Só Consigo Pensar em você
O que seria de mim sem…
sem a dúvida que me faz pensar,
sem a dor que me ensina a valorizar,
sem a incerteza que me obriga a seguir em frente?
Distorcer o espelho quando pensar
É deixar de sentir o brilho do luar
Contemplar as estrelas sem suspirar
Não deixar o outro falar
É o mesmo que não escutar
Desaparecer é também falhar
O tempo é arte sem controlar
Narrativas do inconsciente a cantar
Troca simultânea de energia a bailar
Manipular ao se ausentar
É dor ao se calar
Desejo inconsciente de amar
Medo do desejo a somar
Desejo pelo medo a multiplicar
Resultando em sublimar
Etapas importantes ao abandonar
São perdidas quando pular
Processos naturais como ondas do mar
Invadir o fluxo do sintonizar
É o mesmo que ironizar
Diante do espelho quando se olhar
O reflexo pode perdoar
Mas devolve e reverbera sem disfarçar
Assim como o sol ao eclipsar
Fugir sem encarar
Movimento celeste ao penetrar
Água, terra, fogo, ar
Éter sublime a dissipar
Brumas a visualizar
Campos silvestres para imaginar
Perder para encontrar
Sem nunca mais achar
Simplesmente por tentar forçar
Pensar a vida é pensar o existir não apenas como biologia, mas como presença no mundo. É pensar a relação com o mundo, o significado de estar aqui, o para quê e o para onde. Essas são as mesmas perguntas que a humanidade sempre carregou, desde o primeiro olhar para o céu.
Vir a ser. Estar. Lançar-se. Existir.
E nesse intervalo entre o nascer e o morrer, inventamos cultura — essa teia simbólica criada para dar sentido ao que não tem explicação. Porque o sentido não é dado, é criado. Criamos mitos, rituais, narrativas, e nelas depositamos nossos medos e esperanças. Cantamos e dançamos para afastar o medo. Reunimo-nos em torno do fogo para partilhar histórias que nos façam suportar o mistério.
Não sabemos de onde viemos, por quê, nem para onde vamos. Sabemos quase tudo sobre tudo e nada sobre o essencial. Então cobrimos o vazio com informações, saberes, teorias, religiões, ciências. Enchemos a vida de palavras para não escutar o silêncio.
Inventamos histórias para acreditar nelas: mitos, deuses, leis, virtudes e vícios. A civilização, afinal, talvez seja apenas uma ficção, e hoje, uma ficção científica. Passamos a acreditar nos símbolos como se fossem reais, a competir e a matar em nome deles. Nosso mundo é sustentado por crenças travestidas de verdades. Dinheiro, poder, sucesso, felicidade: tudo é linguagem, tudo é fé.
A felicidade, por exemplo, é uma bela história, gosto de acreditar nela. Mas viver nela é insustentável. Talvez só seja possível viver filosoficamente a felicidade, e não ingenuamente. Porque se a vida é o que é, e o niilismo nos ameaça com o vazio, Nietzsche tinha razão: é preciso transvalorar.
Ele já havia anunciado o “último homem”, esse que somos nós: confortáveis, cínicos, cheios de saber e vazios de sentido. Falou da crise e da aridez de nosso tempo, e sonhou com um além-do-homem, um ser que criasse novos valores, novos mundos, novas potências, capaz de amar.
Ainda não chegamos lá. Mas talvez pensar, pensar a vida, e não apenas vivê-la, seja o primeiro passo dessa travessia.
Estamos vivendo tempos em que não podemos mais pensar tanto no futuro assim. O presente é a única certeza. As coisas estão mudando rapidamente e nem sempre nossos planos e esforços trazem os resultados esperados. Mais do que nunca, noassa única opção é o agora.
Desejo sem ação é ficção. Desejo com ação é realização. A chave da vida é a ação. Pensar e falar é muito fácil. Agir que é realmente difícil. Diante do dilema entre fazer e não fazer, não hesite: faça, faça, faça!
A vida não avisa.
Ela arranca.
Me tirou de um lugar às pressas, sem tempo de pensar, sem tempo de sentir.
Quando vi, já tava com o coração na mão e o corpo em outro canto..
outro teto, outra rua…
o mesmo peso.
E como se não bastasse, o destino foi irônico.
Me deixou exatamente onde eu não pisaria de novo.
