So o Tempo pode Entender um grande Amor

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O que é difícil de entender, é mais fácil aceitar.

⁠Aprender a ler e a escrever as letras e as palavras é uma coisa, mas entender os porquês delas é algo bem maior, é saber.

"Conselhos de mãe, são gotinhas de luz.
Beba-as até entender!"
☆Haredita Angel

- Pra que me entender?
Basta me amar!
Haredita Angel
12.10.22

"Ela tem no olhar tantos sonhos ainda...
O mundo tem que entender..."
Haredita Angel
06.11.12

"Crescer...Cresci!
-Mas continuo sem entender nada!"
Haredita Angel
14.02.11

Para mim, amar uma mulher de verdade é entender que ela não é minha propriedade. Amar é respeitar sua autonomia e deixá-la viver sua própria essência.

Amar uma mulher de verdade é entender que o meu mundo não deve ser a cela dela. Ela não é minha propriedade; amar é deixá-la viver a própria vida e ser feliz por isso.

Estar perto de ti me fez entender que algumas conexões simplesmente não precisam de explicação.

É estranho como o coração demora tanto para entender o que os olhos já cansaram de ver: que o nosso 'nós' virou apenas saudade acumulada.

Amar você é entender que seu brilho próprio não me pertence, mas me encanta. É saber ouvir o que sua alma pede, ser seu melhor amigo e ter a coragem de te deixar voar rumo aos seus sonhos — porque amar também é querer te ver feliz, mesmo quando o seu destino exige que você siga sozinha.

A coisa mais difícil que aprendi neste ano, a lição mais dolorosa que a vida me deu, foi entender que preciso deixar as coisas serem exatamente como são.
Aprendi a deixar as pessoas irem sem pedir explicações. A aceitar que nem tudo depende de mim e que nem tudo o que vai embora precisa ser entendido. Algumas despedidas não vêm com conversa, nem com fechamento, nem com a justiça que a gente gostaria de receber. E elas simplesmente acontecem, no silêncio dos dias comuns.
Demorei a perceber que segurar dói mais do que soltar. E, aos poucos, aprendi a não implorar por respostas que algumas pessoas não têm ou não querem dar. Existem dores que não se curam e com insistência, elas apenas se aprofundam.
Soltar não é desistir. Soltar é reconhecer os próprios limites. É aceitar que nem tudo está sob o nosso controle e que nem todo final precisa ser bonito para ser necessário.
Existem histórias que terminam no silêncio. E, por mais duro que seja, às vezes o silêncio já é a resposta.
Entendi que a verdadeira força não está em segurar, está em aceitar. Em respeitar o tempo do outro, mesmo quando ele não se alinha com o nosso. Em parar de esperar palavras que não virão.
Porque, no fim, a paz não chega para quem prende. Ela chega para quem solta, mesmo com o coração doendo, e ainda assim escolhe seguir em frente.

Por mais inteligente e racional que você seja, é muito difícil entender o que desperta a inveja nos outros.

Quando o coração não encontra palavras para expressar a grandeza de Deus, a mente busca entender os mistérios da vida. Que possamos sempre buscar a Deus, fonte de toda sabedoria e alegria

Certas conexões são tão naturais que a gente sente antes mesmo de entender.

Eu vim...





Eu vim para deixar algo que jamais você ira esquecer,

não tente entender o que não se pode tocar, apenas sinta o sabor do vinho sem derramar um gole da taça,

o que já foi livre agora está preso para por completo se libertar,

o aventureiro deixou de ser desconhecido, o que tinha pressa para acontecer, deseja de toda alma ficar,

o outro passo da história tem folhas molhadas, terra seca e um mundo a ser explorado.

Exposto


Temido por brigar,
Tentado pelo saber,
Destemido no pensar,
Faminto pelo entender.

A Graça me fez entender quem eu era, antes mesmo de saber quem Ele era. Após isso, descobri que foi Ele, "Jesus", que me alcançou por meio dela, a Graça.

A Garota do Balcão
Passei dois anos tentando entender como é perder alguém.
Não perder por briga ou despedida, mas perder por dentro.
Perder a fé no sentimento, perder a crença no amor, perder a certeza de que algo assim pudesse acontecer de novo.
Durante esse tempo, eu realmente acreditei que não encontraria mais ninguém.
Que algumas pessoas atravessam a nossa vida levando consigo tudo o que havia para amar.
Que depois delas, o coração aprende a funcionar… mas não a sentir.
E então, sem qualquer aviso, eu entrei numa loja de acessórios de celular.
É curioso como a vida escolhe cenários simples para grandes recomeços.
Entre películas de vidro, suportes discretos e cabos organizados não por cor, mas por tipo —
como se até ali tudo precisasse fazer sentido —
havia uma garota atrás do balcão.
E o mais estranho de tudo é que a única coisa que realmente nos separa…
é o balcão.
Não foi só o sorriso que chamou atenção.
Foi o conjunto.
O jeito contido.
As tatuagens minimalistas, quase silenciosas, marcadas como pensamentos que não precisam ser explicados.
Detalhes pequenos, mas cheios de intenção — como quem diz muito sem dizer nada.
E então tem o olhar.
Um olhar tão misterioso que desconcerta.
Daqueles que, se sustentado por mais de três segundos,
faz a gente desviar não por timidez,
mas por sentir demais.
Ali eu entendi uma coisa importante:
o amor não avisa quando volta.
Ele reaparece… diferente.
Não veio com urgência, nem com exagero.
Veio como curiosidade.
Como vontade de permanecer um pouco mais.
Como aquela sensação estranha de querer voltar ao mesmo lugar sem precisar de motivo.
A Garota do Balcão não sabe,
mas ela desmentiu uma certeza que eu carreguei por dois anos.
Ela provou que a gente nunca perde a capacidade de se apaixonar —
a gente só esquece como é até alguém lembrar.
Hoje, confesso ao público:
já não tenho mais o que inventar para entrar naquela loja.
Já comprei o que precisava… e o que não precisava também.
Mas continuo voltando.
Talvez isso não seja uma história de amor.
Talvez seja só um capítulo breve.
Ou talvez seja o começo de algo que ainda não tem nome.
Mas uma coisa é certa:
depois de tanto tempo acreditando que o sentimento tinha ficado no passado,
eu me apaixonei de novo.
De um jeito novo.
Mais calmo.
Mais consciente.
Mais verdadeiro.
E tudo isso começou…
E tudo isso começou com um balcão no meio.
Não como obstáculo,
mas como prova de que às vezes o amor não está distante —
só separado por alguns centímetros
e pela coragem de atravessar.

Sorri sozinha.
Ninguém precisava entender.


— Jess.