Somos Passaros de uma Asamario Quintana
"Com confiança sólida, autoconhecimento profundo e determinação inabalável, somos como flechas lançadas em direção aos nossos objetivos, destinados a atingir o alvo, não importa os ventos contrários que possam soprar, pois o sucesso torna-se inevitável."
Raphael Denizart
"Nós temos um destino maior, e sobrevivemos a cada dia mais e mais! Às vezes somos pequenos demais para entender tudo ao nosso redor... Nós fazemos muitos planos em nossas vidas, e até o momento presente não obtivemos os resultados esperados, não é mesmo? Podemos até pensar que o mundo está perdido! Mas, vem a palavra chave "esperança" que, em muitas vezes, é a "luz no fim do túnel" quando nos sentimos perdidos. É ela que nos faz ver e crer em um mundo melhor... Acredite nela! Afinal, por que não apostar na esperança?"
Não se louva a homens, homens querem seu lugar, louvem a DEUS, pois só DEUS pode te salvar. Somos najas, bom é DEUS, digno de Todo Louvor e Adoração!
" Somos, na verdade, seres tão materialistas que Ter é mais que Ser ou mais que qualquer joia rara!!"
Otávio Bernardes, Tavinho, o "Joli".
"Cuidado com o "poder" das palavras! Nós somos aquilo
que pensamos e imaginamos..."
Otávio ABernardes
Goiânia, 24 de março de 2025.
EU E VOCÊ
somos assim esse vulcão,essa intensidade de sentimentos,essa energia testificando o que existe sentimento. E não me importa a chuva, quando estou contigo, tudo que não é real, não há força,perde o valor. Quando estamos juntos desejo esse sentir a outros casais, porque entre nós, existe cuidado, proteção, respeito, existe calor, reciprocidade, diálogo, existe vontade de melhorar,existe maturidade, e o melhor existe o tempo ,que nada mudou!
INTENSA QUE FALA NÉ?!
Nascemos assim, com células e células a mais de intensidade no corpo. Somos 800 ou 8000, tudo ou nada, agora ou nunca. Se AMAMOS alguém, exageradamente é com poder de um bom coração. Mas se deixamos de amar, querer alguém, é na mesma intensidade. Fica estampado na cara a nossa falta de simpatia a alguém que emana energia ruim. Quando estamos felizes é exageradamente na mesma proporção do amor ,não conseguimos nem conter o sorriso que fica preso de orelha a orelha, mas se estamos triste é com o mesmo exagero e aí choramos como se o mundo fosse se desfazer. Furacão, calmaria nada pouco ou morno. O problema é que quando vem desenganos, decepções , deslealdades nos sentimos arrebentados tudo é em dobro,e a dor é latente... Ser intensa é pular sem olhar e se arrebentar acreditando em quem nos cerca. É sofrer com a dor dos outros, é exagerar literalmente em tudo. Para NÓS os intensos não tem meio termo o NÃO É NÃO!
A essência é a soma de nossas crenças, valores, personalidade e caráter, e é o núcleo de quem somos.
É importante lembrar que a mudança pode ser boa, desde que não sacrifiquemos quem somos no processo.
Somos como barcos: na infância guiados pelos ventos da paixão, na vida adulta, pela correnteza do dever.
Manifesto Kamorrista
Nós, kamorristas, somos guerreiros da verdade, defensores inabaláveis dos valores que sustentam a sociedade e garantem a dignidade do ser humano. A nossa luta não se faz com ódio, mas com convicção; não se sustenta em violência, mas em princípios sólidos e inegociáveis. A filosofia kamorrista se ergue sobre quatro pilares fundamentais: Deus, Pátria, Família e Liberdade.
1. Deus acima de tudo: Reconhecemos a importância da fé e da espiritualidade como fundamentos essenciais para a vida em sociedade. Acreditamos que os valores morais derivados da tradição religiosa são indispensáveis para a ordem e a justiça.
2. Pátria como identidade: Honramos a nossa terra e a nossa cultura. Defendemos a soberania nacional e o direito de cada povo preservar suas raízes, tradições e história contra qualquer forma de subversão globalista.
3. Família como base da sociedade: A família é a instituição primordial da civilização. Sustentamos o papel natural do pai e da mãe na criação dos filhos e condenamos qualquer tentativa de desestruturação dessa unidade sagrada.
4. Liberdade como princípio inegociável: Lutamos pela liberdade de pensamento, de expressão e de ação dentro dos limites da moral e da ética. Rejeitamos toda forma de tirania, seja ela política, ideológica ou cultural.
Ser kamorrista é ser intransigente na defesa desses valores. É não se curvar diante das imposições de um mundo que tenta desconstruir o que há de mais sagrado. A nossa batalha é diária e se dá no campo das ideias, da cultura e da ação cívica.
Conclamamos todos os que compartilham dessa visão a se unirem a nós na construção de um futuro onde a verdade prevaleça, a justiça reine e os valores perenes não sejam esquecidos. Juntos, venceremos!
O problema não está em ter bens materiais, mas em ser possuído por eles, esquecendo que somos mordomos de tudo o que Deus nos deu.
O livre-arbítrio existe porque somos capazes de fazer escolhas significativas e responsáveis. Se não tivéssemos a liberdade de escolher, não poderíamos ser responsabilizados por nossas ações. A experiência diária de decidir entre opções, além da diversidade moral e cultural, indica que temos a capacidade real de tomar decisões, mesmo que influenciadas por fatores externos. No final, seremos julgados por Deus, e o julgamento faz sentido apenas se tivermos a liberdade de escolher entre o bem e o mal. Assim, nosso livre-arbítrio é fundamental para nossa responsabilidade diante de Deus.
Somos instantes e apenas um sopro nos leva, assim como um dente de Leão que se vai com o vento e não encontra um chão.
A realidade requer coragem. A verdade é que somos mais adaptáveis do que imaginamos. Às vezes sentir-se perdido e sem chão é parte de um processo para que nos tornemos mais fortes.
Mais dia menos dia, somos surpreendidos pela impotência de sermos quem somos.
Acordamos do sonho de ter uma vida duradoura, estável.
Batemos de frente com o muro da realidade, e o muro desmorona.
Não queremos ser espectadores de violência, nem muito menos coadjuvantes ou protagonistas, mas infelizmente fazemos parte das estatísticas.
Há momentos assim que são de muitas perguntas e nenhuma resposta.
Somos reféns da liberdade alheia, do livre arbítrio criminoso, onde quem escolhe ser protagonista da violência, transforma em vítima quem não pagou o ingresso para participar da barbárie.
