So o Tempo pode Entender um grande Amor
Um dia, o homem descerá de seu quimérico trono de despótica vaidade, erguido pelas culturas patriarcais, e então perceberá o verdadeiro valor da mulher!
Pessoa alguma se encontra na indumentaria carnal por impositivo do acaso por injunção de um destino cego e cruel.
Otimista é aquele que se vê obrigado a subir numa árvore para fugir de um leão e ainda aprecia a paisagem.
Você é linda como um sorriso.
Como o Sol e o mar pela manhã.
Como as chuvas de janeiro,
os ventos de março e as flores de setembro.
Você é linda como nos meus sonhos,
como a minha vida se tornou depois de você,
de seu amor por mim, de nossa história.
Você é linda como a felicidade,
você é a única verdade
que eu quero sem fim.
"Existe um dom natural que todos temos
Nossas escolhas vão dizer pra onde iremos
Mas se for pra falar de algo bom
Eu sempre vou lembrar de você"
Os sismógrafos não escolhem os terremotos, reagem aos que vão ocorrendo, e o blog é isso, um sismógrafo.
Palavras não valem nada, o mundo te quer esmagado, o passado não volta e um dia você irá morrer e eu aqui só querendo te fazer feliz....
Nos abraçamos com força e, por um instante, achei que poderíamos superar tudo. Não é estranho que às vezes a lembrança de um ato de carinho possa causar mais dor do que a de um gesto cruel?
O ocasional e o essencial - Martha Medeiros
Uma das razões que torna o escritor Ian McEwan um dos grandes nomes da literatura contemporânea é que ele escreve tão bem que consegue nos capturar para dentro de seus livros. Você não lê: você vive aquilo que está escrito. No seu mais recente lançamento, Na Praia, os personagens Edward e Florence, recém casados, travam uma conversa que definirá o futuro de cada um. É um diálogo difícil, delicado, forte, emocionante, verdadeiro, triste e nenhum destes adjetivos vêm em nosso socorro para ajudar a compreender a cena, não é preciso: a gente está ali com eles, ouvindo tudo, sofrendo junto. Enquanto eles conversavam, escutei não apenas suas vozes, mas o barulho das ondas, a interferência da brisa e a lenta batida do coração de cada um. Quase paramos todos de respirar - o casal e eu.
A questão dolorosa do livro é uma pergunta para a qual dificilmente encontramos resposta: a pessoa que você amou e perdeu no passado era essencial na sua vida?
Uns tiveram muitos amores entre os 16 e os 80 anos, outros tiveram poucos, mas todos nós possuímos um passado, não há quem tenha vivido com o coração desocupado. Os dias que correm, hoje, indicam que nossa vida amorosa irá se intensificar ainda mais, uma vez que as possibilidades de encontro se multiplicam (a Internet fazendo sua parte), os preconceitos diminuem (aumentando a oferta de "composições") e a necessidade de desejar e ser desejado tem se imposto à necessidade de casar e ter filhos. Na prática, estas mudanças já vêm acontecendo. Há diversas formas de se relacionar, e se o número de adeptos de formas menos tradicionais ainda não é volumoso, o respeito por todas elas está, ao menos, quase sedimentado.
Este entre-e-sai de homens e mulheres na vida uns dos outros dinamiza as relações, incrementa biografias, dá uma sensação de estarmos aproveitando bem o nosso tempo. E o amor não está excluído da festa, pode marcar presença forte em quaisquer dos novos padrões de comportamento. Mas este barulho todo não oculta nosso questionamento mais secreto: haverá alguém que, entre todos os que cruzaram nosso caminho, poderia ter nos transformado, nos acrescido, nos desviado desta eterna experimentação e justificado nossa existência de uma forma mais intensa? Terá esta pessoa cruzado por nós e a perdemos por causa de uma frase mal colocada, por uma palavra dita com agressividade, por uma precipitação, por um medo ou um equívoco?
Não é uma resposta que chegue cedo para todos. Sorte de quem já a tem. Em Na Praia, Ian McEwan não oferece um final infeliz a seus personagens, mas não os priva de uma dúvida comum a todos: que destino teríamos se um amor vivido errado tivesse sido vivido certo. Como assumir este amor sem sofrer as influências da época, da sociedade e da nossa própria imaturidade. Como valorizar o que se tem no momento em que se tem, e não depois. Como livrar-se do fantasma do "se eu tivesse dito, se eu tivesse feito, se eu...".
O maravilhoso mundo das relações amorosas progride, se reinventa, se liberta das convenções, se movimenta para um lado e para o outro, mas seguimos mantendo a íntima esperança de que, entre todos os "muitos" que nos fizeram felizes, possamos reconhecer aquele "um" que calaria todas as nossas perguntas.
Terrorista ou herói, depende do lado que o guerreiro está. Para seu povo ele é um herói, para o inimigo ele é um terrorista.
Para um navegador que não sabe seu rumo, nenhum vento lhe é favorável.
Nota: Adaptação de Link
...Um Dia Desses Eu Sumo da Tua Página...
Não Postarão Mais Meus Poemas...
E Aí Quem Sabe a Saudade
Por Mim Surgirá No Teu Olhar...Aí Quem
Sabe,Tu Terá Vontade de Saber Como Sou...
E O Aconchego do Meu Abraço...
_ Maxuel Scorpiano _
