Sofrimento
A tormenta de existir
As impurezas da alma que me atormenta e que leva para longe o mais impio dos homens. Sem pudor, sem honra,
preso as indiferenças da propria inexistencia,
subtrai-se do rancor profundo apenas lamentações de infrutiferas dores,
que ja fora de vago o pensamento imaturo e curvo ao pensamento alheio, que deixara corromper com poucas palavras, haja vista que na penumbra
da paz nao há mais lugar para a ternura, senao um coração petrificado de sorrisos e de alegrias que nao lhe alcança e que te traz a mais perversa dor.
Mas se o sofrimento cessar entao havera espaço para outra coisa alem de Dores, partir para a escuridao minha alma quiz e quando mais tarde dela nao tiver mais harmonia
restara apenas o pesar de dores escolhidas mas nao suportadas. A insatisfação te faz inquieto e em meio frorestas de pesamentos risonhos, há uma magoa eterna pela nao relização plena.
Por que viver?
Se a existencia miseravel é o pior castigo, que nao sabe-se ao certo o porque de tantas lagrimas e que no raiar da aurora vai estar em prantos e lamurias sem força para escapar dos devaneios tristonhos e torturantes do mar inesgotavel que se colocas-te.
Ó Deus livra-me da dor, e traz aquilo que ainda fora estranha em minha pobre consciencia
que nao sei como instituir e multiplicar em meu coração que chora por
clamores e se fechou no fogo
da desgraça vivida por um infame que nao valha ser longa.
O meu inconciensciente implora por morte, a unica saida de um existencia lamentavel e digna de ser esquecida.
Sem Rumo
Tudo na vida tem seu começo e seu fim
Os dias passam e junto vão meus sonhos
Hoje me pergunto quando terei meu fim
Já não aguento mais sofrer assim
Sinto uma dor que me destrói
Grito, clamo por socorro
Uma angústia infinita que dói
Ninguém me ouve, ninguém me socorre
Já não tenho mais lágrimas
Tento chorar e não consigo
Minhas lágrimas secaram
E junto meu coração parou
Vivo por viver
Sem propósito, choro
Vivo por viver
Sozinho eu imploro
O Amor é o que nos faz bem, nos revigora e até nos manuscreve como a história de Jesus de Nazareh.
Mas o Amor está longe de ser o que precisamos para sermos felizes.
Eis o sentimento único capaz de trazer tanto sofrimento e dor.
Eis este que não é uma opção. Ele simplesmente surge e faz de ti escravo da sua real ditadura. Este infame que te encarcera e te joga nas trevas da destruição.
O Maior porem , o mais fraco dos fracos que enfraquece.
Enquanto o Ódio subsalta e reina absoluto, como o mais poderoso.
Maior que a fome. Maior que o medo. Soberano!
Único e verdadeiramente comprovado capaz de vencer barreiras e movimentar nações em busca da evolução e melhorias desde o interior até o exterior em suas metas de vida para si proprio em especial e para com o "todo" dado como seguimento
Arthur Schopenhauer um filósofo alemão do século XIX e uma das maiores e ressaltada inspiração de Albert Einstein , tambem acreditava no amor como meta na vida, mas não acreditava que ele tivesse a ver com a felicidade.
Escrevi "saudade" numa pedra, e atirei-a como quem voa.
Vi cair-me na cabeça, e senti como a saudade magoa.
Sufoco em ar contaminado da tua ausência descomunal.
E derramo mil tristeza como um derrame cerebral.
Passas as noites em branco,
cansado, sem forças, mas pintas.
Na tela, vês uma janela,
mesmo sentindo que estás-te nas tintas.
Se pintas aquilo que sentes,
não mais finjas a tua dor.
Não ocultes as linhas da tela
que reproduzes com tintas sem cor.
Se sentes e choras, pintor ,
que a arte não pode mudar-te.
Deixa levar-te pelo vento
que os pincéis hão-de abraçar-te.
Mas caro pintor, chorar por amor
não é deixar de sentir a paixão.
Pega na tela, e faz-te a ela
que o cavalete suporta a razão.
Lembras-te dela, ao ver na janela,
sem que ela saiba da tua existência.
Inspiras-te nela, e pões na paleta
as tintas da inocência.
E nas tuas mãos arrasadas, manchadas
de tonalidades sem cor,
pousa a tinta, que passa na tela
para expressar o que sentes pintor.
Liberta essa dor, caro artista.
Liberta o furor, suja essas mãos.
Levanta os pincéis, pousa a bebida,
onde te vais afogando em vão.
Se algum dia eu falar que te amo do tamanho da minha preguiça e da minha fome, é porque eu realmente estou te amando.
A única promessa que eu posso fazer...
É de tentar ser sempre melhor do que já sou pra continuar vivendo cada dia ao seu lado.
Por orgulho abandonaste os amigos, desvalorizaste os conselhos e desonraste o amor... Agora sofre na alma, a falta da calma, as consequências da dor.
Me divirto em noites superficiais, invento amores patéticos, para esconder o grito que existe no meu peito.
Uma ferida emocional infeccionada precisa ser tratada a fundo para que desta reste apenas uma cicatriz, que mesmo não se tornando completamente indolor permite
uma recordação que não se torne uma navalha que nos dilacere a alma cada vez que for vivenciada na mente.
Cutucar uma ferida não é fácil, mas necessário para que o sofrimento passado não superado não se torne parte aceitável a nos torturar no presente.
Precisamos ser para nós mesmos o abraço que acolhe, a compreensão que liberta e o amor que cura e fortalece.
Abandonar a si mesmo é uma rejeição da qual não conseguimos sair ilesos.
"Quando a dor e muito forte, a lágrima caí que você nem percebe, você grita pedindo ajuda, mas ninguém quer te escutar."
A vontade de chorar aflora o peito novamente. Mais uma vez nos encontramos em uma madrugada fria para lamentar o que poderia ter dado certo e não deu. De um lado o coração aflito e espedaçado. Do outro, a mente e sua razão dizendo que não foi por falta de avisar. Essa guerra eterna que não cessa insiste em vitimizar essa alma aflita. Se isso faz parte da vida, quando virá a calmaria? Quando cessarão as lágrimas, a angústia, a tristeza e a saudade?
Razão e emoção concordam que não valem mais as lágrimas e lamentações, mas a concordância mútua não significa que elas se cessarão tão facilmente. Resta mais uma vez silenciar-se na esperança que de novo tenta conformar esses extremos dizendo que em breve tudo isso vai fazer parte do passado e que dias melhores virão. Enquanto faz-se necessário engolir seco essa desilusão que deixam cada vez mais longe dois seres que se unem pelo desconhecido e desunem pela distância
