Sinto falta do meu Passado

Cerca de 180147 frases e pensamentos: Sinto falta do meu Passado

⁠Seu amor foi o antídoto para minha dor, Com mãos firmes, ela segurou meu ser, Nos abraços dela, encontrei meu abrigo, E na voz dela, encontrei meu renascer.

Inserida por RennanAoli

⁠Meu coração bate ao compasso do seu, pois em você encontrei o verdadeiro significado do amor.

Inserida por RennanAoli

⁠Assim, abraço a busca pelo meu ser,
Na confusão, vou me reconstruir.
No desconhecido, hei de renascer,
E, enfim, saberei o que fazer comigo.

Inserida por RennanAoli

Meu pai me abandonou quando nasci, mas eu o perdoei. Perdoei porque, graças a isso, eu sei o valor de um PAI. Serei o melhor PAI que um filho pode ter. Serei também o melhor MARIDO que uma mulher pode ter.

Inserida por LucasRCunha

⁠VOCÊ FOI MENOS DO QUE UM CIGARRO.

Tatuei meu corpo para lembrar das piores situações que já vivi, uma delas foi você.

Você foi insignificante para mim, a fumaça deste meu cigarro tem um cheiro mais forte do que o aroma do seu perfume.

Este cigarro em minha mão quase se apagando representa o único momento feliz ao seu lado, acho isso muito pouco para alguém que me prometeu o céu e a terra.

Fiquei com você pensando que você era tudo o que prometia, mas percebi que você era superficial, sem sentimentos.

Você nunca foi o que dizia ser, nunca encontrei em você o mundo que prometia. Descobri o verdadeiro mundo quando saí da sua vida.

Você é igual a este cigarro que tenho em mãos, quando eu o jogar fora, nada em mim lembrará você.

Inserida por Eraldosilva123

Eu encontraria espaço em outros sonhos, em outras histórias, em outras vidas, mas decidi ter o meu próprio sonho, decidi construir a minha própria história. Eu não me encaixaria em lugares vazios, a única vida onde eu encontraria espaço seria na sua vida.

Inserida por Eraldosilva123

⁠Antes de roubar meu coração verifica-se ele não esta oco. Antes de roubar meu coração ouça para ver se ele ainda bate. Antes de roubar meu coração faça um exame de cardiologia para saber se está com a saúde em dias.

Inserida por Eraldosilva123

⁠Você conhece meu nome, você sabe onde eu moro, mas nunca pediu para entrar na minha casa. Você sabe tudo sobre o meu mundo mas nunca pediu para conhecer o mundo que vive dentro de mim.

Inserida por Eraldosilva123

⁠FESTA NO MEU JARDIM.

Todos os dias, borboletas pousam no, meu pomar vêm extrair o néctar das
flores e espalhar perfumes pelo ar, todos os dias, há festas no meu jardim
com o canto suave dos pássaros entoando seus versos.

Todos os dias, a mesma emoção os, pássaros cantam as mesmas canções
alegrando meu coração, e é por isso que não deixo meu sertão.

Todos os dias, olho para o universo, os cantos dos pássaros ecoam meus
versos, todos os dias, os pássaros vão embora, mas voltam à tarde
cantando suas canções.

Trazendo alegria ao meu coração.

Inserida por Eraldosilva123

O MUNDO NÃO GIRA, ELE CAPOTA.

⁠Enquanto eu mostrava meu amor por você, você experimentava outros beijos, enquanto eu abria aquela porta, você fechava os olhos para não ver o que estava fazendo comigo, foi como levar um tiro pelas costas, maldita hora em que abri a porta, eu deveria tê-la fechado, ter ido embora, mas meus pés ficaram presos no chão, meu coração parou de bater, fiquei chocado ao ver você nos braços de outra pessoa que não sou eu, triste por nós dois, triste pelo nosso amor, você tirou minha voz, meu chão e o mundo que construímos juntos, tudo desabou diante de mim, acabou, não há mais volta, considero você como morta, nunca mais abrirei a porta para você, egoísta idiota, o mundo não gira, ele capota.

Inserida por Eraldosilva123

⁠Meu maior erro foi tira os olhos da estrada para prestar atenção nas suas curvas.

