Somos Passaros de uma Asamario Quintana

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Nem todo amor foi feito para durar uma vida inteira; alguns vieram apenas para nos ensinar que a gente sobrevive ao fim.

Amar você foi o erro mais bonito que cometi; dói saber que o nosso 'para sempre' virou apenas uma cicatriz.

Sempre que me deito, a saudade vira companhia. Eu sinto uma vontade absurda de ouvir sua voz agora, mas o receio de te incomodar acaba falando mais alto que o meu coração.

Se amar você for um sonho, eu escolho dormir para sempre, só para nunca ter que encarar uma realidade onde você não esteja.

Amar uma mulher é a arte de decifrar seus silêncios e ser o eco de suas alegrias. É ser o amigo que ouve, o companheiro que entende e, acima de tudo, o amor que liberta. Amar de verdade é torcer para que ela alcance o topo do mundo, mesmo que, naquele pedaço de sonho, o caminho dela precise ser trilhado sem você.

O seu valor é uma propriedade privada; não deixe ninguém colocar preço nele.

Você é o projeto mais importante da sua vida. Trate-se como uma prioridade, não como uma opção de última hora.

Não confunda templos com integridade. O caráter de uma pessoa se revela no modo como ela trata quem não pode lhe oferecer nada, e não pelo livro que ela carrega debaixo do braço.

De nada adianta decorar as escrituras se o seu comportamento exige que as pessoas leiam uma edição revisada por conveniência.

A religião deveria ser um espelho para corrigir as próprias falhas, não uma lupa para encontrar o pecado alheio.

Dizem ao oprimido que o seu sofrimento é uma provação divina; assim, ele para de questionar as mãos humanas que realmente criam a sua miséria.

Peço desculpas por te procurar mais uma vez, mas há momentos em que o silêncio se torna um fardo pesado demais para se carregar sozinho. Senti que precisava deixar o coração falar, nem que fosse pela última vez. Com o tempo, aprendi que amar alguém de verdade não é sobre posse, nem sobre lutar contra um "para sempre" que o destino resolveu redesenhar. Amar é, acima de tudo, ter a generosidade de permitir que o outro seja feliz, mesmo que essa felicidade floresça em um caminho bem longe do meu.
O amor verdadeiro possui uma natureza silenciosa e resiliente. Ele não sucumbe à distância, nem se apaga com o simples passar dos anos. Em vez disso, ele se transmuta; vira memória, vira o abrigo onde descanso nos dias mais cinzentos. Ninguém esquece um grande amor de fato; a gente apenas desenvolve a arte de conviver com a sua ausência, como quem aprende a respirar em uma altitude diferente.
De vez em quando, ao fechar os olhos, ainda lembro da única foto que tiramos no Mercadão. Você com um sorriso lindo e com os olhos brilhando mais do que as estrelas daquela noite maravilhosa. Uma foto que só ficou na memória, já que, naquele tempo, a imagem do celular era péssima, mas a nitidez do que senti continua intacta.
Sabe, ainda existe aquela música... a nossa música. Toda vez que os primeiros acordes tocam, o mundo ao meu redor emudece e, por alguns segundos, eu só consigo enxergar nós dois. A letra se tornou o espelho da minha alma:
"O tempo passou, só que nada mudou / O mesmo vazio de antes / Sua voz eu ouvi, nosso mundo eu senti / E a mente vem recordar / Do mesmo perfume, do mesmo olhar / O beijo que o tempo guardou / Invade a razão, toma o coração / E a saudade me faz lembrar."
Passei anos evitando te procurar. Tive medo de reabrir cicatrizes que nunca se fecharam por completo. Escolhi o isolamento do sofrimento por acreditar que o silêncio seria mais "saudável", mas a verdade é que ele acabou me corroendo por dentro. Desde a última vez que a gente conversou, eu te falei e repito: você sempre será o meu grande amor.
Se um dia me perguntarem sobre arrependimentos, minha mente voará imediatamente para aquela viagem a Petrolina. Eu não deveria ter ido; aquele foi o marco de uma partida que eu nunca quis aceitar. Eu sei que o tempo é um rio que não corre para trás, mas saio deste silêncio com uma única certeza inabalável: você nunca poderá dizer que eu não te amei.
Tentei o impossível para te esquecer. Lutei contra as lembranças e busquei novos ares, mas cheguei à conclusão de que a única forma de apagar você seria perdendo a memória ou fazendo um "reset de fábrica" na alma. Como isso é impossível, escolho aceitar que você foi o meu sonho mais mágico — um daqueles que nunca mais se repetem, restando apenas como as lembranças perfumadas de uma primavera eterna em meu peito.
Sigo agora o meu caminho, levando o que foi bom e deixando para trás o que dói. Desejo tudo de bom para você

