Só as Mães são Felizes

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⁠Às vezes, a melhor festa na laje é aquela em que a convidada de honra só faz barulho para lavar nosso dia.


Noutros tempos, só pensávamos em churrasco na laje, agora, só pensamos em chuva na laje.


Agora as melhores festas na laje são aquelas em que a convidada de honra não traz música alta, nem risadas forçadas, nem fumaça de churrasco.…


Ela chega silenciosa na intenção, mas barulhenta na presença: a chuva.


E faz festa não para entreter, mas para lavar — o dia, a alma, o cansaço acumulado nos cantos que a gente já não alcança.


Noutros tempos, a laje era sinônimo de encontro, carne na brasa, conversa atravessada pelo riso fácil.


Hoje, ela se tornou mirante da espera.


Espera por nuvens carregadas, por um céu que se compadeça do pó, do calor excessivo, da exaustão que já não se resolve só com celebração.


Mudamos o cardápio: trocamos o excesso pelo alívio.


A chuva na laje não exige anfitrião, nem lista de convidados.


Ela chega quando pode, fica o tempo que quer e, ao partir, deixa tudo diferente — não necessariamente resolvido, mas respirável.


É uma festa sem fotinhos, sem brindes, sem sobras…


Só o som da água lembrando que nem todo barulho é invasão; alguns são cuidados.


Talvez o tempo tenha nos ensinado isso: há dias em que não queremos comemorar, apenas lavar.


E, nesses dias, a laje continua sendo lugar de encontro — não com os outros, mas com aquilo que sabe nos escutar e ainda nos permite recomeçar.

⁠Só os tolos acreditam sentir a presença de Deus nas orações contaminadas pelo Discurso de Ódio.


Há orações que sobem como súplica, e há discursos que apenas ecoam ressentimento.


Quando a palavra se veste de fé, mas carrega ódio no tom, ela deixa de ser ponte e vira muro.


Deus não habita a violência disfarçada de devoção, nem se manifesta onde a dignidade do outro é negada em nome de uma verdade supostamente sagrada.


Porque a verdadeira oração não nasce da garganta — nasce do coração.


E um coração mal-acostumado a odiar, perde, pouco a pouco, a capacidade de reconhecer o Sagrado.


Os tolos acreditam sentir a presença de Deus em orações contaminadas pelo discurso de ódio, porque confundem barulho com transcendência e fervor com virtude.


A fé que agride não ora: acusa.


Não intercede: sentencia.


E não busca comunhão: exige submissão.


Não adianta fechar os olhos para rezar, mas permanecer de olhos bem abertos para ferir.


Nem juntar as mãos para orar, mas usá-las para apontar, excluir e atacar.


E, ainda assim, acreditam que Deus habita nessas palavras envenenadas, como se o Altíssimo fosse cúmplice das baixarias humanas.


Usam a mesma boca para abençoar e amaldiçoar, e mesmo assim esperam ser ouvidos.


Mas não é Deus quem os escuta — é apenas o eco da própria intolerância, devolvendo-lhes a agridoce ilusão de santidade.


A oração que não transforma o coração de quem a faz, dificilmente tocará o céu.


Pois onde Deus se faz presente, há silêncio que educa, compaixão que desarma e uma inquietação ética que impede o ódio de se ajoelhar como se fosse fé.


Porque onde o ódio se instala, a presença divina se ausenta.


E onde a oração é usada como arma, o céu não responde — se cala.


Ai dos que se atrevem a usar o Soberano nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.


Pedirão e não receberão, buscarão e não encontrarão, pois dos céus nenhum sinal lhes será dado.


O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.


Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.


Sem revolta, passamos o Natal no hospital.


Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.


Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.


E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.


Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.


Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.


Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.


Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.


Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.


Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.


Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!


A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!


Amém!

⁠A imagem de
“forte o tempo todo”
só é vendida nas gôndolas da falta de opção.


Essa imagem muitas vezes não nasce da coragem, mas da falta de escolha.


É uma armadura vestida quando não há espaço para fraquejar, quando o mundo exige produtividade, controle e respostas prontas, mesmo em dias em que tudo o que existe é só o cansaço.


Ser forte, nesse contexto, vira sobrevivência — não virtude.


Ninguém é forte o tempo todo.


E nem deveria ser.


A força constante quase sempre desumaniza, silencia dores legítimas e transforma vulnerabilidade em culpa.


Há uma força mais honesta em admitir o peso, em parar, em pedir ajuda, em permitir-se sentir.


Porque a verdadeira resistência não está em nunca cair, mas em reconhecer os próprios limites e ainda assim continuar, um passo de cada vez, do jeito que dá.

⁠Às vezes, o barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem autoridade até sobre a tempestade.


Quando eu era mais medo que fé, olhava mais para as águas agitadas…


Agora, sendo mais fé do que medo, já posso Vê-lo, vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!


Ele sempre está agindo!


Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

A distância entre eu e meu sonho é só a minha perspectiva.

“Não consigo resumir minha vida em uma só palavra, mas em duas, Obrigado Senhor.”

Prefiro andar só com Deus.

“Com toda essa salada de frutas, procurar algodão doce é só para quem gosta do pecado.”

“Passarinho só abre o bico para comer e cantar.”

“Só o escritor acende a luz na madrugada.”

“É possível ter varias caras, mas só um olhar.”

Só porque eu não usei a falta de respeito que você usou contra mim, não significa que estou deixando você me desrespeitar.

“Com tantos dias vivendo para os outros, ainda sonho com um dia só pra mim.”

“Poupe sua voz, há quem não queira escutar, há quem não vai mudar e há quem lhe ouça só porque você não para de falar.”

"Com tantas pessoas legais, manter amizade com quem não gosta de você é só para quem quer ir para o Paraíso.”

“O sucesso só entra quando a mente está aberta.”

“O sucesso só incomoda o fracasso.”

"Ser o mesmo palhaço, todos os dias sem perder a graça, é só para quem conhece o circo."