as coisas acontecem... pode praguejar e amaldiçoar o destino... mas quando chega perto do fim... tem que perdoar.
" ... Quem já passou por essa vida e não viveu. Pode ser mais, mas sabe menos do que eu... Porque a vida só se dá, para quem se deu. Para quem amou, para quem chorou, para quem sofreu. Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada não! Não há mal pior do que a descrença, mesmo amor que não compensa, é melhor que a solidão..."
Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... — não tem nenhum valor.
O homem ama naturalmente a verdade e o bem, e deles só se aparta quando as paixões o arrastam e extraviam. Que não seja imortal (posto que é chama) Mas que seja infinito enquanto dure.
Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada — para viver um grande amor.
"Todos os dias são uma oportunidade para alcançar nossos objetivos e realizar nossos sonhos. Mesmo diante dos desafios, lembre-se de que a força que você precisa está dentro de você. Acredite no seu potencial, mantenha o foco e a determinação, e nunca subestime a sua capacidade de superar obstáculos. Cada passo dado na direção dos seus sonhos é uma vitória, e cada desafio superado é um aprendizado. Mantenha a fé, a coragem e a persistência, pois o sucesso é a recompensa daqueles que não desistem. Você é capaz de conquistar tudo aquilo que almeja. Acredite em si mesma e siga em frente com determinação!"!
Ó minha amada, que olhos os teus. São cais noturnos cheios de adeus. São docas mansas trilhando luzes que brilham longe, longe dos breus... Ó minha amada, que olhos os teus. Quanto mistério nos olhos teus. Quantos saveiros, quantos navios, quantos naufrágios nos olhos teus.
