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Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes

Cerca de 151815 frases e pensamentos: Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes

Educação musical já se começa e se inicia dentro de casa, no cuidado particular e na manutenção do seu instrumento musical, entra pelos palcos e vai além da humildade e do respeito que voce tem de ter com o seu companheiro de palco e em todo e qualquer lugar por onde você for, levar a música ou a música te levar.


(Pezão da Timba)


@pezaodatimbaoficial
@musicapretaoficial

🪞 Reflexão do dia:
Você não precisa vencer o mundo.
Precisa vencer a versão sua que ainda não acredita que pode.


@becaabrandao

Não somos melhores nem piores, somos apenas cidadãos de coturno.
O teu anseio é a nossa vontade, o teu objetivo é a nossa meta.

Poesia é quando o sentimento tem sintonia com o pensamento,
E pede pra transformar em palavras aquele momento no tempo!
Guria da Poesia Gaúcha

MEU AMOR QUERIDO!

Se ainda me sinto vivo é porque sigo atraído e
Seduzido pelo teu amor tão cativo quanto ativo!

Guria da Poesia Gaúcha

Se dizem que uma poetisa sempre mais sente,
É justo pensar que no seu dia menos contente,
Ela esteja se sentindo mais infeliz do que a gente!

AMIGO

É inverno com cobertor,
É verão de sol iluminado,
É outono de fruto maduro
E é primavera de nova era,
Enfim, seja a estação que for,
Amigo é a flor do genuíno amor!
Guria da Poesia Gaúcha

Meu filho me renegou...
Meu filho é renegado?
Não apenas um tolo, que foge do amor paternal.
Não venceu seu próprio Eu interior, movido de ódio e rancor... Tolo, néscio. Um dia será pai...

Amiga...
Seus dias serão recompensados com sinais de amor do meu coração.Te amo amiga

Amar você é frenético,
Às vezes até parece patético,
Mas saibas que é verdadeiro,
Eu quero ser seu companheiro.

... E desde o ventre materno,
seu sorriso, tão cativante, eu vislumbrava.
E meu coração palpitante
me dava a certeza
que desde aquele momento
eu te amava...

MAIO,MÊS DAS MÃES.
MÃE,SEMPRE MÃE.
Mãe e Vida se equiparam
Vida e Mãe se complementam
As duas coisas me envolvem
Ah! Se eu soubesse interpretar essa lexicologia!
Daria a minha vida,sonhos meus,para alcançar essa linguagem de Deus.
Sim,acredito nesse segredo,contudo confesso,tenho medo,
do desconhecido que vai acontecer um dia pra mim,porém,
não posso dizer que a terra me pertence,e, sim,eu é que pertenço a terra,ela me espera,MÃE da VIDA - vida minha...

"O amor não tem de ser maçante.
O amor pode torna-lo bonito e
enchê-lo de vida"

Não chamo todo mundo de meu amor.
Não dou abraço a qualquer um.
Se for folgado, soltarei um pum.
Se não me amar, desisto de ser sonhador.

Orgulho-me de ser tradutor,
Envergonho-me de não ter tempo à ajudar...
Já fui um garoto sonhador,
E hoje estou apenas a zelar.

Se buscares o lugar onde mereces morar.
Busque aquele que poucos gostariam de habitar.
Se este não for mais aquilo que esperava proucure outro e encontrarás refúgio onde menos esperar.

"Sabe qual é a maior estupides do amor?
é fazer de quem ama um ser possessivo de uma pessoa que ele se quer é dono"

"Meu amor por você é grande de mais para ser dito em palavras
complexo de mais para ser expresso em uma canção
há única maneira de demostrar que te amo fazer meu seu coração"

O Cântico do Cadáver
Juvenil Gonçalves


Encontrei-te, cadáver, no leito de limo,
Vestido de folhas, coroado de espinhos.
Teu riso era vago — sem lábios, sem fim
E teus olhos comiam o céu sobre mim.


Cantavas com vermes um hino sem nota,
Com versos que o tempo em teu osso anota.
Cada costela — uma clave sombria,
Teu crânio — tambor da melancolia.


“Fui rei”, murmuravas, “de um reino de nada,
Tive amantes, palácios, medalha dourada.
Agora me escuto, em silêncio profundo,
Pois quem jaz conhece o real desse mundo.”


Teus dedos partidos apontam os vivos,
Caminham sonâmbulos — tolos, cativos.
Riem da morte, e por ela são ridos,
Brindam ao gozo — já estão esquecidos.


Afastei-me em pranto, mas levo teu canto:
A carne apodrece, o orgulho é espanto.
E toda verdade que o homem levanta
É pó que a minhoca, paciente, encanta.

O Relógio e a Lâmina
Juvenil Gonçalves


Nas entranhas do tempo, um relógio sangrava,
Cada tic uma lágrima, cada tac uma cava.
Em mármores frios, a ampulheta virada
Vertia seu pó sobre a carne cansada.


A lâmina, imóvel, sobre o altar do instante,
Brilhava em silêncio — vestal cortante.
Não corta a pele, mas sim a memória,
E inscreve nas veias a cicatriz da história.


No espelho estilhaçado de um ontem perdido,
Vejo o reflexo de um ser já partido.
Sou o que fui — e por ser, já me ausento,
Um nome sussurrado no sopro do vento.


A morte não grita, apenas aguarda,
Com olhos de sombra e face bastarda.
É mãe e madrasta, no mesmo compasso,
Nos embala em silêncio — no mais frio regaço.


Ó tu que respiras, crês que és inteiro?
Não passas de sombra num véu passageiro.
O relógio e a lâmina — gêmeos em dor —
Contam teus passos em direção ao torpor