Soneto Amor Perdido
De mentirinha em mentirinha, você pode perder um grande amor ou uma grande amizade. Pensa nisso!
No reino amoroso, o “talvez” é moeda sem nenhum valor. Talvez se eu tivesse perdido aquele avião, talvez se não tivesse tomado aquele trem, quando ainda existiam trens. (...) Se tivesse ido pra outro lugar… Minha vida não estaria completa. Porque nenhuma vida está completa sem um grande desastre.
“A transformação na direção dos sentimentos de construção do amor, do perdão, do diálogo, da fraternidade, da honestidade, da justiça e da bondade, faz com que todas as vísceras do corpo, inclusive a pineal, acabem sintonizadas no lado positivo. A questão é como nós lidamos com as lesões que nos acometem, as dores físicas, as doenças e os problemas em geral.”
Onde houver ódio que eu leve o amor, onde houver ofensa que eu leve o perdão, onde houver dúvida que eu leve a fé.
Ao término de uma relação amorosa, você nunca sairá perdendo, sempre restará uma carga para ser levada, essa carga, boa ou ruim, será escolhida por você.
Se o verdadeiro amor é difícil de encontrar, fácil de perder e impossível de esquecer, então... quando encontra-lo, simplifique e apenas ame, de modo a mais tarde não ter que ficar buscando explicações para sua tristeza.
Amar quem nunca mereceu amor. Ver ir embora quem nunca ficou. Controvérsias de quem perdeu o que nunca possuiu.
As pessoas são consumidas pela escuridão, mas o amor é a luz que as impede de se perderem completamente, mesmo quando tudo parece estar desmoronando.
O amor e o perdão, não são apenas emoções e sentimentos motivados pela compaixão e misericórdia para com aquele que está caído. Mas acima de tudo, é uma decisão continuada e determinada em manifestar gratuitamente a graça de Deus, que nos alcançou quando também estávamos caídos.
Eu queria novamente me perder de amor por alguém, e depois me encontrar no êxtase das suas veredas.
Me sinto um pouco mal de aproximar a perda de um amigo à perda de um amor, de uma companheira de vida, que parece pior. Mas aí eu penso que quando falamos de morte, falamos de vida, e das belezas da vida. Então escrever sobre o fim é também tratar do que se viveu. E quando contamos o que vivemos há a oportunidade da memória ficar ainda mais bonita.