Não por saudade.
Não por escolha.
Mas por necessidade.
A rua é a mesma,
o silêncio é diferente.
Eu passo sem olhar.
Não por fraqueza...
Mas porque dessa vez eu aprendi.
Tem portas que não se batem mais.
Tem nomes que não se chamam mais.
Tem histórias que não se reescrevem.. se enterram.
Eu já me dei demais.
Já fiquei demais.
Já insisti onde só eu existia.
Agora não.
Agora eu passo.
Fria por fora, inteira por dentro.
Porque ir embora, às vezes, não é sair do lugar.
É sair de quem a gente era quando aceitava tão pouco.
A Arte do Amor Divino que se põe
Gosto de pensar que os pores do Sol são uma das maneiras de Deus nos mostrar artisticamente o seu amor, como lindas aquarelas de cores quentes.
Parte da Sua arte complexa que, ao mesmo tempo, é repleta de simplicidade, cada vez com um detalhe diferente, emanando uma luz emocionante.
Que ofusca os problemas por uma brevidade cativante que faz toda diferença: sendo assim, por alguns bons instantes, a minha mente fica liberta e os meus olhos exultantes.
Pensar é um risco contínuo, porque cada conclusão abre espaço para novas dúvidas, e não existe ponto final nesse processo, apenas pausas temporárias antes de recomeçar.
Carla, minha Sereia não paro de pensar nisso...vc mexe muito comigo, já é 00:32 da madrugada, não consigo parar de pensar em vc, olhando nossas fotos, vários momentos felizes, lembranças que não saem da minha cabeça, e essa solidão que não vai embora, sinto muito sua falta, como eu queria estar agradado com vc agora, essa saudade só chega pra trazer mais amor, saudade e dor...já nem sei mais o que pensar, já não sei mais o que fazer.
Só sei que te amo infinitamente!!!
Carla, tem dias que o corpo parece que não vai obedecer, a cabeça dói de tanto pensar e as batalhas tanto as de fora quanto as que a gente trava aqui dentro de casa parecem querer vencer a gente. Eu confesso que, às vezes, o cansaço é tanto que dá vontade de largar tudo, de parar de lutar.
Mas aí eu olho para o lado e vejo você. Eu não posso ser covarde. Eu não posso abandonar quem sempre esteve aqui, quem conta comigo e quem eu escolhi para a vida. Hoje ouvi a história de alguém que foi deixado sozinho no meio do caos, e isso me fez pensar: a gente pode até não se entender às vezes, o mundo pode estar desabando, mas a gente não se solta.
Se eu parar um segundo e olhar para o que realmente importa, eu vejo que é aqui que eu devo estar. A gente é mais forte junto, mesmo quando eu me sinto fraco. Obrigado por estar no meu lado, mesmo quando tudo parece difícil demai.
DeBrunoParaCarla
Eu parei pra pensar hoje e me deu um aperto no peito. Às vezes o cansaço das lutas lá fora entra em casa comigo e eu acabo descontando em você. Fico irritado, falo coisas sem pensar e, no fundo, eu sei que você não merece esse meu lado pesado. Me desculpa por isso.
Hoje ouvi a história de um casal que soltou a mão justamente quando o caos apertou, e aquilo me deu um choque de realidade. Me fez repensar como eu ajo quando estou de cabeça quente. A vida é difícil, o corpo cansa e a mente pifa, mas nada disso justifica eu ferir quem mais me apoia.
Olhar para o lado e ver que você continua aqui, mesmo nos meus dias ruins, é o que me faz querer ser melhor. Eu não quero ser o covarde que desiste ou que empurra quem ama pra longe no meio da batalha. Se o mundo está confuso, a gente se ajusta. Obrigado por ser meu suporte quando nem eu mesmo me aguento. Daqui pra frente, eu escolho respirar fundo e lembrar que, se temos um ao outro, o resto a gente resolve.
DeBrunoParaCarla
“Pensar em riqueza trilionária vale a pena quando ela começa na mente, cresce com propósito e se transforma em valor que abençoa vidas, não apenas em números.
“Não é sobre ter trilhões, é sobre pensar grande o suficiente para gerar riqueza que faça sentido e deixe legado.”
"Pensar riqueza trilionária vale a pena quando ela nasce do propósito e se manifesta em impacto positivo no mundo.”
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