Daria mil voltas no mundo para te encontrar de novo, mas meu medo é te perder em uma única curva mal feita por falta de maturidade. Você é minha prioridade, mesmo quando eu ainda não sei agir como tal.

A religião, nas mãos de um narcisista, vira uma arma de controle e não uma ferramenta de libertação.

O narcisismo evangélico se esconde atrás de uma 'falsa modéstia' que só serve para atrair elogios à sua própria espiritualidade.

Bastou um segundo de você para despertar em mim olhos famintos de uma vida inteira.

Dizem que foi carência, mas carência não sintoniza corações por uma rádio. Foi destino. Engraçado é o julgamento de quem não acredita que a vida cruza caminhos, mas acredita em história de cobra falante. Se estamos juntos ou não hoje, o que importa é que o nosso 'oi' foi o começo de uma cura que só quem sentiu entende.

Dois corações machucados e uma rádio que serviu de ponte. Não foi carência, foi o destino se cruzando. Podem rir ou duvidar, mas a hipocrisia de quem acredita em cobra falante e nega a força de um encontro de almas não apaga a nossa história. O que foi real, ninguém desmente.

Dois corações machucados e uma rádio como ponte. Chamem de carência se quiserem, mas foi o destino rindo da cara do óbvio. É fascinante ver gente que acredita em livro com cobra falante tentando invalidar a força de um encontro de almas. Se hoje não estamos juntos, o que vivemos continua sendo real... e isso, nem a maior das mitologias apaga.

A vida nos cruzou de um jeito que lógica nenhuma explica: uma voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Foi o encontro de dois corações machucados que, de repente, sintonizaram na mesma dor e na mesma esperança. Não foi um simples "oi", nem um esbarrão; foi um começo. Antes de tudo, éramos amigos. Conversávamos sobre tudo, ríamos de qualquer coisa e varávamos a noite falando. Naquela época, ninguém sabia a aparência do outro e ninguém ligava para julgamentos.
Claro que o preconceito de idade veio dos outros, mas, quando a gente ama, a gente não escuta o barulho do mundo. Hoje as coisas mudaram e os "moralistas" querem dar pitaco em tudo. É curioso ver como a régua deles muda: para o pastor ou o membro da igreja que é ex-presidiário, ex-traficante ou assaltante, o discurso é o do perdão. Para quem tem "passagem pela polícia", dizem que não podemos julgar, que o passado ficou para trás e que o amor cristão tudo suporta.
Mas para dois corações que se encontraram com sinceridade, a moralidade deles vira pedra.
A diferença é clara: eu prefiro a verdade da nossa história, que começou sem máscaras e sem vitrines, do que a hipocrisia de quem usa a Bíblia para perdoar o crime, mas a usa como arma para condenar um encontro de almas. Podem rir, podem sentir pena ou dizer que é inveja; podem seguir com suas fábulas de cobras falantes. O que foi real entre nós, nenhum sermão apaga. Contra fatos — e conexões que nasceram no espírito — não há argumento religioso que vença.