Só sei dizer que te Amo
Doce de Imbu vou fazer,
Só para te receber
de um jeito que você
não vai esquecer,
Por mim você vai
inteiro se derreter,
De outro sabor que
não for o meu bem
brasileiro você não
nem pensar mais querer.
Quando alguém me define de qualquer forma, eu aceito e concordo.
As definições dizem mais sobre quem as faz do que sobre quem eu sou. Ao aceitar sem resistência, desarmo conflitos e sigo em paz, enquanto cada um lida com suas próprias interpretações.
Meu Ídolo: Oscar Schmidt
Meu ídolo não era só presença —
era arremesso suspenso no tempo,
a bola saía da mão como destino
e o mundo parava por um momento.
Chamavam de mão santa,
e havia fé naquele gesto,
como se o impossível cedesse espaço
ao rigor de um sonho honesto.
Foram quadras, países, multidões,
recordes que o tempo não apaga,
um nome escrito na história
onde a coragem nunca se retrata.
Mas não era só o craque —
era o homem por trás do mito,
o riso fácil, a fala solta,
o jeito leve, quase infinito.
Chegava e tomava o espaço
sem precisar se impor,
e quando contava suas histórias,
o mundo inclinava ao seu redor.
Brincava, dizia bobagens,
e nisso havia grandeza escondida:
quem é imenso de verdade
não precisa endurecer a vida.
E acima de tudo — o coração,
maior que qualquer estatística,
largo, humano, indomável,
sua marca mais característica.
Eu vi, eu vivi, eu aprendi —
não só a quadra, mas a essência,
porque ídolo, quando é de verdade,
não termina — vira presença.
E hoje, em algum gesto meu,
num riso solto, numa condução,
carrego, ainda que em silêncio,
um traço teu na minha direção.
Meu ídolo não é só memória,
nem só o craque que o mundo viu —
é parte viva do que me tornei,
é o eco de tudo que em mim persistiu.
A comprovação da manipulação bem sucedida se dá quando você acredita que está certo só porque "pensa" como a maioria.
Só se ganha uma guerra sem precisar lutar quando consegue perdoar alguém que nem sequer te pediu desculpas.
Os que só se preocupam com quem dormir, se privam da graça de descobrirem com quem valha a pena acordar.
Brincar de ser cristão também é um direito — acreditar que o encardido faça o mesmo é só outra tolice.
No mundinho onde tudo se polariza, só há pódio para duas imprensas: as que confirmam nossos vieses e as que assumem a parcialidade.
No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.
No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.
A imprensa sempre foi opinativa e parcial; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenário midiático, ela apenas se reinventou.
Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração — ou na confusão — dos que se perdem na enxurrada simultânea de informações.
No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.
Elas sempre foram opinativas e parciais; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenário midiático, elas apenas se reinventaram.
Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração — ou na confusão — dos que se perdem na enxurrada simultânea de informações.
Resta-nos perceber que o acesso às notícias nuas e cruas deixou de ser direito universal, para se tornar privilégio dos que investigam.
Se os presídios se tornaram poderosas incubadoras de facções, talvez a prisão domiciliar seja só um jeito torto de afastar criminosos da pós-graduação.
Quando me perguntam se Motocicleta é Sinônimo de Liberdade, só respondo: “Às vezes, até a Liberdade precisa se locomover sobre o paraíso de duas rodas para tomar vento na cara.”
Que os bons ventos de agosto nos tornem sensíveis o bastante, para merecermos as flores, com toda sorte de cores de setembro!
Amém!
Lá se vai Agosto…
Se despedindo com seus ventos discretos, carregando ensinamentos que, por vezes, passam despercebidos.
São esses ventos que nos convidam à introspecção, que nos lembram de cuidar da nossa sensibilidade e atenção ao mundo.
É nesse preparo silencioso que encontramos a capacidade de receber o novo, de perceber os detalhes que realmente importam.
Setembro, com suas flores e cores, não é apenas um mês; é um convite à recompensa daqueles que souberam Escutar, Reaprender e se transformar.
Merecer suas cores e fragrâncias não dependem de pressa ou força, mas de estarmos abertos, atentos e delicados o suficiente para reconhecer a beleza que nos cerca.
Que os ventos de agosto nos moldem com suavidade, que nos tornem atentos aos pequenos gestos e às sutilezas da vida, para que, quando setembro chegar, possamos acolher suas flores, ornados de gratidão e plenitude.
Amém!
Que os bons ventos de agosto nos tornem sensíveis o bastante, para merecermos as flores, com toda sorte de cores de setembro!
Amém!
