Somos Passaros de uma Asamario Quintana
O Natal chega e mais uma vez somos lembrados de que as pessoas são importantes, e é o nosso relacionamento uns com os outros que mais importa.
Trabalhar no que ama.
Trabalhar no que somos eficientes.
Uma otima reflexão.
Se for os dois, sucesso garantido.
Se for somente um, a eficiência esta mais próxima do sucesso.
Somos honestos trabalhadores que honramos a profissão, que cuida de um plantio que alimenta uma geração, que mesmo com o alimento na mesa, jugam a nossa profissão.
Uma carta para os poetas
Nós somos os artistas das palavras, os escritores dos sentimentos. Nós escrevemos para aqueles em um mal momento, e pra aliviar os nossos próprios tormentos. Nós transformamos emoções em palavras, vivências em verso. Nós vivemos em um mundo paralelo, onde uma vida inteira cabe em uma folha de papel pautado.
O QUE SOMOS?
Somos uma só raça, uma só espécie.
Somos destruidores.
Destruímos a natureza, destruímos emoções, destruímos princípios.
Em que lei vivemos nós?
Vivemos pelas leis das próprias mãos.
Direitos coletivos?
Jamais!
Regras aqui?
Faço eu, cumpro eu, puno eu!
Mundo psíquico alterado.
Grilado, fico eu.
Saber valorizar as pessoas que amamos
É uma forma de demonstrar quem somos
É escolher nossos caminhos
Dentre as duvidas que nos cercam
A todo o momento nos surgirão oportunidades
De demonstrarmos nossos sentimentos
Aqueles que estão a nossa volta
Que fazem parte da nossa vida
Através de uma palavra, de um abraço
Muitas vezes através de um simples gesto
De um sorriso verdadeiro
Ou ate mesmo através de uma lagrima
Pranto esse que alivia a dor
Que nos ensina a entender os sentimentos
As dificuldades que cada um tem
Escondido dentro em seu íntimo
Saber valorizar quem amamos é isso
Entender, compreender, envolver
É ser amigo, companheiro, cúmplice
Dessa jornada chamada “vida”...
O individualismo é uma característica do ser humano, por isso somos vulneráveis uns aos outros, a qualquer momento uma pessoa pode tomar uma decisão que mesmo sem saber que você existe, estraçalha seu presente e talvez até um futuro próximo. Então não me julgue por ser individualista ou inconseqüente, apenas consigo tomar todas as minhas decisões sem importar – me com opiniões alheias!
Somos como livros... Cada um, com uma história! E o melhor de tudo, enquanto vivemos temos a oportunidade maravilhosa de reescrever nossa história. Pondo nelas o que sentimos, aprendemos e queremos passar a diante!
Não sei se vivemos sob uma eterna crise existencial ou se somos tão inertes que julgamos que meia honestidade é suficiente para sermos decentes, ou, simplesmente somos covardes para vendermos a alma e abraçarmos o diabo de uma vez. Talvez nosso ego necessite da aprovação da plateia, reafirmando como somos os bons.
Somos insubstituíveis, sim ou não?
sim, no que trata uma relação patrão x empregado, sempre ira existir alguém que faça suas funções igual ou melhor ...
Porém no que tange a vida afetiva, pai, mãe e ou amigos verdadeiros NÃO!
para estes seu valor é único e sua falta é algo irreparável.
Afinal, vc só descobre quem é realmente seu amigo ou cumpre mera formalidade na vida em em sociedade, nos momentos de dificuldades.
Porém o mais importante, afinal é que para DEUS vc é insubstituivel...indedependente dos teus erros ou pecados pense nisso...reflita e principalmente valorize-se...
As angústias dessa vida
Nos mostram o quanto
Somos fracos e dependentes
De nós mesmos
Temos uma força intrínseca
Que é capaz
De mandar parar
A dor
De organizar
A percepção sobre a vida
E dar movimento saudável
Para a alma
Somos Brevidades
Vivemos apenas uma vez.
E nesse único sopro de existência,
resta-nos provar da vida
a sutileza dos instantes mais nobres —
aqueles que, embora raros,
carregam em si uma eternidade condensada.
Mas tais instantes são breves.
E quando falo em brevidade,
é porque o ser humano nada mais é
do que um viajante de passagem.
Como um compasso invisível,
nosso coração marca o ritmo,
nossa alma vibra,
até que, um dia, a música silencie.
E de nossa curta travessia
sobre esta esfera que chamamos Terra,
não herdaremos riquezas,
não guardaremos posses.
Restarão apenas lembranças —
essas frágeis centelhas de eternidade.
Porém, quantas vezes as ignoramos?
Quantas vezes as deixamos adormecer,
cegos pela pressa,
surdos pelo ruído do mundo?
E, assim, distraídos,
nos perdemos no caos,
renunciando, ironicamente,
à face mais bela da existência.
Só então, diante do tarde demais,
lembramos daquilo que esquecemos.
Pois somos brevidades —
fagulhas efêmeras
em meio ao infinito universo.
