Sinto muito mas eu te Amo
Às vezes sinto-me perguntando onde estás. Eu ainda me lembro de você, é como se estivesse com um recibo assinado. Continue sendo o meu amor e receba a bênção do Senhor.Talvez, sejamos todos santos e temos o mesmo valor na visão do amor.
Você partiu.
Agora, o tempo todo penso na sua grandeza. Você sempre foi o meu amor.
Escrevo porque gosto e me sinto livre. É uma paixão que me liberta. As letras desfilam para mim como crianças, transformando palavras em versos adultos. Elas são minhas confidentes. São amigas que dançam, conversam e se divertem comigo.
Às vezes, sinto um desejo profundo de escapar deste mundo. A revolta surge diante da maldade, injustiça e ingratidão que observo. Contudo, ao ponderar sobre tudo isso, reflito intensamente. As lágrimas fluem, e nelas reside certeza e sinceridade. Então, retorno ao meu âmago e compreendo que Deus nos presenteou com a vida para zelarmos dela. Ele também nos envia provações para promover nosso crescimento e evolução, uma lição que absorvi ao olhar para trás. É inegável: diante das provações, devemos aceitar e enfrentar, sem lamentações ou queixas. Sinto-me expandir internamente, reconhecendo a existência da evolução. E recordo que a vida nos é concedida uma única vez, apenas uma vez.
Devaneios
Caminhando pela praia, sinto a suavidade da areia sob meus pés. O vento brinca com meus cabelos enquanto nossos olhares se encontram. Observo cada gesto teu com profunda emoção, capturando tua expressão no retrato que guardo comigo. De mãos dadas, trocamos ternuras, e a umidade dos lábios denota palavras não ditas, que se perdem no silêncio da brisa marinha. Apenas os murmúrios do mar testemunham nossa presença. O dia se torna uma extensão de nossa própria pele... Ah, doce vida!
Sinto saudade daquele tempo em que o ar era puro, a brisa era leve e transparente, o cheiro doce do verde preenchia o ambiente, e as noites quentes eram perfumadas pela dama-da-noite. Agora, tudo o que vejo é um dia tingido de cinza, coberto de poeira. Não sinto mais a brisa, apenas um odor estranho no ar. Me pergunto: será que o mundo se transformou em um grande latão de lixo? Temo que o pior ainda está por vir.
Você partiu, e eu tive que colher as lembranças contidas na árvore do tempo. Até hoje sinto frio, porque não nos vemos mais. Nas mãos, o suor secou; nos olhos, a tristeza se instalou. Persistente, visto minha armadura, avisto o horizonte, respiro fundo, olho para os meus pés e sei que eles precisam continuar a caminhar. Ainda assim, penso: viver é ser ativo. O que houve foi tão pouco! Foi tão breve, no entanto, eternizou-se.
Às vezes, sinto vontade de desistir de tudo, virar as costas e seguir o caminho inverso — quem sabe esse seria o certo. Mas, ao olhar o horizonte, imagens passam vagarosamente pela minha mente. Lembranças de sorrisos dados e risos compartilhados trazem sentimentos que me fazem repensar minhas lutas e gritos silenciosos, renovando minha força para continuar na batalha, em busca de um amanhã mais próspero e feliz.
Quanto a dar tempo… bem, minha intuição me diz para não pensar nisso!
Em meio às sombras da minha alma, sinto-me como uma pétala murcha, perdida em um jardim esquecido, ansiando por encontrar a luz que possa me reviver e trazer de volta a sensação de estar verdadeiramente viva.
Sinto-me enclausurado neste mundo devasso,
pequeno mundo imenso, perdido, encontrado cheio de pecados.
E as P... Velha que me perdoem o palavriado,
Mas Amaldiçoadas sejam as que fazem bebes e jogam ao mar
Como se fosse ja um finado, cremado.
"Não temo mais os dias de sol, a luz adentrou-me e revelou-te diante de mim. Eu não sinto mais o que está ao meu redor, pois tudo vibra e me arremessa, violentamente pra perto de ti. As luzes dos astros caíam do céu, o tempo corria feroz e eu de alma nua e dolorida, procurando-te. Anularam-se o tempo, as possibilidades, probabilidades e acasos e tudo parou, porque chegastes. O silêncio vibrou, a noite amanheceu. Estou aqui em paz, pois enfim encontrei-te e teu amor se tornou meu cais."
vejo silêncios,
sinto o vazio...
... corpos inteiros.
não vejo o que contemplam,
não ouço o que se dizem,
não posso:
são alguns de seus sentimentos.
comunico a mim e assim posso compreender, em partes, o tanto que existe neste tempo.
(muito obrigada).
Eu tento esconder e mascarar, mas sinto que não consigo, pois quanto mais eu tento, mais essa paixão cresce dentro de mim.
As vezes eu sinto como se estivesse me afogando nesse oceano de dor e agonia.
Meus pés, braços, minha garganta e meu estômago, todos enrolados por correntes, que me impedem de gritar por socorro.
É como se você fosse minha única salvação, mas na superfície você está, e eu estou aqui em baixo, contando meus últimos segundos de fôlego antes que parta.
Eu quero gritar por você, mas você não me vê, nem me escuta, em meio a imensidão do meu oceano, escuro e profundo.
Eu estou morrendo infinitamente e o sangue está se misturando com a água.
Espero que um dia eu possa ver a luz de novo.
Sinto no meu pesar que pude te amar tanto como pude contigo errar, meu peito pesa e minha cabeça se escurece me vejo em tão há lamentar um erro que podia evitar.
A culpa me persegue, meu coração dói e minha alma me enoja, posso dizer que sinto por tanto mal lhe fazer.
...E sinto no meu peito um amor que não dá pra medir, mensurar e quantificar, pois é de outra dimensão tão antigo como o céu, a terra e o mar.
