Somos o que somos
Não existem minorias...
Não existem diferenças...
Somos todos UM...
Somos todos humanos...
Somos uma única consciência
dividida em bilhões de mentes
e infinitos pensamentos...
O PONTO SENSÍVEL
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Tudo se inicia no começo.
Lá, em nossa origem, somos o que somos e nem sequer pensamos que poderíamos ser outra coisa
Já nascemos vulneráveis, sem mesmo entender o significado dessa palavra
Que significa: onde podemos ser feridos.
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Nem imaginamos que esse ponto sensível em nós acaba se tornando um ponto de fragilidade, nosso calcanhar de Aquiles
Logo que começamos a destoar da normatividade, das regras sociais, das crenças culturais, somos atingidos bem nesse local.
No começo, bem no começo, nem entendemos porque estamos sendo repreendidos e maltratados.
Somos somente o que nós somos, mas de algum modo isso não é o suficiente.
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Após umas pancadas da vida percebemos que somos diferentes dos demais naquele ponto vulnerável, que no expõe e nos deixa envergonhados.
E é apartir daí que começamos a vestir nossa couraça emocional, a esconder a sensibilidade do mundo que ousa nos ferir.
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E essa armadura acaba servindo muito bem para que nos sintamos inseridos na sociedade, que somos parte de uma comunidade.
Somos agora todos iguais.
Um número, que arredonda os milhões e bilhões de pessoas no mundo.
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Até que conhecemos alguém que possui algo a mais. Percebemos que ela deixa transparecer em seu jeito de ser aquele ponto vulnerável.
E nos apaixonamos, deixamos cair as couraças e mostramos nosso lado sensível ao ser amado. A vida, que antes parecia mecânica agora tem vitalidade, tem luz, tem cor e sentido.
Agora podemos ser novamente, sem esconder.
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Mas é óbvio que a vida, irônica e trágica, acaba trazendo um drama de um término, uma traição ou uma despedida, que faz com que o nosso ponto sensível novamente seja estilhaçado.
E mais uma vez voltamos a nos fechar pro mundo, com medo de nos machucar.
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Agora, nosso Ego-Persona está mais esperto e consegue fingir vulnerabilidade quando alguém se aproxima. Se disfarça de um sorriso amarelo, de um humor ácido, um ar de deboche, fantasias românticas, formas que evitam sentir a realidade e encarar a verdadeira exposição.
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Mas, mesmo com tanta inteligência em saber burlar as dores originais, acabamos no final nos sentindo sem ânimo, sem propósito, sem o Eu.
E há um grande abismo entre quem estamos agora para o que somos, pois no fundo do penhasco do vazio encontra-se a ferida, as dores causadas ao nosso ponto sensível.
E há um medo surreal de encarar e reviver esse mar revolto.
Mas não há outra saída. Ou nos arriscamos atravessar, ou permanecemos a cada dia perdendo a nossa alegria de viver.
E de uma forma extremamente inusitada percebemos que sempre houve uma ponte que conecta o nosso ponto de estadia para nosso ponto de origem, chamada Vulnerabilidade.
Pela mesma via que a vulnerabilidade nos leva a nos machucar e a nos fazer fechar ao mundo, é também ela que nos faz sentir novamente e nos abrir pra nós mesmos.
É somente através da abertura, da confiança de que a cada nova ferida em nosso ponto sensível, nos tornamos mais fortes, mais articulados e mais preparados pro próximo baque que a vida der.
As pessoas que ainda não perceberam que viver se trata de ser vulnerável acaba se fechando e exigindo que os demais escondam o diferente, o sensível e o fraco.
Mas na realidade o foco nunca será o outro, nunca será o desamor ou a padronização.
O ato de controlar fora é imposto para que ninguém mais os machuque dentro.
É somente uma forma de proteção.
Então, pra quem esse texto chegou hoje, está na hora de se abrir novamente e mostrar suas verdadeiras cores ao mundo , sem ter medo de retaliação, sem ter medo da exposição ou de sentir ferido novamente.
Viver é isso, amar as nossas dores como forma de bálsamo e cura.
Pois somente a gente pode entender nosso lado sensível e o quão amado ele deve ser.
Ser vulnerável para livre ser.
Demonstrar fraqueza... é bom!
Porque nos faz lembrar que somos humanos, não somos máquinas!
As máquinas não sentem e só param quando são programadas ou quando entram em pane.
Cada pessoa conhece uma versão diferente de nós — porque não somos espelho fixo, somos resposta:
para os pacíficos, oferecemos calma;
para os que são meio arco-íris e meia tempestade, viramos céu nublado ou sol aberto;
e diante de trovões e sombras, revelamos uma agitação urgente, aquela pressa intensa de resolver tudo mesmo sem calma.
“Somos a Voz”
Somos a voz que nasce no silêncio,
quando o mundo se cala e o medo grita,
um sussurro teimoso no peito
que insiste em amar, mesmo ferido.
Somos a voz que treme, mas não se quebra,
eco de dois corações aprendendo a falar
na língua frágil dos olhares,
onde o toque diz o que a boca não ousa.
Se o amor é ruído em meio ao caos,
somos o som que permanece,
a voz que se reconhece no outro
e, ao ser ouvida, finalmente existe.
Se quiser, posso deixar mais trágica, mais esperançosa… ou ainda mais íntima.
Porque somos objetos?
Porque somos números edificado e desguinado.
O algoritmo não vê como seres animados sem senso crítico...
Somos vistos como consumidores de protudos...
Para uma elite o sistema prospera seu caminho é um reino de ilusão. Mediando o lucro e riqueza.
O capitalismo é simplicidade a crueldade explícita ao mais pobres.
Não somos pessoas apenas.
Somos livros de historias sendo escritos.
O que temos escrito?
Nosso livro é de choro ou de alegria?
Não somos um só. Somos múltiplos em nossas vidas e em nossas mortes. Encruzilhadas entre o passado e o futuro, sentimos em torno de nós os rostos vazios daqueles que se foram, daqueles que virão.
Fragmentos: 30/04/2012
Somos o que somos porque queremos e não simplesmente porque os outros pedem já que eles não sabem o que queremos ou não entendem o nosso jeito. Apenas somos o que vamos sendo e sonhando como podemos. Dizendo sempre o que queremos e o que o coração nos transmite, descobriremos.
Nós Somos Loucos;
Nós Somos muitos;
Somos Fiel, Gritamos muito;
Pelo Timão, Fazemos tudo;
Grita, Vibrar, Torcer, Lutar... e Amar só a tí Timão, Timão...
Vai meu timão, tamos contigo;
De coração, todos Unidos;
Numa corrente, num coranção;
não ha tristeza, só emoção;
De ser fiel... só ha tí Timão, Timão...
No campping nós não somos apenas amigos somos irmãos, irmãos bem unidos mas com algumas brigas! Estou nesse camping mais de 12 anos e tive a sorte de conhecer esses super amigos! Nós somos o grupo mais unido, apesar, somos o único grupo que tem aqui! Sempre estamos unidos para jogar sinuca, brincar de policia e ladrão, ver os meninos jogando futebol, fazer guerra de bexiga, tomar banho de piscina e de lágoa... Concluindo, sempre unidos! Cada um com sua personalidade muito forte.
Somos o que somos,
Somos o amor, a amizade o afeto, o carinho e o perdão…
Somos o que temos um ao outro,
Somos o melhor que podemos ser,
"Somos a alegria e tristeza,
Somos as brigas e a reconciliação…
Somos feitos de amor, amor esse incondicional …
Somos feitos de gratidão, gratidão essa infinita…
Somos Eu e Você - Nós!"
