Somos Ligados pelas nossas Alma

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Dias Especiais somos nós buscando viver cada Dia melhor.

⁠Somos Como o Avião e o Inimigo é o Vento Contrário. O Inimigo Quer Nos Derrubar Mas Nos Ajuda a Decolar.

É no Deserto Que Temos um Encontro Verdadeiro Com Deus.Somos Tocados,Transformados e Libertos Por Ele.

Somos perdoados para que nossa culpa não nos afaste de Deus. Somos justificados para que nossa condenação não nos afaste de Deus.

Todo mundo sofre
Todo mundo erra
Todo mundo tem
As suas próprias guerras
Quem somos nós pra ditar

O valor de alguém?
Somos pó
Não podemos julgar ninguém... Marcela Tais

Na árvore do cosmo somos pingentes de luz e vida.

Dia das Mulheres
⁠“Somos fortes, empoderadas, belas e extraordinárias, sempre em busca de um mundo melhor. Somos mulheres abençoadas, guiadas pela fé. Parabéns a todas as mulheres, parabéns a nós, celebrando o nosso dia, que é todos os dias!”

⁠Todos os dias somos nutridos de muitos sentimentos
Sejam bons ou ruins
Todos os dias alimentamos alguém da mesma forma
Você nutre ou é nutrido ?
Deposita nela o que deseja receber
Ou só o mínimo para manter ?
Transborda sinceridade
E exonera a falsidade
Ou não existe reciprocidade ?
Você nutre ou é nutrido ?
Transborda ou carece ?
No fim, tudo é o que parece
Alimentamos um sentimento
Bom ou ruim ele floresce
Nos consome , amadurece
E um dia simplesmente ...
Espera que ele cesse.

A flagelação de Cristo revela simultaneamente quem Deus é (Santo e Amoroso) e quem nós somos (caídos e carentes de redenção).

Que a fragilidade de Jesus Cristo filho de Deus na manjedoura sirva para refletirmos o quanto somos frágeis e dependentes uns dos outros nesse mundo. Que o grandioso amor de Maria e José dedicado a Jesus possa representar o infinito amor de Deus por todos nós que somos seus filhos. Feliz Natal!

⁠Somos irreais num mundo tão virtual

nos somos transitorio nessa vida, mais eternos no espirito

Não somos o que somos, somos aquilo que dizemos ser.

Quando não reconhecemos o orgulho, somos dominados por ele.

Quem somos nós? A imagem que sustentamos diante dos outros, construída com cuidado, coerência e esforço, ou aquilo que irrompe quando o controle falha, com um gesto, um pensamento, uma reação que rapidamente tentamos esconder? Talvez essa divisão já revele o conflito central: viver entre o que mostramos e o que tememos revelar. Onde há essa cisão, há tensão contínua, e essa tensão consome energia que poderia ser usada para simplesmente perceber.



Em público, ajustamos a voz, o discurso, o comportamento. Em silêncio, observamos outra coisa se mover. Às vezes contraditória, às vezes desconfortável. Não brigamos contra isso porque seja errado, mas porque ameaça a imagem que aprendemos a proteger. O problema não é a imperfeição do que surge, mas o medo de ser visto sem a armadura. Assim, passamos a vida defendendo uma ideia de nós mesmos.



Então surge a pergunta moral: é melhor ser justo e parecer injusto, ou ser injusto e parecer justo? Enquanto essa escolha existir, já estamos presos à aparência. A justiça verdadeira não precisa de plateia, assim como a injustiça não deixa de existir porque foi bem disfarçada. Quando a preocupação principal é como algo será percebido, o ato deixa de ser claro. Ele passa a ser estratégico.



Buscar equilíbrio entre essas posições talvez seja outra armadilha. O equilíbrio pensado, calculado, escolhido, ainda pertence ao campo do esforço. E esforço implica conflito. O que acontece quando não tentamos parecer nada? Quando não há intenção de sustentar uma imagem nem de combatê-la? Talvez reste apenas o fato nu do que somos naquele instante.



E se a pergunta “quem sou eu?” não exigir resposta, mas observação? Não a observação do personagem público, nem a condenação do impulso oculto, mas a percepção direta do movimento inteiro… sem escolha. Nesse ver sem defesa, sem justificativa, pode não surgir uma definição. Mas talvez surja algo mais simples: o fim da necessidade de parecer.

Na presente dimensão, infância e juventude somos o futuro; na meia-idade somos o presente; e na velhice, ou melhor, na plena maturidade, somos o passado. Porém, inverte tudo na outra dimensão. Oba!

⁠Todos nós estamos, nunca somos nada!

Remunerados ou não, somos todos cabos eleitorais de nossos candidatos preferidos em campanhas... Mas durante os mandatos dos eleitos podemos deixar de ser apenas cabos, para nos tornarmos vassouras dispostas a varrê-los do poder, quando necessário.

MAL CONTRA O MAL

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Somos meros recrutas de forças insanas;
que se doam por nada e se acreditam nobres;
gastam pobres verdades que nunca têm troco,
mas insistem no erro dessa escravidão...
Temos voz reprimida que a caverna engole,
não dá eco, reflexo nem esperança,
só a dança do engodo numa canção muda
que não toca os ouvidos dos donos da terra...
É assim quando somos pregões dos poderes;
coroamos heróis que se auto nomeiam
e recheiam de sombras toda boa fé...
Serão sempre frustradas as nossas apostas
ou as armas expostas com que nos perdemos
alistados na guerra do mal contra o mal...

Somos a luxuria em uma apologia..


Somos servos do capitalismo...


Somos cegos por vaidade não sabemos o tamanho da floresta negra...


Tudo é um ultraje ate amanhã por convivência sempre haverá um percentual absurdo de realismo...


Somos escravos da coisificação...
Historicamente o questionadores são insensatos, cegos e turbulentos.
Os criadores são criados por suas criaturas ...


Escravos do conhecimento carregam o fardo da ignorância e a descriminalização...


Discursos são condenados pois o lup das verdades tem a base em mentiras coletivas... e sombras sao as sobras de ideais frustrado da corrupção moral...