Somos Passaros de uma Asamario Quintana
A VIDA
De repente vi rolar uma gota de orvalho.
A flor sorriu, abriu, logo pesou o galho.
A manhã se foi, o sol castigou sem piedade
E a linda flor murchou, quanta crueldade!
A tarde se foi quando a noite chegou.
Com a devassidão, até ela chorou,
Ao perceber a frágil flor desabrochada.
Tinha pétalas no chão, toda despedaçada.
Sua mocidade se foi, cedendo lugar ao medo.
Sua vida passou veloz, num estalar de dedos.
O galho ficou solitário, triste realidade,
Um vazio aumentando, encurtada a mocidade.
Mais tarde o decrépito galho, num completo desalento,
Desfalece depressa sob um céu tão cinzento.
Desesperada, a natureza chora descontente,
Um broto avermelhado sorri, a vida inicia novamente.
A maior felicidade de um Cristão, nao é ter uma vida perfeita, mas sim reconhecer que vale a pena viver, por aquele que morreu pelos seus pecados e lhe dará ressurreição.
Hoje ao acordar me deu uma carência, uma saudade imensa de pequenas coisas, simples, que com a correria e a rotina do dia a dia, sem nos dar-nos conta deixamos passar, e não percebemos o tão quão são importantes pra nós.
Carente de um sorriso sincero daqueles espontâneos que você recebe simplesmente por olhar, daquele sorrisão aberto de felicidade após uma boa conversa... E até daqueles com segundas intenções...
Carente de abraços, de amigos, de irmão, de consolo e de gratidão, abraço apertado que lhe consola a alma e de abraços longos que lhe aquece o coração...
Carente do olhar sincero, do olhar sério e daquele olhar firme que lhe intimida, daquele que fala e lhe mostra tudo o que você está pensando e um pouco mais...
Saudade do beijo no rosto, daquele selinho doce e daquele beijo que lhe tira o fôlego, que lhe tira o chão e que lhe leva a uma outra dimensão fora da realidade...
Somos tão presos a monotonia do mundo, tão adeptos de um rotina infundada, que automaticamente somos pautados a viver em uma melancolia que pouco a pouco toma conta de nossas vidas.
Nos preocupamos mais com os problemas, com os achismos, com os rótulos e com os nossos desejos, que esquecemos das pessoas e dos nossos sentimentos.
Espere menos dos outros, cobre menos e faça mais, faça sua parte, distribua sorrisos, olhares, abraços e beijos, tire a capa do mundo e vista a capa do amor...
Pense nisso!
Leitura é uma das águas que ajudam grandes ideias florescer.
Professores são um dos caminhos por qual a água percorre.
Eles sabem que eu tenho uma cabeça em cima dos ombros e acreditam que uma mulher que pensa não é de confiança.
Foi morto um sentimento... Uma falha visível! O intuito era apenas a alegria, mas foi visto como uma vergonha. Não me espere para o jantar...
Não existe uma chave para a liderança. Você precisa de um conjunto de chaves que inclua autoridade e influência. E qualquer um que disser o contrário está tentando exercer a própria influência sem um pingo de autoridade.
Após ouvir uma estratégia ou uma técnica de venda, tenta usá-la na próxima hora. A teoria seguida pela ação leva ao domínio.
Sua capacidade de olhar nos olhos de uma pessoa enquanto fala com ela é um sinal revelador de seu autorrespeito e sua autoconfiança.
Resumo da manhã de hoje.
'Passarim'!
Rola na areia,
toma uma ducha
se seca na cadeira
pertinho de mim.
Ficou um tempão nesta brincadeira.
A netinha na escola.
Ele veio me fazer companhia.
Dentro de uma empresa, a cultura da advertência e da punição não podem ser maiores que a cultura da educação e da capacitação.
Sempre me achei estranho
Por nao ser como
Os outros garotos
Que
Em uma semana
Beijavam duas
Ou mais meninas
Eu dizia a mim mesmo
Que só iria beijar
Quando fosse
Real
De verdade
As vezes eu queria
Sair por ai
Apenas me divertir
Mas
O coração nao é
Um parque de diversão
E eu continuo sendo
Estranho
Romântico
Poeta
E quando for para
Ter alguém
Tem que ser real
Tem que ser
intenso
Rodrigo Siza
Tô pra rolo é só ter um barraco pra fora, uma valeta pra pescar, um mato pra caçar, umas galinhas pra criar, uma horta pra plantar, um fogão a lenha pra esquentar, uns pelegos pra deitar, pra poder retossar com imenso amor e carinho.
