Sinto falta do meu Passado

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"Meu trabalho é ME preservar".

Tem gente que responde no impulso,
fala o que a cabeça pensa
mas não o que o coração sente.
Se enrola toda e depois apaga a mensagem
achando que você não ouviu, não leu.

Eu corto o mal pela raiz:
Se tá confuso dentro,
não vira caos aqui fora.

VAN ESCHER

Eles acham que eu tô sozinha...
Mal sabem que meu segurança é fardado de luz
e trabalha 24h sem dormir.

Salmo 91 na bio,
E anjo no portão,
Leoa no trono.

Tenta me derrubar pra ver.

Van Escher

A partir de hoje, quem vela meu sono tem nome:
DEUS.

E Ele não cochila.
Salmo 121:4 📖🧡

Boa noite, mundo.
Bom trabalho, anjos.

Van Escher

Quem vigia o
meu sono nunca
dorme.
Posso fechar os
olhos tranquila.
Tem Guarda na
porta,
Anjo no corredor
e Deus de vigília.

Van Escher

Tem conversa que só continua se ele souber ouvir o meu silêncio.

Van Escher

"Meu coração não é vaga pra estagiário.
É cargo de diretoria.
Currículo emocional na mesa, querido."

Van Escher

Não confunda meu 'não' com jogo difícil.
É só padrão alto mesmo.
Quem sabe, sabe. Quem não sabe, observa de longe.

Van Escher

Todos os nossos sentimentos são educáveis.
O meu aprendeu que lealdade não se negocia.
O seu ainda tá na creche.

Van Escher 🦁

Aprender sobre mim é meu cotidiano; o desapego, o fio condutor da minha existência.

Minha melelancolia.
Vejo lapidação do meu país,
O Brasil é simplicidade e maravilhoso.
Mas, ate a terra é roubada pois é rara
É em peso do tesouro brasileiro...
O ouro já não tem mesmo valor das cores da nossa bandeira,
Nossas crianças são abusadas e colocadas a venda,
Mulheres são vista como mercadorias exposta numa exposição.
Os valores de ética e moral moram num discurso de palanque eleitoral.
Somos objetos o apenas crianças esperam o lanche da tarde,
A terra se devasta para que alguns seres fiquem felizes.
Essa felicidade é soberana.
As lágrimas de muitas mães estão distantes do fim pois um político se acha como dono da existência.

Meu espírito animal
Tão livre no livre-arbítrio...
Ossos da imensidão...
Tanto glorifico as aspirais espirituais...
No arco das almas o caminho sempre dourado ate por do sol...
Brilho dos trovões no apse dos ventos.
Arde anil desejo que brota no vasto vazio...
Antro de sentimentos observamos o mundo abraçamos o silêncio.
O grito da morte em lábios frios no glamour de outras autoras reluzente transcende nossos sonhos.

Minha alma morta pelo amor,
Meu desejo me condenou...
Ainda assim prefiro te amar...

Nas minhas sombras de madrugada não vejo mais meu rosto.
No espelho vejo meu reflexo buscando um paradigma neste imenso mundo.

Noite que meu amor amou,
Chuva que vai ser parte do amor
Nos moldes do amor

​Lamento de Sangue e Cinzas
​No ventre do caixão, no meu descanso eterno,
Corvos vertem seu sangue sobre a sepultura.
Minha alma se esvai no fogo do inferno,
Rendida à vaidade e à própria loucura.
​Ouvir teu coração gritar na escuridão
Fez-me ansiar pela vida, por ser um mortal;
Meus olhos sangraram em pura aflição
Por te amar além do bem e do mal.
​No desfrute da noite, a vida me toca,
Mas a alma rebelde congela no Éden.
O tempo devora, a memória me evoca,
Enquanto os anos e as eras se cedem.
​Seus lábios sedentos calaram meu peito,
Fiz parar meu pulsar por este pecado.
O amor proibido, julgado e desfeito,
Pela Igreja queimado e expurgado.
​Vízceras lançadas na abissal profundeza,
E no entanto, a carne estremece em desejo.
Entre o céu e o inferno, na vasta frieza,
Encontrei a solidão no calor do teu beijo.
​Nas ruínas do tempo que cercam meu caixão,
Teu rosto e tua imagem jamais vão morrer:
Exijo a equivalência d’alma e coração,
Pois só no teu amor eu aceito renascer.

Recipientes distintos no retrato exato do meu ser: no abstrato do cubismo, eu me fragmento.
​Para toda colonização da consciência, o "eu" é um paradoxo na cronologia do tempo e do espaço. Tentamos transcender o "ser eu" para o "eu sou eu", admitindo a modificação imposta pelo olhar do espelho bidimensional. Vemos aglomerados urbanos sob o viés do "eu sou eu", compreendendo como fomos formados.
​A interrogação que resta é: será que compreendo realmente quem sou? Ou seriam meros estudos e livros que conduzem o "eu sou" diante das experiências do "eu pertenço"? Os fundamentos e realizações acadêmicas parecem se chocar contra o "ser eu".
​Com a alma diante do espírito relativista, o "eu geopolítico" parece devorar o viés, dando origem a seres bizarros na filosofia. O Tecbot é o fruto definitivo desse tecno-feudalismo digital.
Por - Celso Roberto Nadilo

Sou noite sobre a madrugada...
Meros arficios atrozes...
Cala te silêncio do meu algoz....
Sobre olhares da lua sois o amante..
Galante flor do amanhã
Sensato e soberano meu sono
Parece ser o filho angustiado pelo leite da mãe...
Frio paira a alma...
No meio do espinhos escorre a dor
O doce aroma que embriaga...
Mais mais no profundo da alma.

Doce tom da madrugada.
Sejas teu ato meu desejo.
Tão seja teus atos insanos.
Virtuoso o impensável
Novas descobertas teus sonhos.
Para aquele dia seja maravilhoso.
Doce tom da meia noite

O ⁠dia lindo que amanhece chovendo é a mesma chuva cai no meu coração...
Sendo digno o frio a noite será quente ao seu lado.

Ser por ser
Ate ser
Ser ou não ser porquê não ser...
O que sou diante meu ser sou o ser então...
Entenda melhor o ser dentro do seu ser.
E sera seu ser comprendo o ser...
Contemple seu ser magnífico ser...