Só as Mães são Felizes

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Na dança da vida, só conseguimos encontrar o ritmo certo quando confiamos o suficiente para soltar o controle e aceitamos que é a Vida quem nos guia.

Com pressa só tratamos a saúde. O que não for saudade pode esperar!

Só o amor nos faz acreditar que certas pessoas são imortais.

⁠A comprovação da manipulação bem sucedida se dá quando você acredita que está certo só porque "pensa" como a maioria.

⁠Confiar demasiado rápido, só te faz decepcionar demasiado cedo.

⁠Só se ganha uma guerra sem precisar lutar quando consegue perdoar alguém que nem sequer te pediu desculpas.

⁠Os maus só acreditam que são a maioria, porque os bons não aprenderam fazer barulho.

⁠Os que só se preocupam com quem dormir, se privam da graça de descobrirem com quem valha a pena acordar.

⁠Todo aquele que aprender a ficar sozinho, nunca estará só.

⁠Bom era quando clamávamos para chover só para dançar na chuva, não para chorar escondido.

⁠Dele, quase ninguém sabe mais nada… só sabe postar no Pensador.

Brincar de ser cristão também é um direito — acreditar que o encardido faça o mesmo é só outra tolice.

No mundinho onde tudo se polariza, só há pódio para duas imprensas: as que confirmam nossos vieses e as que assumem a parcialidade.

No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.

No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.


A imprensa sempre foi opinativa e parcial; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenário midiático, ela apenas se reinventou.


Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração — ou na confusão — dos que se perdem na enxurrada simultânea de informações.

No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.


Elas sempre foram opinativas e parciais; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenário midiático, elas apenas se reinventaram.


Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração — ou na confusão — dos que se perdem na enxurrada simultânea de informações.


Resta-nos perceber que o acesso às notícias nuas e cruas deixou de ser direito universal, para se tornar privilégio dos que investigam.

Se os presídios se tornaram poderosas incubadoras de facções, talvez a prisão domiciliar seja só um jeito torto de afastar criminosos da pós-graduação.

Quando me perguntam se Motocicleta é Sinônimo de Liberdade, só respondo: “Às vezes, até a Liberdade precisa se locomover sobre o paraíso de duas rodas para tomar vento na cara.”

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitos depressivos vivem à exaustão, de tanto morrer a prestação.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.