Inserida por Eraldosilva123

Meu amor por você é tão grande que foge da intimidade e fica por esse mundo por toda a eternidade

Inserida por MelissaSalles

Cansei. Quero uma boa conversa e meu sorriso de volta.

Inserida por MelissaSalles

⁠Geralmente o sapo vira príncipe.
No meu caso escolho príncipes que viram sapos.

Inserida por MelissaSalles

Hoje, uma pessoa veio me contar que leu mais dez textos no meu blog retratando os mendigos do Catete, e me perguntou de onde vem essa "obsessão por gente miserável". Não respondi ainda, e acho que farei por aqui, pois já é motivo pra um novo texto. Bom, começou com meu avô, na Vital Brasil, em Niterói. A casa do meu avô fica no pé do escadão do Cavalão, na subida da José Vergueiro da Cruz. Ali, sempre quando eu estava brincando na varanda, me causava pavor e medo uma negra descabelada, bem miserável, que, de 30 em 30 minutos, sofria ataques de caretas e dava tapas na própria cabeça. E ela sempre ficava sentada ali, no meu foco de visão. Para completar o quadro desagradável (eu só tinha 10 anos) ela soltava pelos lábios ventosidades com estrépitos que muitos julgavam escapados pelo cú. Magra, alta, não me lembro muitos detalhes. Só o que me recordo é que era vista falando com as pessoas conhecidas que entravam ou desciam do escadão, sempre no intervalo entre dois ataques que aconteciam de meia em meia hora. Não era raro vê-la passar e se comunicar com meu avô pelo portão, enquanto ele limpava o chão da garagem com uma mangueira. Por duas vezes, presenciei dois ataques, dois surtos, enquanto falava com meu avô. Não me lembro de ter visto qualquer morador da rua rir daquela senhora. Pelo contrário, quando ela dava os ataques, todos sabiam como auxiliar. Eu, morria de medo. Todos a tratavam com respeito pela educação e atitudes que ela tinha, quando no seu estado normal. As outras crianças, que nem eu, bem mais inocentes do que as de hoje, morriam de medo. Certa vez, meu avô, a fim de que eu perdesse o medo, obrigou-me a falar com a tal senhora, quando de passagem num sábado a tarde pelo nosso portão. Não é preciso dizer que flutuei no medo, na expectativa de um dos seus ataques. Perguntou-me o nome, deu-me umas palmadas no rosto, alisou-me os cabelos e, depois, ela mesma, mandou que eu fosse brincar, obviamente para que eu não presenciasse o ataque habitual. Não esperei segunda ordem. Afastei-me e fiquei à distância aguardando o ataque que não tardou. Mas, o encontro, de fato, fez-me perder o medo. Já não corria mais do portão ao vê-la. Aprendi a gostar dela. Lembro, até hoje, quando passou por mim no portão pela primeira vez que eu não corri. Acenou, acenei de volta, e ela seguiu seu caminho; me senti o cara mais sinistro e corajoso da Vital Brasil. Pensei: quem manda nessa merda sou eu. Desde então, sempre quando via sua sombra subindo a ladeira pela janela, já corria pro portão para redobrar minha coragem e fazer, cada vez mais, um contato mais próximo com aquela senhora, o que me deixava cada vez mais "sinistro" dentro do meu fantástico mundo de alessandro como o segurança da rua. Até que um dia ela parou para, de fato, conversarmos. Após 35 segundos (mais ou menos), ela teve um ataque epilético e caiu no chão, na minha frente. Imediatamente, um homem prestou todo auxílio e, quando a situação havia acalmado, percebi que estávamos de mãos dadas ali na calçada, sem mesmo perceber, durante toda a crise, que durou uns dois minutos. Depois que meu nervosismo passou, percebi que o homem que havia prestado o auxílio era o meu avô. Naquele momento, com ela ainda no chão, nos olhamos e, sem precisar falar nada, entendi exatamente tudo o que meu avô queria me ensinar sobre a vida, naquela oportunidade. Enfim, as histórias e experiências que tive com meu avô neste sentido foram muito longas, mas essa lembrança é o início dessa minha "obsessão por gente miserável" rs. Ainda sobre ela, não sei como terminou, pois nunca mais voltei naquela casa depois que meu avô morreu. Mas, se não me deixou a saudade, pelo menos deixou uma grata lembrança, engastada nas imagens daqueles tempos em que as crianças, tanto as do morro, quanto as do asfalto, ao invés de matar e assaltar, tinham medo de velhinhas doentes e miseráveis...

