Somos Passaros de uma Asamario Quintana

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Somos pequenos quando não pensamos grande. Somos grandes quando vivemos sem medo. Somos verdadeiros quando há grandeza de espiritualidade dentro de nós.

A atitude faz a diferença quando somos surpreendidos.

⁠Nós somos ricos de saúde, mas ainda falta curar a pobreza de saúde causada pelos nossos desejos inesperados e condições incapazes.

Nossa vida inteira é composta de informações que recebemos, então ouso dizer que não somos só o que comemos, mas sim um produto formado das informações que absorvemos.
FILTRE AS INFORMAÇÕES RECEBIDAS!

Somos tolos em nossa própria ilusão, atribuindo valor ao que se desfaz com o tempo, dinheiro, status, títulos. Olhamos com arrogância para aqueles que sustentam silenciosamente a vida em sociedade, os que limpam, os que recolhem, os que tornam possível o nosso cotidiano, como se a dignidade fosse privilégio e não essência. No fundo, seguimos apenas rótulos impostos por uma sociedade adoecida, sem perceber que a verdadeira grandeza não está no que se ostenta, mas no que se é.

Quando somos verdadeiramente doação, tornamos a vida do próximo
mais leve, ao partilhar-lhe o peso que o sufoca.

A Ditadura do Vencimento


Não se engane, caro leitor. Não somos mais Homo sapiens. Somos, essencialmente, Homo Boléticus. Nossa vida não é medida em anos de felicidade ou de sabedoria adquirida; é contada na dolorosa sucessão de datas de vencimento.
O boleto não é apenas um pedaço de papel (ou, mais modernamente, um QR Code azul). Ele é o nosso antagonista existencial, a prova incontestável de que, no grande teatro da vida moderna, nosso papel é o de um mero alimentador de um dragão invisível chamado Sistema.
O ciclo começa sempre com a doce, breve ilusão. É o dia 5, ou 10, e a conta bancária está sorrindo para você. Por um breve, glorioso momento, você se sente um magnata, flertando com a ideia de comprar algo desnecessário. Mas o magnata dura pouco.
Mal o dinheiro assenta, e lá vem ele, o Mensageiro da Ruína, a notificação silenciosa no celular: Seu boleto da fatura X está disponível. É o chamado do dever. O dinheiro chegou com hora marcada e, antes que a endorfina do salário baixe, ele já tem donos mais urgentes que a sua alegria.
A pior parte é o Boleto Fantasma. Aquele que você não esperava, que se materializa na sua caixa de entrada, geralmente vindo de um serviço que você contratou em 2017 e jurava ter cancelado. Ele surge como um fantasma vingativo, exigindo não apenas dinheiro, mas também a humilhação de ter que ligar para o atendimento ao cliente.
E quando finalmente chega o Dia D (Dia de Desembolsar), a cena se repete: você entra no aplicativo do banco e executa o balé da quitação. É um ritual de sacrifício. A cada confirmação, um pedacinho da sua alma — ou, pelo menos, do seu churrasco de domingo — se esvai. Você paga o aluguel, o plano de saúde, o streaming que você não assiste e, finalmente, a conta de luz, que sempre parece estar cobrando o custo da sua culpa por ter deixado o carregador na tomada.
O ápice cômico-trágico é quando, após pagar rigorosamente todas as contas, você olha para o extrato e percebe: você trocou todo o seu trabalho mensal pela permissão de continuar trabalhando no próximo mês. A vida moderna não é sobre acumular riqueza; é sobre zerar dívidas para que novas dívidas possam surgir.
O boleto é a única prova de que você existe e consome, e isso, de alguma forma, nos conforta. É a nossa âncora na realidade.
No fim, a gente se deita, suspira aliviado por ter vencido o mês, e mal a cabeça toca o travesseiro, o cérebro sussurra: Só mais 30 dias... E o IPTU, você já viu?
A vida é isso: a arte de sobreviver entre um vencimento e outro. E a única certeza que temos é que, enquanto houver vida, haverá boletos. É a nossa maldição e nossa métrica.

⁠Levante-se e lave o sorriso amarelo!
Nossa história é diferente dos demais.
Não somos o tipo que no fim da fábula fica com a princesa.
Isso deixemos para os príncipes.
É possível ver a agulha através de nossa face miseravelmente diáfana.
Tornar-se-á isso o suficiente para mudar seus pontos de declínio.
A vida não será como um abraço paterno.
Portanto, seja o arauto de sua própria história.
Depois acorde para viver como um rei!

Decisões difíceis revelam quem somos quando não há testemunhas.

Os olhos que veem o invisível são aqueles que choraram a dor alheia e aprenderam que somos todos um.

Somos a geração do excesso verbal, onde a profundidade da conexão foi sacrificada no altar da tagarelice superficial.

O tempo é o rio, e nós somos a margem, vendo tudo passar sem poder voltar.

Somos a soma improvável de dois silêncios que aprenderam a conversar no escuro.

Somos feitos de barro e estrelas, numa mistura imperfeita de chão e céu.

Somos criaturas feitas de carência e conexão, a negação dessa verdade é o maior dos orgulhos vazios. A pergunta "você não precisa de alguém?" não é fraqueza, é a chave mestra que destrava o portão para a humanidade mútua que nos torna inteiros.

Somos o amálgama brutal de caos e poeira estelar, a sabedoria é abraçar a desordem interna, pois é no olho do furacão que se revela a geometria silenciosa da nossa constelação pessoal.

Nesta noite de luar, somos apenas dois vultos buscando calor em meio a sonhos e quimeras.

Somos chamados a ser a luz que dissipa as trevas, a voz que proclama a esperança em meio ao caos e a mão que estende o amor de Deus a um mundo que precisa desesperadamente de acolhimento e direção. A grandeza do nosso propósito não se mede pelo aplauso dos homens, mas pela fidelidade em fazer o que o Pai nos confiou, sem desanimar diante dos desafios ou das críticas, pois o nosso olhar está no Autor e Consumador da nossa fé. Tudo o que há em nós deve ser ofertado em gratidão e louvor, pois a vida só vale a pena quando é vivida para o Seu Reino.

Somos feitos de escolhas. Se você escolhe ser vítima, o mundo lhe dará um palco. Mude o roteiro: a sua liberdade reside na sua reação.

Viver é caminhar sob o constante reflexo do outro. Seja em casa, no trabalho ou na multidão, somos alvo de olhares diversos: alguns carregam bondade, outros curiosidade; uns buscam o interesse, outros apenas observam.
Mas, ainda que o mundo nos vigie, nossa esperança habita no que está por vir.Siga com foco e coragem, pois o seu valor não é ditado por quem te vê, mas por Quem te guia. Deus!
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!⁠