Somos Ligados pelas nossas Alma
Com ou sem inversão
somos zênite e nadir,
sem nenhum recato
com Frutilla de Magallanes
em troca de lábios totais,
sem desejo de reversão,
razão, entrega e coração.
Não sou obrigada a nada,
você também não é,
somos filhos desta porção
austral continental,
Posso ser diferente,
e você também igualmente.
Não existe cultura igual
ou pior apenas diferente,
Ninguém é obrigado a gostar,
e tampouco ser exigente
espero que entendamos
isso daqui para frente
sob a sombra do Pau-Brasil.
Às vezes ter acesso
a alguma Cultura é para uns
questão de estímulo,
acesso próximo ou oportunidade
na vida simplesmente ao som
do Sabiá-laranjeira em liberdade.
[[[Sem capricho, feitiço ou maniqueismo]]].
Somos todos brasileiros. A questão é escolher regionalmente candidatos que tenham notória
imersão social e cultural.
Enraizados na terra,
sabemos quem somos,
da onde todos viemos,
no final sempre ficamos,
e não nos impressionamos
com quem usa da ideia
de estar acima de nós.
Uns são aquilo o quê
deixaram para trás,
São sempre eles que
provocam apagamento
para ter como aliado
o nosso esquecimento.
O quê se comunica
nem sempre na vida
é tão profundo assim
ou é um Cajá-mirim
cheio de frutos doces.
Não se aceita a opção
que na foz é arriscada,
porque do dia para a noite
nunca cria ou se faz nada.
Por isso é importante
lembrar o quê se passou,
e o quê se conquistou.
“Somos como livros: não se julga sem antes ler. Esperamos que alguém nos encontre, nos abra, e descubra o que guardamos por dentro.”
“Somos livros à espera de mãos certas: não se julga a capa, é preciso abrir e ler o que o silêncio guarda.”
"No campo de futebol, são 11 jogadores; no nosso dia a dia, somos apenas um, jogando com várias pessoas o jogo da sobrevivência."
Somos a apoteose da perfeição, um milagre vivo, e a vontade de evoluir é o combustível que nos impulsiona além dos limites.
Somos multiplicações da vida, e a vida se multiplica em nós; nós somos todos um só, a própria vida, ou seja, o próprio Deus, multiplicado em várias existências, que faz parte da própria existência, tudo, o Deus, a vida.
"Somos resultados das escolhas que fazemos na vida, sendo assim, responsáveis diretos das nossas ações do dia dia"
"Nas orações públicas em geral somos genéricos nos pedidos, mas é no intimo e as vezes no silêncio que expressamos nossas reais necessidades, que passam a ter nome e sobrenome".
Humanismo é o reconhecimento de que somos insignificantes no cosmos, mas também é a decisão heroica de ser significativos uns para os outros.
O niilista diz: "Sem deus, tudo é permitido." O humanista responde: "Sem deus, somos totalmente responsáveis por tudo que permitimos."
A maior fronteira epistemológica não está no espaço sideral, mas na interface entre o que somos e os limites neuroquímicos que moldam aquilo que podemos sentir e compreender. Testar esses limites, ampliá-los, contorná-los ou torná-los conscientes é um dos desafios centrais da filosofia do ser na era tecnológica.
O amor não dói por ser intenso, dói porque revela o quanto somos dependentes do reconhecimento do outro.
O universo é o vômito divino, e nós somos os micróbios tentando encontrar um sentido na digestão alheia.
O niilista diz que sem deus tudo é permitido; o humanista entende que sem deus somos finalmente os únicos responsáveis por tudo o que permitimos.