Inserida por AlessandroLoBianco

Quando a pessoa posta "fazendo a limpa no meu facebook" eu fico me tremendo todo de medo da celebridade de Hollywood me deletar do seu hall de amigos.

Inserida por AlessandroLoBianco

Lembrei especialmente hoje do meu avô. Quando contava sobre as ilusões da sua vida, fama, “pra cada esbanjamento uma carência”, dizia. Sabe, assim como ele também escolho ser como os simples cata-ventos que indicam apenas a direção do vento. Se existe algo bom na experiência da maturidade deve ser isso; ser como meu avô: um cata-vento orientando a direção do vento para os mais novos nos campos de pouso dos aviões.

Inserida por AlessandroLoBianco

Meu Insta: um repositório de pensamentos e tudo mais que escrevo e pretendo ser - ou me mostrar mesmo - em várias épocas; uma epiderme extra que me permite captar sensações sentidas no dia-a-dia que vão se misturando nos diversos aspectos do meu universo, e aí a surpresa: muitas das coisas que considero mais belas em minha vida. Sentimentos exacerbados com as injustiças, ingratidões, enfim, com tudo de amargo que o destino, inapelavelmente, reserva como cota para a gente sem qualquer forma de distinção numa vida: amor, alegria, sofrimento, mágoa, paixão, saudade, enfim, sementes selecionadas. Umas boas, outras ruins, mas sem dúvida carregadas de amores, sem a menor consequência.

Inserida por AlessandroLoBianco

Mas, a marcha inexorável do tempo foi nos tornando velhos, e o meu amigo, de tanto fazer o bem, cansou. Seu coração parou.

Inserida por AlessandroLoBianco

Das crianças... agora comecei a ter contato com uma figurassa. O filho de 4 anos do síndico do meu prédio, o Gabriel, que vai jogar bola numa parte do terraço que é colada na minha varanda. É o filho do meio de uma família bem situada na sociedade e, como natural, muito mimado pelos pais e um outro irmão. Goza de perfeita saúde e leva uma vida normal das crianças da sua idade. Está sempre aqui no terraço brincando sozinho, jogando bola, tentando, pelo o quê eu escuto, imitar os craques da seleção. Aí começo a me identificar com ele. Como eu, ele também é, pelo que percebo, controlado por uma necessidade de fazer gol que lhe acompanha, diariamente, até o momento de dormir. Como eu fui um dia, apesar do carinho dos pais e do irmão mais velho, deve-se sentir sozinho nos períodos escolares, sem parceiros para as traquinadas da idade. A não ser nos dias de domingo, quando reparo que o levam para uma vila aqui atrás, onde ganha a rua para brincar com alguns garotos da sua idade, mas jamais afastando-se do local. Cópia do que eu fui, também ele joga sua bola imaginando dribles impossíveis e gols inimagináveis dos craques de hoje. Aí que entra a questão, quando ele dá um gritinho Vai "NIUMÂ" (Neymar) e a bola cai aqui na minha varanda hahaha. Como os chutes estão frequentes nos finais de semana, ele já me chama na intimidade, com uma ousadia impressionante: "XIÔÔ (tio), "QUÉ" PANHÁ BÓIA". E lá vou eu devolver a bola para que o jogo não pare por incompetência do gandula. E daí, talvez, a gratidão manifestada pelos cumprimentos e acenos de mão com que me agracia ao passar por mim agora na portaria. Tentando avaliar o peso da cruz que cada um carrega e, sobretudo, vendo o Gabriel, nos finais de semana me posicionando como gandula na varanda, e nunca deixando de me cumprimentar ao me encontrar na portaria ou na rua, espero que ele possa crescer sem encontrar maiores obstáculos no mundo cão em que vivemos, e que este século que ele irá enfrentar adulto seja menos violento e ofereça às pessoas maiores possibilidades de realização dos sonhos de vida. Sinceramente é o que eu desejo ao meu "amigo" Gabriel...

Inserida por AlessandroLoBianco