Sinto o Vento na Janela

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Antes disso, minha vida era uma página em branco. O velho eu que chorava, agora ficaria feliz em me ver.

É inegável que viver sem lenço nem documento sempre nos alegrou. Isso está associado em nossas mentes com fugir do passado, da opressão, da lei e de obrigações maçantes. A liberdade absoluta. E a estrada sempre conduziu ao oeste.

Naquele dia, quando as estrelas caíram. É como se fosse uma cena de um sonho. Nada mais, nada menos que uma bela vista.

As meninas mais bonitas são desobedientes

É nas experiências, nas lembranças, na grande e triunfante alegria de viver na mais ampla plenitude que o verdadeiro sentido é encontrado.

Os únicos presentes do mar são golpes duros, e as vezes a chance de sentir-se forte.
Eu não compreendo muito o mar, mas sei que as coisas são assim por aqui. E também sei como é importante na vida não necessariamente ser forte, mas sentir-se forte. Confrontar-se ao menos uma vez. Achar-se na maior condição humana. Enfrentar a pedra surda e cega a sós, sem outra ajuda além das mãos e da cabeça.

Há dois anos ele caminha pelo mundo sem telefone, piscina, carros, nem cigarros. A liberdade máxima. Um extremista. Um viajante esteta cujo lar é a estrada. E agora, depois de dois anos errando, vem a última e maior aventura. A batalha culminante para matar o falso ser interior e concluir com vitória, a revolução espiritual. Sem continuar a ser envenenado pela civilização, ele foge e caminha solitário pelo mundo para se perder em meio à natureza.

Venho pensando cada vez mais que deverei ser sempre um caminhante solitário da natureza. Meu Deus, como a trilha me atrai. Você não pode compreender esse incansável fascínio. Ao cabo de tudo, a trilha solitária é o melhor. [...] Jamais deixarei de vaguear. E quando chegar o momento de morrer, encontrarei o lugar mais selvagem, mais solitário, mais desolado que exista.

Se quer algo na vida, vá atrás e pegue.

Como Confúcio, estou tão absorvida pelo encanto que sinto pela terra e pela vida que a habita que não tenho tempo de pensar no paraíso nem nos anjos.

Pearl S. Buck
BUCK, P., Entrevista, 1951

Encontro-me de pé sob um céu estrelado
E sinto como o mundo rasteja
no meu sobretudo, para fora e para dentro,
qual um formigueiro

Sinto vergonha, logo existo.

Quanto mais gosto de quem ofende, mais sinto a ofensa.

Sinto-me deveras otimista quanto ao futuro do pessimismo.

Sinto-me em casa em qualquer sítio; e é sempre o desejo que me manda embora.

As armadilhas do tempo são como o vento levando as folhas pra lugares distantes...

O Tempo e o Vento

Havia uma escada que parava de repente no ar
Havia uma porta que dava para não se sabia o quê
Havia um relógio onde a morte tricotava o tempo

Mas havia um arroio correndo entre os dedos buliçosos dos pés
E pássaros pousados na pauta dos fios do telégrafo

E o vento!

O vento que vinha desde o princípio do mundo
Estava brincando com teus cabelos...

Deve ser o vento norte, esse excesso de luz, a primavera chegando, a lua quase cheia.

Não espere. Promessas, vão e vêm. Planos, se desfazem. Regras, você as dita. Palavras, o vento leva. Distância, só existe pra quem quer. Sonhos, se realizam, ou não.

Vem, que tomaremos banho na chuva, desafiaremos o vento e venceremos o tempo.