Somos Ligados pelas nossas Alma
Ensinados a representar desde crianças, quando adultos, somos professores na arte de representar um papel que agrada a todos e desagrada a nós mesmos.
Geralmente, no meio cristão, somos ensinados e "doutrinados" a ignorar os nossos problemas interiores e sorrir para as pessoas, enquanto o nosso coração... chora!
Quando somos sinceros com a realidade, vemos que somos tão limitados que o desânimo nos invade, pois não podemos mudar a maioria das coisas que incomodam o nosso coração.
A pior doença em nossos dias é a superficialidade. Somos voltados para as coisas externas e nos escondemos do nosso interior, pois somos incapazes de suportarmos o silêncio e os questionamentos do nosso eu.
Muitas vezes, somos levados do potencial a desistência pela força das circunstâncias. Olhamos mais para o problema!
Usar máscaras nunca será melhor do que mostrar o que realmente somos, pois um dia, cedo ou tarde, as máscaras cairão.
Somos mais do que acreditamos ser, basta apenas enxergarmos que somos capazes de irmos muito além do que acreditaram que poderíamos ir.
Somos vítimas de conduta e pensamento, ninguém está livre de erros.
Mas todos somos capazes de nos corrigir, nosso amanhã está sendo;
Edificado hoje no alicerce do ontem, “nossas escolhas os define”.
Todos somos portadores de mediunidade, não se está em livros, seu desenvolvimento, nestes você conhece os porquês e princípios básicos, mas o crescer na doutrina vem do intimo do mesmo e do seu trabalho para com seu semelhante, dia a dia...sempre tem algo novo a se conhecer!
Somos parte de uma luz, e que nossa união ao bem próximo faça com que esta chama, se reflita a todos que na sombra de sua passagem encontre o verdadeiro caminho a se seguir.
Educar é amor, caridade um ato, somos todos responsáveis, pela transformação da ignorância em autoconhecimento e a busca destes valores tem seu inicio na casa e o continuar em nossas salas.
A vida não é passageira; nós é que somos passageiros nesta breve passagem, e, muitas vezes, sequer sabemos quando será o momento de desembarcar.
A vida não parte, somos nós que passamos por ela, como vento leve entre folhas, sem saber quando chegará a hora do último sopro.
Quando enxergamos o mundo em que vivemos e o sentimos.
Somos tomados por duas vertentes potentes.
A sensibilidade mostra-nos o que deve ser percebido, e em olhando para além das aparências, aprofundarmo-nos como a raiz na terra.
Daí advém a capacidade de sentirmo-nos encorajados a semear mudanças.
Reflexão sobre o Dia Mundial da Terra
