So o Tempo pode Entender um grande Amor
...Porque durante toda a nossa vida alguém sempre dita as regras de como seremos, o que vestiremos e comeremos, e no final de tudo somos apenas marionetes manipuladas por um sistema severo e inflexível."
...Ao voltar para casa, Pai e Avô inconsolados cantavam o hino Brasileiro, como se prestassem as últimas condolências ao soldado guerreiro que morreu em defesa do seu país, antes de entrarem em casa sentiram ambos uma estranha brisa vindo do oeste e compreenderam que era o soldado que soprara ao encontro deles para dizer que descansou…"
http://franklinsousa.com.br/soldado-ferido/
Diante do entretanto,
Espreito as formas.
Estampada sob sentido,
Percebida da não salvação.
Mais aflige que esmorece,
Afugenta e tudo é vivo.
Na rotineira selvageria,
Isento de predicado.
Onde sempre comparado,
Doravante, derribado.
Insuperável condição a existência,
Nessa escassez de pormenores.
De ignorante espírito espontâneo
Infindável iniquidades sem nomes.
Movendo, sedento,
Desentendido de quê?
De fato, guarnecem,
Lacunas do existir.
Diante do entretanto,
As pupilas são porta d´alma.
Não há luz noutro recanto,
Cotidiano, espanto.
A mover-se pelo pranto,
Descompasso o coração.
Desventura no caminho,
De um filho sem irmão.
Diante do entretanto,
Diante...,
A vida passa sem mágoas,
Diante dos próprios olhos.
A fotografia me ajuda a questionar, ou, entendendo que é tudo errado, a frieza do ser humano é desvendada, as coisas passam a não ter graça. Os movimentos não são aceitos ou se são é borrão.
É nítido aquilo que a lente enxerga.
Se, tenho que explicar é porque ninguém entendeu e se ninguém entendeu os culpados são eles.
A sequência muitas vezes é obtida pelo medo de errar, ou pelo excesso de acertos, ou simplesmente por haver espaço sobrando no cartão e uma agilidade ímpar no dedo indicador.
O erro pode ser exposto e quem sabe até mais interessante que o acerto do outro.
Quem não mostra o erro tem vergonha de errar, mas erra.
A fotografia resiste ao futuro?
O movimento, diferenças, o muro.
Daqui a pouco não há o que fotografar,
Ou não teremos coisas
Ou não teremos fotografia.
Pensei pra fazer aquela foto, disse o fotografo.
Mas, não saiu como pretendia,
Ou você pensou desse jeito,
Ou o problema é a fotografia.
Abaixo o volume e olho,
Imagens que movem sem som.
Identifico barulhos, ruídos,
Delicadeza das vozes no ar.
As cores vibrantes me prendem,
E me fazem sentir alegria
Pensando no som que imagino,
Barulho imaginário que crio.
O melhor de viver neste mundo,
É abaixar o volume de tudo
Sendo expectador desta vida,
Assistindo à um cinema mudo.
Nesse contexto de pensar a fotografia como instrumento de transformação social faz se necessário que as pessoas reconheçam essa responsabilidade.
Que continue assim, porque isso é a única coisa que sempre nos salvará, independente dos erros cometidos. O amor é sempre mais forte.
Alguns dizem: "Ela caiu primeiro, mas ele caiu mais forte."
Bom, eu caí primeiro e eu caí mais forte.
Não que ele tenha caído...
Segure minha mão...
e voaremos tão rápido que luz nenhuma,
inventada pelo homem, poderá nos alcançar.
Minhas palavras tem objetivos de fazer o que as minhas mão nas fazem, tem o objetivo de fazer o que os meus lábios somente diz, elas tem o poder de levantar o caído, de abraçar os corpos que foram fragilizados pela dor das pancadas; tenho o cuidado que elas alcancem as almas dos constritos de coração.
minhas palavras me trazem os frutos das sementes que um dia os meus lábios plantaram, me traz o sabor da vida que um dia me foi negada por não serem atendidas, minhas palavras me transformou, quando eu lhe dei vida, antes de saber o quanto ela realmente valia, eu não lhe dava a real importância, por isso sei que não posso tocar as psiques da pessoas com as pontas de meus dedos, mais posso fazer que eles voem ou vivencie emoções sem ao menos saírem do sofá de sua casa. Há gente que gosta de encantar serpentes, outras gostam de encantar animais exóticos, mais há pessoas que amam ser canal de benção, fonte de ternura, sombra de socorro, torre forte e lugar seguro.
H.S
o conselheiro Henrique Silva.
Quando surgir uma oportunidade, abrace-á!
Caso contrário poderá perde-la, e se arrepender amargamente em um futuro próximo.
Me pedem para ser forte.
Mas até o ferro com toda
Sua força, com pequenas
Gotículas de tristeza que caem
Do céu acaba-se enfraquecendo
E enferrujando, quem dirá eu.
Os seus olhos, olhos tão preciosos quanto rubis e esmeraldas, me tiraram o fôlego, me roubaram a alma. Olhos esses ora âmbar, ora negros, olhos tão frios e penetrantes quanto aconchegantes e meigos. Olhar penetrante, que roubou meu coração como o saqueador rouba o viajante, que me faz sentir a brisa de um belo pasto verdejante, com margaridas por ele todo, será que eu sou apenas mais um tolo, um bobo? Será que estou me apaixonando de novo?
