Somos Ligados pelas nossas Alma
Nós não crescemos quando as coisas estão fáceis ; nós crescemos quando somos confrontados com os desafios.
Quando estamos indignados sozinhos, somos apenas um qualquer, mas quando somos muitos e temos ações, mudamos o mundo!
Somos opostos, mais também somos iguais. A moto e o carro são opostos, mais os dois tem rodas. A lua e as estrelas são opostos, mais os dois brilham. Opostos, se combinam.
Durante dias tentando encontrar respostas para saber o que tínhamos em
comum, parece que somos semelhantes com ausências.
Somos todos donos do nosso destino, escolhendo, a cada momento, uma das infinitas possibilidades que o universo nos oferece para realização de nossas vidas.
Não somos obrigados a gostar de ninguém. Também não devemos desrespeitar, só porque não gostamos. Uma dose de respeito e uma certa distância já é o bastante.
“Somos como espelhos, ninguém está imune à luz ou às trevas que recebe, haveremos de refletir perfeitamente o que nos for oferecido. O que for além disso é doutrina falível.”
Somos medíocres, frustrados, intolerantes, impacientes, ainda que tentemos controlar todas as angústias e, principalmente, atribuir a culpa a um demônio qualquer. Perdemos a inocência. Substituímos-lha pela malícia. E isso não nos protege de nós mesmos. Não mesmo!
LIMITES...PAIS E FILHOS
LIMITES
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.
Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos...
Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos.
Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E, o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos (às vezes sem escolha...) que nossos filhos nos faltem com o respeito.
À medida em que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical, para o bem e para o mal.
Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens e os tratavam com o devido respeito.
E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas, à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeitem.
E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver.
E, além disso, que os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer; os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado.
Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para ser os melhores amigos e "dar tudo" a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem.
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter, e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão.
Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os limites abrigam o indivíduo.
Com amor ilimitado e profundo respeito.
(Monica Monasterio (Madrid-España)
Somos os nossos próprios motoristas, por isso, se você não estiver gostando do caminho, vire na próxima esquina. O futuro muda.
Somos a gota na nascente, sentido através da arte
Porque hoje matam Gandhis, antes de virarem um mártir
Se dispenso logo existo, quem pensa é a melhor parte
Falam muito de Jesus, mas tão mais pra Bonaparte.
Indubitavelmente, somos os únicos seres na face da terra que tem o poder de pensar, ressignificar, decidir e realizar, esse é o maior triunfo do ser. Não se limite!
dizem que as pessoas caladas são as mas perigosas,acho que é porque nós não somos de falar,e sim de cumprir...
O mundo nos engana quando passamos acreditar que nessa vida só somos alguém se estivemos poder; pois esse é um dos nossos maiores pecados...
