Somos Passaros de uma Asamario Quintana
Minhas sem sem-vergonhice não são de todas ruins
Mas uma forma de aquecer o coração
Pois o cavalheirismo requer audácias;
Hoje acordei com uma força vinda da esperança produzida pelo meu coração
De querer a alegria e a felicidade espontânea que a vida oferece
Portanto, a positividade de se relacionar com o sorriso
É primordial para o cultivo da felicidade.
Enxergar a perfeição em cada detalhe sem importância
Sentir a simplicidade nos momentos superiores
E ter certeza de que ainda é tempo de amar.
Amar a si próprio, amar as suas atitudes!
Do amor-próprio que se cria a tão esperada paz.
Ser normal em um país onde as promessas não são cumpridas
É verdadeiramente uma ação de loucura para aceitar e não reclamar;
Passo mal de não ter feito o que queria fazer
Ou até morrer de arrependimentos
Mas de uma coisa que nunca
Ninguém poderá falar...
É que fui omisso ao amor;
Grito-lhe em silêncio
Em uma declaração
E em um segredo oculto
Chamo-te para me despertar
Em indecências suaves
Para quê as minhas loucuras
Encontre a chama
De nossos desejos;
Nunca desista de um sonho por uma única frustração.
Pois se a frustração lhe jogou ao chão, levante-se e tente de novo.
Inconscientemente amar-te-ia toda uma vida e dar-te-ei a meu coração junto ao meu amor para te honrar e dignificá-la com o melhor do meu carinho e atenção;
E ao ouvir a esses vocábulos você entenderia o consolo que nasce em meu coração e disponho a ti... Ah e compreendo que devo me recolher para que não se incomode com tantos cortejares que versando tenta invadir-te sem permissão;
Sei dos meus deveres...
Ainda me lembro das circunstâncias que me levaram a uma profunda colisão de consciência...
Lembro-me da minha decisão conjurada contra o meu próprio coração que ainda acreditava e requeria os afetos desejados;
Entendo de que humano não sou, por valor sentimental ou pela dor, mas poeta sem pretensões somente pelo amor;
Me domine como bem entendes que logo te satisfarei como uma mulher de verdade
És minha rainha, dominadora de toda a minha intimidade e o meu ser...
Invada-me ou me sequestre para com um tanto me alegrar com os teus trejeitos e saliência;
Quero despir-me para o seu bel prazer até o arregaçar de seu sorriso no qual transpareça a sua satisfação;
Sei que uma parte de mim é alguém imperfeito
E a outra é ninguém, pois ninguém é perfeito...
Com palavras vou ilustrando o meu caminho
Rabiscando os meus traços comemorando água e vinho;
Não estranhe o meu coração... Que horas é amor
E outra é só solidão... Pondere-me, mas retire a dor;
O meu concretismo é uma floresta desmatada
Em uma sombra encobrindo uma vontade desenfreada
Mas com um gosto um tanto sentimental
Para que me mostre à verdade desigual;
Sob o sol escaldante meu coração se mantém
Entre o modernismo... E claro o cordel também
Nisso vou a escrever e vou a me inspirar com versos
Para me entender e quem sabe para aprender a amar?
O dia pesado é uma dádiva ao guerreiro para acostumar-se a suportar pequenas dificuldades e superar grandes histórias;
Desate os seus nós para que os seus passos tenham uma reta e crie laços de enfeites para tornar o seu caminho mais interessante;
